<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>De Olho na Capital &#187; Bloguices</title>
	<atom:link href="http://www.deolhonacapital.com.br/category/bloguices/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.deolhonacapital.com.br</link>
	<description>O blog do Cesar Valente</description>
	<lastBuildDate>Thu, 26 Jan 2012 17:16:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1</generator>
		<item>
		<title>Finalmente! O ano do Dragão!</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2012/01/24/finalmente-o-ano-do-dragao/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2012/01/24/finalmente-o-ano-do-dragao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 08:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10690</guid>
		<description><![CDATA[Agora seremos todos ricos, famosos e bonitos! CARAMINHOLAS COMEMORATIVAS (Intrigas; maquinações; tramoias; ardis; mexericos&#8230;) SÓ PENSAM NAQUILO “Eles” já estão, faz tempo, trabalhando em tempo integral para as eleições municipais que se aproximam. Em cada município e no estado todo a tal “classe política”, composta em geral por gente que vive de mamar nas tetas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora seremos todos ricos, famosos e bonitos!</p>
<div id="attachment_10691" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-medium wp-image-10691" title="donc-dragao-cor" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2012/01/donc-dragao-cor-450x254.jpg" alt="DRAGÃO" width="450" height="254" /><p class="wp-caption-text">Como não estamos na China, uso um dragão europeu. Deve ser a mesma coisa.</p></div>
<h2>CARAMINHOLAS COMEMORATIVAS</h2>
<p><em>(Intrigas; maquinações; tramoias; ardis; mexericos&#8230;)</em></p>
<p><strong>SÓ PENSAM NAQUILO</strong></p>
<p>“Eles” já estão, faz tempo, trabalhando em tempo integral para as eleições municipais que se aproximam. Em cada município e no estado todo a tal “classe política”, composta em geral por gente que vive de mamar nas tetas da viúva, não fala nem faz outra coisa. Sonham com alianças, tempo de TV, cargos, ocupação de “espaços”, pequenos e podres poderes, grandes e reluzentes recompensas.</p>
<p><strong>ESPETÁCULO</strong></p>
<p>E nós, os eleitores que também somos contribuintes (graças aos nossos esforços, as úberes estatais vivem cheias), ficamos meio de longe, pasmos, assistindo a esse espetáculo cada vez mais deprimente. E constrangedor. Sabendo que, no fim, ainda acabaremos levando bronca porque votamos “errado”, elegendo os mesmos de sempre.</p>
<p><strong>CARNIÇA</strong></p>
<p>Esta semana os detentores da “máquina” reuniram-se para dividir o butim. Os ex-governadores peemedebistas LHS, Paulo Afonso Vieira e Eduardo Moreira, que administram boa parte do governo catarinense, foram ao palácio residencial dar uma prensa regulamentar no atual governador. Apenas para que ele não tenha idéias estranhas: afinal, o loteamento do governo está acima e além dos mandatos. Decerto foram apenas recapitular os compromissos e garantir o tal “espaço”. Que é a área pública entregue a cada um, para que faça o melhor uso.</p>
<p><strong>PROBOS E ÉTICOS</strong></p>
<p>Por favor não vejam nem leiam, nas notas anteriores, qualquer sugestão de malfeito ou ilícito. A apropriação do governo por grupos políticos é do jogo. Coisa legítima. Pode até parecer (dependendo de como o grupo se comporte) meio imoral às vezes. Mas é para administrar a coisa pública que a gente os elege. Tudo dentro da lei. Portanto, o que nos incomoda não é ter políticos lidando com dinheiro público. É ter políticos que misturam o público com a privada. E fazem num lugar o que só deveriam fazer no outro.</p>
<p><strong>BIG BROTHER</strong></p>
<p>Mudando um pouco de assunto. Ontem dois candidatos a prefeito de Florianópolis foram “prestigiar” a inauguração de mais algumas câmeras de monitoramento no norte da Ilha de Santa Catarina. Como vocês sabem, essas câmeras que estão colocando em todos os cantos do estado só funcionam se alguém estiver acordado, olhando para o que elas mostram. E se, ao ver algum movimento suspeito, o coitado que está de vigia, tiver para quem ligar. Ou se a ligação resultar em alguma ação real.</p>
<p><strong>MOSAICO</strong></p>
<p>Vocês já foram a alguma loja que vende aparelhos de TV, né? Viram aquela parede com uma porção de monitores ligados. Agora imaginem-se sentados ali, com a tarefa de olhar atentamente para o que as TVs mostram. Cada uma ligada a uma câmera, numa parte da cidade. Ou, pior, algumas ligadas a várias câmeras, mostrando alguns segundos de cada fonte. Vai conseguir atuar preventivamente? Vai conseguir distinguir alhos de bugalhos naquele mosaico?</p>
<p><strong>PRA NADA</strong></p>
<p>Deve ser frustrante, para policiais bem intencionados, ver que toda essa parafernália é montada pela metade, instalada só a parte mais visível, que envolve mais grana de compra e venda. O cara até pode se esforçar e ver, naquela montoeira de imagens, alguma coisa suspeita. Mas não tem quem mandar impedir o crime. Porque os únicos coitados que cuidam da área (imensa), estão atendendo outra ocorrência. No sul da ilha, por exemplo, região grande e populosa, em alguns dias tem só uma viatura com dois PMs. Não tem como estar ao mesmo tempo no Campeche, no Pântano do Sul e no Ribeirão da Ilha. Em muitos municípios a coisa também acontece no Samu. Mandam a população ligar para o 190 e para o 192 e não montam uma estrutura capaz de atender com rapidez as urgências.</p>
<p><strong>PALÁCIO DE CRISTAL</strong></p>
<p>O Tribunal de Contas de Santa Catarina construiu uma sede nova, um Palácio de Cristal, que tem até heliporto no último andar. Eles devem saber o que fazem. Afinal, cuidam das contas públicas. Não iriam fazer nada que os desabonassem. Jamais poderiam apontar o dedo para indicar os malfeitos do Executivo, se tivessem cometido coisa semelhante. Outro dia me disseram que tem casos de nepotismo no TCE-SC. Imediatamente mandei o informante andar: era só o que faltava! Andaram querendo insinuar que o TCE demora demais para examinar contas (muitos anos) e que é muito carinhoso com o governo estadual e rigoroso com prefeituras pequenas. Imaginem, que despautério! Deve ser intriga de gente que foi pega malversando fundos públicos. O novo palácio, com suas paredes envidraçadas, sem cortinas e cantos obscuros, vai permitir que a população acompanhe, com binóculos, tudo o que ocorre lá dentro. Maior transparência, impossível.</p>
