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	<title>De Olho na Capital &#187; Tênis</title>
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	<description>O blog do Cesar Valente</description>
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		<title>O Guga passou. Ninguém sabe, ninguém viu?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 19:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Medaglia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tênis]]></category>

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		<description><![CDATA[Fernando Meligeni, o Fininho, e o catarinense Marcio Carlson falaram agora à tarde sobre o tênis brasileiro em interessante entrevista na Rádio CBN ao repórter Renato Igor. E como todos que jogaram, jogam ou simplesmente gostam da modalidade, lamentaram o estágio atual deste esporte no Brasil. Não ficou nenhum legado, não houve nenhum trabalho, nada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Meligeni, o Fininho, e o catarinense Marcio Carlson falaram agora à tarde sobre o tênis brasileiro em interessante entrevista na Rádio CBN ao repórter Renato Igor. E como todos que jogaram, jogam ou simplesmente gostam da modalidade, lamentaram o estágio atual deste esporte no Brasil. Não ficou nenhum legado, não houve nenhum trabalho, nada foi aproveitado da passagem de Guga. A era Gustavo Kuerten simplesmente desapareceu deixando somente boas lembranças das façanhas do maior tenista brasileiro de todos os tempos.</p>
<p>Meligeni foi mais contundente em suas análises e bateu forte na administração da Confederação Brasileira de Tênis, hoje presidida pelo catarinense Jorge Lacerda da Rosa. Temos apenas a realização de alguns torneios no Brasil, nada mais, disse ele, reclamando que não há nenhum trabalho com a base. Como revelar talentos assim, pergunta Fininho?</p>
<p>Essa deixa que eu chuto. Não contamos com nenhum centro de treinamento. E na terra do Guga, ao invés disso, se gasta milhões de euros e de reais para trazer um cantor italiano e construir um novo kartódromo, equipamento utilizado uma vez ao ano. Nosso dinheiro escorre pelo ralo nas mãos (e nos bolsos) dos que hoje tomam conta do esporte em Santa Catarina. Nossas galinhas poedeiras estão sendo dizimadas pelas raposas que rondam os galinheiros abarrotados de ovos de ouro.</p>
<p>Nossos ex-tenistas não são chamados para nada, ao contrário do que acontece, por exemplo, na França, Estados Unidos e Espanha, onde os “aposentados” continuam trabalhando pelo tênis dos seus países. É por isso que o Guga passou e não ficou nada, destacou Meligeni. A não ser o Thomaz Belucci, único brasileiro ranqueado entre os &#8220;top 100&#8243;, ocupando hoje a 39ª colocação na classificação da ATP.</p>
<p>Meligeni e Carlson passaram por Florianópolis para um jogo exibição como parte das festividades de aniversário do Lira Tênis Clube. Uma festa apenas, e nada mais.</p>
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		<title>Jornalistas na bronca com o &#8220;INSS&#8221; de Guga</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 02:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Medaglia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tênis]]></category>

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		<description><![CDATA[A passagem de Guga por Porto Alegre, onde acompanhou o confronto entre Brasil e Equador pela Taça Davis, deixou um rastro de intrigas e muitos questionamentos. Tudo começou após a derrota brasileira no jogo de duplas, quando Guga, sem dar explicações, não apareceu para a entrevista coletiva que fora marcada por sua própria assessoria. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6189" class="wp-caption aligncenter" style="width: 325px"><img class="size-full wp-image-6189" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Guga-em-Poa-2.jpg" alt="Mesmo só na torcida Guga ainda rende assunto (Foto Marcelo Ruschel)" width="315" height="209" /><p class="wp-caption-text">Mesmo só na torcida Guga ainda rende assunto (Foto Marcelo Ruschel)</p></div>
<p>A passagem de Guga por Porto Alegre, onde acompanhou o confronto entre Brasil e Equador pela Taça Davis, deixou um rastro de intrigas e muitos questionamentos. Tudo começou após a derrota brasileira no jogo de duplas, quando Guga, sem dar explicações, não apareceu para a entrevista coletiva que fora marcada por sua própria assessoria. Por si só o anúncio da entrevista já havia repercutido mal entre os jornalistas, uma vez que o tenista estava lá apenas como assistente convidado, sem nenhuma participação junto à equipe brasileira.</p>
<p>O fato acabou despertando a ira de parte da imprensa, principalmente a paulista, via Rádio Jovem Pan, inconformada com patrocínios destinados ainda hoje àquele que foi o maior tenista brasileiro de todos os tempos. O comentarista Flávio Prado, um dos mais agudos nas contestações, desrespeitosamente classificou o catarinense como “laranja chupada”, reclamando da validade do contrato de patrocínio que o Banco do Brasil ainda mantém com Guga. Nessa rebordosa veio à tona inclusive a “Semana Guga Kuerten”, evento realizado recentemente em Florianópolis ao custo de R$ 1 milhão e meio.</p>
<p>Sempre reclamando que o Banco do Brasil gasta muito com Guga e talvez mal humorados com a derrota para o Equador, os jornalistas azedaram mais suas críticas lembrando que existem muitos atletas brasileiros dependendo de patrocínio e que não se justifica, portanto, sustentar um tenista aposentado.</p>
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		<title>Uma vitória argentina para nos matar de inveja</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 11:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Medaglia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tênis]]></category>

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		<description><![CDATA[O choro daquele marmanjão argentino de 1m98 na comemoração do título do US Open de Tênis retrata bem a importância desta conquista. A vitória em jogo final de mais de quatro horas e decidido em cinco sets foi sobre o favoritíssimo Roger Federer, suíço, e maior fenômeno do tênis mundial na atualidade.  Juan Martin Del [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6018" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-6018" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Del-Potro.jpg" alt="Nasce outro campeão (foto site Del Potro)" width="200" height="187" /><p class="wp-caption-text">Nasce outro campeão (foto site Del Potro)</p></div>
<p>O choro daquele marmanjão argentino de 1m98 na comemoração do título do US Open de Tênis retrata bem a importância desta conquista. A vitória em jogo final de mais de quatro horas e decidido em cinco sets foi sobre o favoritíssimo Roger Federer, suíço, e maior fenômeno do tênis mundial na atualidade.</p>
<p> Juan Martin Del Potro, é o nome do compridão que evitou o hexa de Federer no torneio, graças à vitória construída com 3/6, 7/6 (7-5), 4/6, 7/6 (7-5) e 6/2. O último argentino a vencer o US Open tinha sido Guillermo Villas, de estilo diferente e que vi jogar ao vivo e a cores quando ainda se promoviam grandes torneios internacionais no Brasil, tempos da Koch Tavares, depois Tavares Kovarich. Del Potro só é grandão, tem os mesmos 20 anos de Guga quando o catarinense ganhou seu primeiro Grand Slam na França do Roland Garros.</p>
<p> Faço o registro depois de acompanhar até o começo da noite a parte final deste confronto demorado e infelizmente totalmente fora da nossa realidade. Nessas horas sempre passa um filminho na minha cabeça, a memória remetendo aos grandes eventos que tínhamos por aqui, às grandes façanhas do Guga. Never more, a gente lembra logo com tristeza. O tênis brasileiro deixou passar a grande oportunidade para melhorar seu nível, para realizar algum trabalho, e criar novos campeões como o Guga ou melhor que ele, despertando já nas escolas o interesse pelo esporte. Mas isso é outra conversa. De um modo geral no Brasil o dinheiro para a formação do atleta tem destino incerto e não sabido. Em Santa Catarina, então, nem se fala.</p>
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