<p><strong>REFORMA?</strong></p>
<p>Voltando ao assunto das primeiras caraminholas: o eleitor está mais por baixo que cano estourado da Casan. Os políticos, reunidos em partidos que mais parecem clubes do Bolinha, decidem quem vai se candidatar e o que farão depois de eleitos. A vontade do eleitor não é levada em conta. Eles pensam muito no cargo, na verba, na negociação intra-muros. Mas não em quem estão representando. Por isso, acho que está na hora de parar de falar em “reforma política”. Essa reforma que ninguém se anima a fazer, não vai sair do papel. Talvez seja a hora de pensar não em reforma, mas em revolução. Que tal?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2012/01/24/finalmente-o-ano-do-dragao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Lanzetta falou!</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2012/01/09/o-lanzetta-falou/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2012/01/09/o-lanzetta-falou/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 21:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10642</guid>
		<description><![CDATA[Música do Kleiton e Kledir usando o nome do nosso amigo pelotense/brasiliense (ex-editor do Bom Dia, Domingo, ex-professor da UFSC), que sempre que pode vem zanzar por aqui. Faceiro com a música dos conterrâneos, ele manda um recadinho: &#8220;Lanzeta também falou: existe um livro! E a imprensa não acreditou&#8221;. EM TEMPO O Lanzetta deu mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Música do Kleiton e Kledir usando o nome do nosso amigo pelotense/brasiliense (ex-editor do Bom Dia, Domingo, ex-professor da UFSC), que sempre que pode vem zanzar por aqui.</p>
<p><iframe width="500" height="369" src="http://www.youtube.com/embed/tHh159atRh0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Faceiro com a música dos conterrâneos, ele manda um recadinho: &#8220;Lanzeta também falou: existe um livro! E a imprensa não acreditou&#8221;.</p>
<p><strong>EM TEMPO</strong></p>
<p>O Lanzetta deu mais algumas informações sobre essa música. Ela foi feita no século passado, ali por 1997 ou 1998. Como os compositores/cantores são amigos do Lanzetta (todos pelotenses, não custa repetir), fizeram a homenagem a partir de uma idéia do Clayton de que tudo o que o Lanzetta falava acabava acontecendo&#8230; E o próprio Lanza exemplifica seus dotes premonitórios: &#8220;o fim do mundo não será este ano.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2012/01/09/o-lanzetta-falou/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>É hoje!</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/24/e-hoje-6/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/24/e-hoje-6/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 20:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10608</guid>
		<description><![CDATA[Desde pequeno a gente, de tempos em tempos, acha que vai poder ignorar essas datas convencionais. O Natal geralmente aparece como o principal feriado a ser combatido, quando a gente está numa fase de combater feriados e a “comercialização e banalização dos sentimentos”. E tem épocas em que alguns de nós realmente conseguem passar pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10609" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-medium wp-image-10609" title="deolho24-natal" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/deolho24-natal-450x253.jpg" alt="Feliz Natal" width="450" height="253" /><p class="wp-caption-text">Ho ho ho</p></div>
<p>Desde pequeno a gente, de tempos em tempos, acha que vai poder ignorar essas datas convencionais. O Natal geralmente aparece como o principal feriado a ser combatido, quando a gente está numa fase de combater feriados e a “comercialização e banalização dos sentimentos”. E tem épocas em que alguns de nós realmente conseguem passar pelo Natal como se passa por um outro dia qualquer. Afinal, a gente, durante a vida, faz tanta coisa, não é mesmo?</p>
<p>Quando chegam os filhos, a resistência amolece e a gente começa a reproduzir as informações culturais, criando nas crianças o sentimento de que hoje é um dia especial. Quem é cristão (e muitos que não são) conta a história do menino Deus. Quem não é religioso reforça o sentido familiar da festa. E os encontros são marcados para hoje.</p>
<p>Hoje é aquele dia, de todos no ano, em que esses laços familiares pesam. Se está tudo bem e se todos estão bem, pesam menos. Se falta alguém, se as brigas não se resolveram ainda, pesam mais. Mas eles estão ali, mais visíveis que nunca, estampados nas camisetas, tatuados nas nucas, pendurados nos narizes feito piercings não-metálicos: é uma data em que a gente vê os irmãos, sente a presença dos pais, procura pelos filhos, corre atrás dos netos. Mesmo que apenas em pensamento. Mesmo longe.</p>
<p>Não dá para fugir do Natal. Não dá para encarar o Natal como se fosse um dia qualquer. Nem sempre é bom, nem sempre é ruim. Mas não é um dia qualquer.</p>
<p>Quanto mais longe do Natal, mais fácil teorizar sobre ele e seu significado. O problema para continuar escrevendo sobre isso, é que o Natal é hoje. A comida será especial, tem uma árvore esquisita na sala, as economias foram-se todas na compra de presentes, os filhos estão chegando, os pais virão em seguida, os irmãos já ligaram. Não é, sem dúvida, um dia comum. Pode ser que seja divertido, pode ser que seja chato. Pode ser que os abraços encham o coração de alegria, pode ser que as mágoas encham os olhos de lágrimas. Mas, definitivamente, não será apenas mais um dia.</p>
<div id="attachment_10610" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-medium wp-image-10610" title="deolho24-natal2" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/deolho24-natal2-450x306.jpg" alt="Boas Festas" width="450" height="306" /><p class="wp-caption-text">E que 2012 nos seja leve...</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/24/e-hoje-6/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um bom ano</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/19/um-bom-ano/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/19/um-bom-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 10:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10543</guid>
		<description><![CDATA[Este 2011 que está terminando foi muito generoso comigo e com a Lúcia. Como, felizmente, têm sido a maioria dos anos. Mas neste, em especial, houve uma concentração extraordinária de eventos que nos encheu de alegria. Foi, sem duvida, um bom ano. Em fevereiro nasceu o Nicolas, segundo neto, filho da Marta e do Danilo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este 2011 que está terminando foi muito generoso comigo e com a Lúcia. Como, felizmente, têm sido a maioria dos anos. Mas neste, em especial, houve uma concentração extraordinária de eventos que nos encheu de alegria. Foi, sem duvida, um bom ano.</p>
<div id="attachment_10544" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10544" title="donc-r-kilts" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-r-kilts.jpg" alt="Kilts" width="500" height="500" /><p class="wp-caption-text">Comecei o ano na Escócia, esperando o segundo neto.</p></div>
<div id="attachment_10564" class="wp-caption aligncenter" style="width: 398px"><img class="size-full wp-image-10564" title="donc-r-ukmap" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-r-ukmap.jpg" alt="Mapa UK" width="388" height="600" /><p class="wp-caption-text">Janeiro e fevereiro escocês, com rápida passagem londrina </p></div>
<p>Em fevereiro nasceu o Nicolas, segundo neto, filho da Marta e do Danilo. Também nesse mês o primeiro neto, Augusto, filho do André e da Alice, fez um ano. Em maio conseguimos um feito que começa a rarear: a filharada toda reunida num único local. No caso, Florianópolis. E o Pedro, filho mais velho, casou com a Sara e os dois mudaram-se para os Estados Unidos. Além da &#8220;movimentação&#8221; familiar, foi também um ano de viagens acima da média. Depois de viver quase dois meses na Escócia, conhecendo o dia-a-dia dos habitantes de Aberdeen e tendo visitado o Lago Ness (a partir de Inverness), Edinburgh e Londres, achei que tinha esgotado a cota do ano.</p>
<p>Mas aí o Medaglia, que tinha vencido um câncer e estava animado e com vontade de comemorar, inventou de visitar a terra natal de seus antepassados, no sul da Itália. Medroso de avião, sem grande experiência em viagens ao exterior, não queria ir sozinho e convidou o Lanzetta (outro oriundi) e eu para acompanhá-lo. Tem coisas na vida que, se a gente pensar muito, não faz. Por isso, a sabedoria milenar ensina que pra casar, ter filhos e viajar com o Medaglia, não se pode pensar. Fui.</p>
<p>Como é uma viagem longa, o Medaglia quis aproveitar para conhecer as redondezas de Morano Calabro, ou seja, praticamente a Itália toda. Olha só:</p>
<div id="attachment_10554" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10554" title="donc-r-mapasul" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-r-mapasul.jpg" alt="Mapa do sul" width="500" height="458" /><p class="wp-caption-text">O trio chegou em Roma e foi primeiro para o Sul</p></div>
<div id="attachment_10553" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10553" title="donc-r-mapanorte" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-r-mapanorte.jpg" alt="Mapa do norte" width="500" height="504" /><p class="wp-caption-text">E depois, sem o Lanzetta, que voltou mais cedo, fomos para o norte</p></div>
<div id="attachment_10555" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10555" title="donc-r-morano" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-r-morano.jpg" alt="Morano" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">A pequena e lendária Morano Calabro. Foto: Mário Medaglia</p></div>
<p>Isso foi em setembro e comecinho de outubro. Mal voltei, já estava na hora de viajar de novo, desta vez com a Lúcia. Aproveitamos as milhas acumuladas e pegamos uma passagem &#8220;grátis&#8221; para visitar o Pedro na sua nova casa. Fomos para a costa oeste dos Estados Unidos. Tinhamos boas lembranças de San Francisco e Los Angeles, onde estivemos em 1979, numa das nossas primeiras viagens depois de casados. Aproveitamos que o vôo de ida fazia uma parada de um dia em Chicago, para conhecer um pouco a cidade. E depois de instalados na casa do Pedrinho, percorremos de carro a Highway 1, a estradinha cheia de curvas à beira do Pacífico, que une San Francisco a Los Angeles.</p>
<div id="attachment_10557" class="wp-caption aligncenter" style="width: 392px"><img class="size-full wp-image-10557" title="donc-r-mapa-sf" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-r-mapa-sf.jpg" alt="Mapa costa oeste" width="382" height="600" /><p class="wp-caption-text">Além de San Francisco, visitamos os arredores</p></div>
<div id="attachment_10558" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10558" title="donc-r-sanfrancisco1" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-r-sanfrancisco1.jpg" alt="Ladeiras" width="500" height="283" /><p class="wp-caption-text">Tivemos sorte: San Francisco sem neblina e com temperatura agradável</p></div>
<p>San Francisco é uma das cidades norte-americanas mais agradáveis para se visitar e viver. Além disso, ali perto tem o vale do rio Napa, com vinhedos e vinícolas cercando pequenas cidades como Yountville, com bons restaurantes e um jeito simpático de interior. Um passeio reconfortante. Para o sul, Monterey  com seu aquário espetacular e Carmel by The Sea (a cidade em que o Clint Eastwood tem um hotel e de onde foi prefeito), são boas escalas para a viagem de volta de Los Angeles. E lá, naquele centro de entretenimento que tem Hollywood, Disneylandia e tantas outras atrações, passamos um dia no The Getty Center, em Brentwood. Um complexo arquitetônico instalado no alto de uma colina, com museus e centros de exposição, com jardins fantásticos. Lá longe, a névoa de poluição e o agito do centro de Los Angeles.</p>
<div id="attachment_10565" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10565" title="donc-r-losangeles" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-r-losangeles.jpg" alt="Los Angeles" width="500" height="264" /><p class="wp-caption-text">Los Angeles ao fundo, vista do The Getty Center</p></div>
<p>Pois é, não posso me queixar. E depois de viajar tanto por tantos lugares diferentes volto pra casa em&#8230; Florianópolis. Afinal, moro na ilha em que metade dos brasileiros gostaria de passar férias. E que, em dias ensolarados e azuis como hoje, faz com que os visitantes pensem seriamente em não sair mais daqui.</p>
<div id="attachment_10560" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10560" title="donc-r-theend-fpolis" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-r-theend-fpolis.jpg" alt="Ponte Hercílio Luz" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">De volta a Florianópolis, esperando os netos para as festas de fim de ano</p></div>
<p>Espero que vocês que me honram com a visita e a leitura também tenham tido, neste ano, bons momentos. E que estejam animados, como nós aqui em casa, para fazer de 2012 também um bom ano.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/19/um-bom-ano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Mosquito está morto</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/13/o-mosquito-esta-morto/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/13/o-mosquito-esta-morto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 22:25:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10521</guid>
		<description><![CDATA[O Canga me ligou, pouco antes das sete da noite, para dar a notícia. Levei um susto e lembrei, na hora, do caso do vereador de Chapecó, também encontrado morto, como se tivesse se suicidado. Com a garantia do Canga de que a notícia era verdadeira, fiz alguns comentários no tuíter. E vi, por ali [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Canga me ligou, pouco antes das sete da noite, para dar a notícia. Levei um susto e lembrei, na hora, do caso do vereador de Chapecó, também encontrado morto, como se tivesse se suicidado. Com a garantia do Canga de que a notícia era verdadeira, fiz alguns comentários no tuíter. E vi, por ali e nas redondezas, algumas coisas que também me assustaram.</p>
<p>Isso de achar que o fato do Mosquito exercer sua liberdade de expressão e dizer o que alguém não gostaria que fosse dito, ou que não queria que fosse dito daquela forma tornaria &#8220;natural&#8221; um fim violento e/ou prematuro, é de uma canalhice ímpar.</p>
<p>Não existe pena de morte para delitos de opinião. Só bandidos, malacos, imbecis amorais acham que podem (ou devem) calar os boquirrotos à força. E só gente muito rastaquera fica agora, diante do corpo sem vida do Mosquito, cagando sentença moralista, inventando uma relação de causa e efeito que é inaceitável em sociedades civilizadas.</p>
<p>Ops, parece que não é o nosso caso.</p>
<p>Faz algum tempo que deixei de ser amigo do Mosquito. Sempre discordei dos seus métodos mas sempre defendi, o quanto pude, seu direito de dizer o que queria, do jeito que queria. O que irritava mais os ofendidos por ele é que, em alguns aspectos e de alguma maneira, ele tinha razão. Às vezes perdia rapidamente o foco e se embrenhava num texto confuso de adjetivação intensa e irresponsável. Mas na maioria das vezes sua indignação era tão justa quanto as nossas. E em alguns momentos rimos em segredo, satisfeitos porque aquele maluco teve a coragem de dizer o que gostaríamos. E de tratar as coisas e pessoas com seus nomes próprios que não temos coragem de mencionar porque somos bem educados e bem hipócritas.</p>
<p>Os ladrões do dinheiro público não têm medo do Judiciário, nem do Ministério Público, muito menos do Tribunal de (faz de)Contas. Mas vários deles tremeram com a lama que o Mosquito jogou no ventilador. Tinham medo daquele sujeito gordo e fraco que não tinha medo de dizer o que achava que devia dizer. Os mais bandidos achavam que ele merecia morrer. Os mais espertos, contavam com o efeito que o esmagamento de suas possibilidades de sobrevivência faria à sua saúde.</p>
<p>O Mosquito não é um herói, muito menos um mártir. É um batalhador, que sempre trilhou caminhos heterodoxos. Foi um comunista capitalista, um festeiro, um carnavalesco, quis ser diretor de marketing de time de futebol, foi dono de bar, viveu  vida toda cercado por jornalistas, meteu-se em muitos negócios, alguns meio sombrios e quando descobriu a internet e os blogs, se achou. Não precisava mais sussurrar suas denúncias e sua indignação nos ouvidos dos amigos e conhecidos que trabalhavam em veículos de comunicação, esperando ver alguma coisa publicada. Podia ser seu próprio &#8220;publisher&#8221;.</p>
<p>Era um vaidoso, não sabia lidar com a rejeição. Ficou brabo quando o bloqueei no tuíter, como ficava irritado quando eu não publicava seus comentários no meu blog. Subia aos céus quando cresciam os acessos ao Tijoladas e se angustiava quando notava que diminuíam. Tenho a impressão que ele sonhava em ser carregado nos braços pela multidão de leitores. Na verdade, tentou ser sustentado pelos leitores. Mas parece que não deu muito certo: a turma adora ver um maluco xingando os políticos, mas não quer se envolver.</p>
<p>Uma pena. A democracia fica capenga sem gente que jogue pedra nos telhados de vidro. A internet fica chata sem esses indignados irresponsáveis que distribuem caneladas em engravatados que se acham intocáveis e, sobretudo, impunes. E que hoje, vergonhosamente, sentiram-se aliviados porque ouviram dizer que o Mosquito está morto.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/13/o-mosquito-esta-morto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>26</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>DONC em dia de Caras</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/12/donc-em-dia-de-caras/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/12/donc-em-dia-de-caras/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 00:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10502</guid>
		<description><![CDATA[No domingo (ontem), a Associação Catarinense de Imprensa fez sua festinha de final de ano. Boca livre, claro, para manter a tradição. Também fui lá. Por mais que torça o nariz para esses eventos para jornalistas cheios de patrocinadores, sabia que boa parte dos meus colegas e vários dos amigos e considerados estaria lá. Levei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No domingo (ontem), a Associação Catarinense de Imprensa fez sua festinha de final de ano. Boca livre, claro, para manter a tradição. Também fui lá. Por mais que torça o nariz para esses eventos para jornalistas cheios de patrocinadores, sabia que boa parte dos meus colegas e vários dos amigos e considerados estaria lá. Levei uns livrinhos para sortear, como modesta contribuição para a festa, que estava bem divertida.</p>
<p>A certa altura, vendo tantas celebridades ao redor, resolvi exercitar-me como paparazzo. Mas, preguiçoso e acomodado, fotografei apenas quem estava próximo da minha mesa, ao alcance da minha minúscula teleobjetiva. Se em vez de ficar sentado, tomando chope,  experimentando ostras e mariscos defumados e me empapuçando de bolinhos de bacalhau na companhia do <a href="http://lossio.com.br/" target="_blank">Rodrigo Lossio </a>eu tivesse me movimentado um pouco mais, naturalmente teria mais caras e bocas para esta edição extra do DONCaras. Fica pra próxima. Enjoy.</p>
<p><strong>ATUALIZAÇÃO DA TERÇA À NOITE</strong></p>
<p>O diretor da ACI, Marco Aurélio Gomes (@Magomarco), não gostou muito (ou melhor, não gostou nada) do que eu disse acima. Principalmente, da parte relativa aos patrocínios. Ele expressou seu desagrado no tuíter, parecia pessoalmente ofendido e disposto a também ofender o autor dessas &#8220;insinuações&#8221;.</p>
<p>Viram como não existe almoço grátis? Pelo que entendi da bronca do diretor, se aceitei o almoço grátis (onde, segundo ele, enchi &#8220;os cornos&#8221;), não poderia ter escrito o que escrevi. Minha motivação, pelo que ele disse, teria sido &#8220;inveja&#8221;.</p>
<p>É claro que essas farpas no tuíter não podem ser levadas muito a sério. Primeiro porque, embora seja um meio de comunicação público e de amplo alcance, muita gente tem a impressão que se trata de uma comunicação privada, quase pessoal. E depois porque, em 140 toques, não dá pra explicar nada direito e as coisas em geral ficam mal paradas, quando se quer discutir a sério qualquer assunto.</p>
<p>Por isso tudo espero que algum dia, em torno de uma mesa de café (ou mesmo de chope), as coisas se esclareçam melhor. E que eu consiga demonstrar que não tenho por que ter inveja de quem consegue reunir os principais jornalistas da cidade numa festa de final de ano. Que, como se pode ver nas fotos abaixo, foi bem legal.</p>
<div id="attachment_10506" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10506" title="donc-ACI-04" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-04.jpg" alt="Hélio Costa" width="500" height="364" /><p class="wp-caption-text">Hélio Costa matando a fome. Fotos: Palhares Press.</p></div>
<div id="attachment_10515" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10515" title="donc-ACI-13" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-13.jpg" alt="Raul e Osmar" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Raul Sartori e Osmar Schlindwein tricotando</p></div>
<div id="attachment_10504" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10504" title="donc-ACI-02" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-02.jpg" alt="Raul e Osmar" width="500" height="303" /><p class="wp-caption-text">Momento da conversinha ao pé do ouvido</p></div>
<div id="attachment_10513" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10513" title="donc-ACI-11" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-11.jpg" alt="Gilberto" width="500" height="311" /><p class="wp-caption-text">Gilberto Gonçalves reabastece a serpentina</p></div>
<div id="attachment_10514" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10514" title="donc-ACI-12" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-12.jpg" alt="Carol, Imara e Hélio" width="500" height="297" /><p class="wp-caption-text">À esquerda a Carol (do Fenelon). E a Imara conta as últimas pro Hélio</p></div>
<div id="attachment_10512" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10512" title="donc-ACI-10" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-10.jpg" alt="Moacir e Mafalda" width="500" height="302" /><p class="wp-caption-text">O AC Mafalda (de barba), atualiza o Moacir Pereira</p></div>
<div id="attachment_10511" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10511" title="donc-ACI-09" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-09.jpg" alt="Fenelon, Osmar e Roberto" width="500" height="309" /><p class="wp-caption-text">Fenelon, Osmar Teixeira e Roberto Alves. Papo animado.</p></div>
<div id="attachment_10510" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10510" title="donc-ACI-08" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-08.jpg" alt="Fenelon, Osmar e Roberto" width="500" height="272" /><p class="wp-caption-text">A conversa tava boa, deu até pra fazer uma série</p></div>
<div id="attachment_10509" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10509" title="donc-ACI-07" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-07.jpg" alt="Fenelon, Osmar e Roberto" width="500" height="278" /><p class="wp-caption-text">Esses três guardam boa parte da história do rádio e da TV de SC</p></div>
<div id="attachment_10507" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10507" title="donc-ACI-05" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-05.jpg" alt="Thomas" width="500" height="280" /><p class="wp-caption-text">Olhaí o Cláudio Thomas (que saiu da RBS em novembro) </p></div>
<div id="attachment_10508" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10508" title="donc-ACI-06" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-06.jpg" alt="Lúcia Helena e Rossani Thomas" width="500" height="291" /><p class="wp-caption-text">Lúcia Helena põe a conversa em dia com a Rossani Thomas</p></div>
<div id="attachment_10505" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10505" title="donc-ACI-03" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-03.jpg" alt="Roberto e Rossani" width="500" height="312" /><p class="wp-caption-text">Roberto (do Fluminense) ouve, concentrado, a Rossani</p></div>
<div id="attachment_10503" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10503" title="donc-ACI-01" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-ACI-01.jpg" alt="Débora" width="500" height="302" /><p class="wp-caption-text">A simpática Déborah Almada, feliz com o sucesso da festa</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/12/donc-em-dia-de-caras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os profissionais</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/01/os-profissionais-2/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/01/os-profissionais-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 11:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10457</guid>
		<description><![CDATA[País da piada pronta é isso aí. Estava remexendo no arquivo fotográfico da Presidência da República quando esbarrei com a cena retratada abaixo. A foto “antiga” (ainda tem o Palocci!) foi feita em abril durante o lançamento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego, em Brasília. Os três ficaram diante de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>País da piada pronta é isso aí. Estava remexendo no arquivo fotográfico da Presidência da República quando esbarrei com a cena retratada abaixo. A foto “antiga” (ainda tem o Palocci!) foi feita em abril durante o lançamento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego, em Brasília. Os três ficaram diante de um painel que, adequadamente, pedia formação qualificada. Tá certo: política profissional é com eles mesmo.</p>
<div id="attachment_10453" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10453" title="donc-profissionais-cor" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-profissionais-cor.jpg" alt="Os profissionais" width="500" height="265" /><p class="wp-caption-text">Os nomes dos personagens foram colocados por mim. Foto de Roberto Stuckert Filho/PR</p></div>
<p><strong>EM TEMPO</strong></p>
<p>E pra quem os três profissionais estão olhando com tanta severidade? Para a &#8220;amadora&#8221; Diuma (ops, não se pode brincar com a grafia do nome da presidente presidenta. É Dillma com ele). Olha só que gracinha, os três profissionais aplaudindo no mesmo ritmo.</p>
<div id="attachment_10461" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10461" title="donc-profissionais2-cor" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-profissionais2-cor.jpg" alt="Dilma e os profissionais" width="500" height="331" /><p class="wp-caption-text">O mesmo evento da foto anterior, em outro momento. Pelo mesmo fotógrafo.</p></div>
<p>Por falar em profissionais e amadores, tenho a impressão que a Diuma, digo, a Dilma, esperou pra ver se os jornalões e revistonas conseguiam produzir alguma coisa mais consistente contra o ministro da boca grande. Como a coisa estava fraca e o sangramento lento, quase parando, aparece agora a Comissão de Ética Pública, ligada à Presidência da República, dando o tiro de misericórdia: não é pouca coisa um órgão situado no miolo do Poder Executivo recomendar à presidente presidenta, a exoneração de um ministro.</p>
<p>Dirá o Maneca Dias (que é fiel escudeiro, junto com sua Dalva Dias, do Lupi) que isso não é nada. Em 2007 a mesma Comissão de Ética Pública já recomendara, ao presidente da República (Lula, lembram?), a exoneração do imexível. E o que aconteceu? Nadica de nada. Ora, se o Lula, que era o Lula (também um grande profissional, temos que admitir), agasalhou o falastrão, será que a Dillma terá peito (epa!) para enfrentá-lo?</p>
<p>Bom, mesmo que continue ministro Lupi é, cada vez mais, um cadáver insepulto. Aliás, da foto lá de cima, o único que ainda está em pleno exercício do profissionalismo (até porque não exerce cargo demissível), é o marajá maranhense, velho matreiro de sete vidas, ricaço em estado de miseráveis. Grande profissional.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/12/01/os-profissionais-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Nossa brahma é a polar&#8221;</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/11/23/nossa-brahma-e-a-polar/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/11/23/nossa-brahma-e-a-polar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 21:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10424</guid>
		<description><![CDATA[Como em todo lugar, no Rio Grande do Sul tem mala e tem gente boa. A parte boa produziu gaúchos bem humorados, que sabem rir de si mesmos, que em geral são cultos e generosos. Sei disso porque morei em Porto Alegre três vezes. Numa delas, passei um ano viajando pelo interior, como repórter do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como em todo lugar, no Rio Grande do Sul tem mala e tem gente boa. A parte boa produziu gaúchos bem humorados, que sabem rir de si mesmos, que em geral são cultos e generosos. Sei disso porque morei em Porto Alegre três vezes. Numa delas, passei um ano viajando pelo interior, como repórter do programa Campo &#038; Lavoura, da TV Gaúcha. E, em Florianópolis, desde a década de 70 que sou minoria em mesa de jornalistas, nos bares da cidade, de tanto gaúcho que se mudou pra cá. Vieram para Santa Catarina representantes de todos os tipos. Os que são do bem, são excelentes para ser ter como amigos. Os malas, melhor guardar distância.</p>
<p>Uma amiga (gaúcha, claro) chamou minha atenção para este fantástico vídeo, comemorativo da semana Farroupilha, em que os gaúchos tratam o jeitão gaúcho de ser com a graça, a leveza e o humor dos&#8230; gaúchos.</p>
<p>Só faria uma correção: vários dos bons gaúchos que conheço cantariam o refrão, com todo gosto, desta forma: &#8220;E, só pra humilhar, nossa brahma é a polar&#8221;. Olha só:</p>
<p><iframe width="500" height="284" src="http://www.youtube.com/embed/g83pNXykGA8?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>EM TEMPO</strong></p>
<p>Pra quem é jovem ou, de tão velho já não lembra mais, o título deste post e a brincadeira fazem referência àquela lenda do rádio esportivo que tem como protagonista o inenarrável Claudiomiro. No tempo em que Brahma e Antarctica eram concorrentes (hoje as duas são da Ambev), a Antarctica homenageava o melhor jogador do campeonato, ou coisa parecida, mandando um engradado de cerveja. Garante quem conta a história que o autor da frase foi o lendário Claudiomiro, do Inter que, sensibilizado com o presente, tratou de mencioná-lo ao microfone da rádio Guaíba, numa das entrevistas de final de jogo: &#8220;Quero agradecer à Antarctica pelas caixas de brahma que me mandou!&#8221;</p>
<p>Naturalmente, como ensina o mestre Emílio Cerri, a marca Brahma, de tão enraizada no coração e no fígado dos gaúchos, já virara sinônimo de cerveja. Fenômeno semelhante ao que ocorre com outras marcas, como Gilette, por exemplo. Claudiomiro (e, acho, toda a lotação do Grenal), quando falava em tomar umas brahma, estava dizendo apenas que ia tomar umas cervejas. Que podiam ser Antarctica, Serramalte ou&#8230; Polar.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/11/23/nossa-brahma-e-a-polar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As asas da liberdade</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/11/15/as-asas-da-liberdade/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/11/15/as-asas-da-liberdade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 07:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10389</guid>
		<description><![CDATA[Imagino que todos saibam por que hoje é feriado. Relembro, para os mais distraídos: há 122 anos, no dia 15 de novembro, a monarquia brasileira foi extinta e criou-se uma república presidencialista. O Marechal Deodoro da Fonseca assumiu, provisoriamente, a presidência. Neste país de paz e boa conversa, o Imperador D. Pedro II e sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10390" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/11/DONC-15-cabeca.jpg" alt="titulo" title="DONC-15-cabeca" width="500" height="465" class="size-full wp-image-10390" /><p class="wp-caption-text">...</p></div>
<p>Imagino que todos saibam por que hoje é feriado. Relembro, para os mais distraídos: há 122 anos, no dia 15 de novembro, a monarquia brasileira foi extinta e criou-se uma república presidencialista. O Marechal Deodoro da Fonseca assumiu, provisoriamente, a presidência. Neste país de paz e boa conversa, o Imperador D. Pedro II e sua família, destituídos do trono, viajaram sem grandes incidentes para Portugal, no dia 17 de novembro.</p>
<p>Claro, se a gente for examinar direito, vai ver que Deodoro não queria se meter nessa história, mas aceitou, a contragosto, e marcaram o golpe militar para o dia 20. No dia 14 surgiu o boato que o governo mandaria prender os líderes do movimento (que devia ser tão secreto que todo mundo sabia quem eram). E o golpe foi antecipado para o dia 15 (ainda bem, porque senão hoje não estaríamos de folga).</p>
<p>No dia 19 de novembro de 1889 o governo provisório lançou a nova bandeira da nova república, que é essa que está lá no alto da página, que nós conhecemos e que nos identifica, até hoje, como nação. Adaptada (acho que às pressas) da bandeira anterior, manteve as cores da família imperial: o verde, o amarelo, o azul e o branco. Com o passar dos anos adotou-se, popularmente, a interpretação de que o verde seria das matas, o amarelo das riquezas, o azul do céu e o branco da paz.</p>
<p>Pois bem, depois de uma monarquia que durou 67 anos, embarcamos numa república que, 122 anos depois, ainda está na adolescência. Temos tido algumas crises, recaídas, febres, ataques de melancolia e uma danada de uma corrupção que não sara. Coça aqui, coça ali, quando a gente acha que cicatrizou uma pústula, abre outra, ainda mais fedorenta.</p>
<p>Mas a gente vai levando.</p>
<p>Aos poucos, estamos aprendendo. Já conseguimos fazer eleições periódicas, sem sobressaltos e sem golpes militares. O próximo passo é aprender como escolher os candidatos sem levar gato por lebre.<br />
Para comemorar este dia, além do Brasão e da Bandeira da República, trouxe alguns versos do Hino à Proclamação da República:</p>
<blockquote><p>Liberdade! Liberdade!<br />
Abre as asas sobre nós!</p>
<p>Mensageiros de paz, paz queremos,<br />
É de amor nossa força e poder<br />
Seja o nosso País triunfante,<br />
Livre terra de livres irmãos!</p>
<p>Liberdade! Liberdade!<br />
Abre as asas sobre nós!</p></blockquote>
<p>Pena que esta página não tenha som*, senão mostraria também algumas frases musicais desse Hino, que são muito bonitas. O início e o estribilho, por exemplo, são bem legais. No conjunto, é claro, tem aquela formalidade dos hinos militares e a letra usa uma porção de palavras eruditas e pedantes, o que atrapalha a compreensão. Mas, dos hinos que temos, é um dos mais melodiosos e expressivos. Ah, a letra é do Joaquim de Medeiros e Albuquerque e a música do Leopoldo Miguez.</p>
<p><em>*No jornal não tem som, mas aqui a coisa é diferente. Olha só:</em></p>
<p><iframe width="500" height="369" src="http://www.youtube.com/embed/Fe-ybwJLgLg?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/11/15/as-asas-da-liberdade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rescaldo</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/11/13/rescaldo/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/11/13/rescaldo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 17:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10385</guid>
		<description><![CDATA[Em meados de agosto comecei a planejar uma viagem que faria, com a Lúcia, usando um saldo de milhas de um programa de fidelidade de companhia aérea. Parecia simples: tinhamos milhas suficientes para ir de classe executiva e voltar de turística. Claro que aos poucos a coisa foi complicando: as empresas reservam, para as tarifas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em meados de agosto comecei a planejar uma viagem que faria, com a Lúcia, usando um saldo de milhas de um programa de fidelidade de companhia aérea. Parecia simples: tinhamos milhas suficientes para ir de classe executiva e voltar de turística. Claro que aos poucos a coisa foi complicando: as empresas reservam, para as tarifas &#8220;promocionais&#8221;, um número pequeno de poltronas em cada vôo. Para as viagens-prêmio, menos ainda.</p>
<p>Se quisessemos gastar o dobro ou mais de milhas, poderia escolher o vôo e adquirir a passagem até com poucos dias de antecedência. Mas os duros, que nem nós, que querem voar com aquela quantia mínima divulgada nas propagandas pega-trouxa, têm que passar por um calvário telefônico antes de conseguir.</p>
<p>A tarifa que eu estava à procura era de 40 mil milhas (ou pontos) na executiva e 20 mil milhas na econômica, por trecho, por pessoa. Da América do Sul para a América do Norte. Descobri, pela voz de desânimo das atendentes e dos atendentes, que voar com essas milhas é mais ou menos uma loteria. Pode ser que se consiga, mas é provável que não. Se eu tivesse ou quisesse gastar o dobro, a conversa seria mais fácil.</p>
<p>Passei horas incontáveis ao telefone, em horários variados (para pegar início de turno e dia em que as empresas liberam a lista das poltronas para uso em prêmio). Consegui uma ida razoável, embora esquisita: chegaria de manhã cedo a Chicago e só às nove e meia da noite prosseguiria a viagem, para San Francisco, nosso destino final. Como a gente iria de executiva e ainda não conheciamos Chicago, resolvemos topar. Teriamos um dia inteiro para andar pela cidade.</p>
<p>A volta foi mais complicada. Primeiro, conseguimos um vôo que, via Houston, pousaria em Buenos Aires. Algumas horas depois, continuariamos, rumo a São Paulo. E dali, para Florianópolis. Além do trajeto estranho, era alguns dias antes do que pretendiamos retornar. A estratégia, quando se tenta usar milhas para obter vôos &#8220;de graça&#8221; é bilhetar o que conseguir e depois ficar ligando pra ver se liberou alguma coisa melhor. E assim fiz. Semanas depois, consegui uma nova rota, que não era muito menos estranha: De San Francisco à cidade do México e dali a São Paulo. Parecia bom. Exceto pelo fato de que chegaríamos ao México às 4 da manhã e sairíamos às 5 da tarde. E que chegariamos a São Paulo às 7 da manhã e sairíamos para Florianópolis às três e meia da tarde.</p>
<p>Conseguimos esse vôo do México para o Brasil porque era o vôo inaugural da TAM. Devia estar meio vazio e com poltronas disponíveis para essa gente que insiste em levar a sério as propagandas dos programas de fidelidade. E era no dia em que pretendiamos mesmo retornar. O longo tempo de espera no aeroporto poderia ser aliviado com estadias de algumas horas no hotel que tem dentro do aeroporto do México e no hotel que tem dentro do aeroporto de Guarulhos. Depois de um vôo longo na classe turística, poder tomar um banho, trocar de roupa, esticar as pernas e cochilar um pouco na horizontal, faz toda a diferença.</p>
<p>E entre o começo da preparação dessa viagem e sua realização, apareceu, inesperadamente, a oportunidade de fazer uma outra viagem, à Itália. Desta vez, sem usar milhas, mas com orçamento apertado.</p>
<p>Em resumo: saí de Florianópolis dia 19 de setembro, fui à Itália, voltei dia 5 de outubro, troquei de roupa, refiz a mala e dia 10 já estava partindo novamente. Voltei dia 31 e dia 2 de novembro &#8220;mudei-me&#8221; para Itajaí, de onde retornei ontem. Uma maratona de quase dois meses de hotéis, aviões, ônibus, taxis, bondes, metros, carros alugados que gerou alguns milhares de megabytes de imagens fixas e em movimento, que ficam resmungando, reclamonas, querendo que eu trate de organizá-las.</p>
<p>Apesar da dificuldade de arranjar tempo, no meio das atividades que, por causa das viagens, ficaram acumuladas, atrasadas e agora precisam ser enfrentadas, organizar as lembranças de viagem é como viajar novamente. E para mostrar aos amigos, manda a boa educação que a gente faça um resumo, de alguns minutos, com poucas fotos, de cada trecho. Submeter os amigos a longas sessões de fotos e videos não editados, que se arrastam por horas, é grosseria inominável. Eles não merecem. Mas contar visualmente uma viagem de 15 dias em 15 minutos, é perfeitamente aceitável. O grande problema é o trabalho que dá editar centenas de fotos, descartar a maioria e manter apenas o que é realmente significativo para a narração.</p>
<p>Bom, nos próximos dias e semanas este blog vai retornar, aos poucos, seu ritmo normal, de olho nas maracutaias capitalinas. Talvez volte a falar de viagens em outro blog, só sobre isso, mas ainda não decidi. Se resolver, aviso.</p>
<p>Bom resto de feriado pra vocês, abs.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/11/13/rescaldo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olha ele aí!</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/30/olha-ele-ai/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/30/olha-ele-ai/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 16:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10347</guid>
		<description><![CDATA[Ontem, último dia em San Francisco, fomos dar uma passeadinha na feirinha do Ferry Building, no Embarcadero. Por ali tem um acampamento dos &#8220;protestantes&#8221; contra o capitalismo. E, no meio de um bolinho de gente, discursando, estava adivinha quem? Ele mesmo, o Michael Moore. Ainda mais gordo, mas sempre aplaudido pela turma &#8220;anti-sistema&#8221;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10349" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10349" title="donc-moore2" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/donc-moore2.jpg" alt="Ferry building" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Lá no fundo, o Ferry Building. Aqui, a aglomeração dos &quot;protestantes&quot;. Fotos: Palhares Press</p></div>
<p>Ontem, último dia em San Francisco, fomos dar uma passeadinha na feirinha do Ferry Building, no Embarcadero. Por ali tem um acampamento dos &#8220;protestantes&#8221; contra o capitalismo. E, no meio de um bolinho de gente, discursando, estava adivinha quem? Ele mesmo, o Michael Moore. Ainda mais gordo, mas sempre aplaudido pela turma &#8220;anti-sistema&#8221;.</p>
<div id="attachment_10348" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10348" title="donc-moore1" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/donc-moore1.jpg" alt="Michael Moore" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Pra quem não ligou o nome à pessoa: o cara com o boné é o Michael Moore</p></div>
<div id="attachment_10350" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10350" title="donc-moore3" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/donc-moore3.jpg" alt="Moore" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">&quot;Capitalism: a love story&quot; é um dos seus últimos documentários.</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/30/olha-ele-ai/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lá como cá&#8230;</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/24/la-como-ca-2/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/24/la-como-ca-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 21:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10313</guid>
		<description><![CDATA[A (des)confiança nos políticos é um fenômeno universal. Um dos candidatos a xerife de San Francisco (nos EUA) faz questão de anotar, nos seus cartazes, que seu diferencial é a experiência, não a política. Tal e qual. Na segurança pública catarinense tivemos experiências recentes com xerifes políticos e vimos no que deu. Por falar nisso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A (des)confiança nos políticos é um fenômeno universal. Um dos candidatos a xerife de San Francisco (nos EUA) faz questão de anotar, nos seus cartazes, que seu diferencial é a experiência, não a política. Tal e qual. Na segurança pública catarinense tivemos experiências recentes com xerifes políticos e vimos no que deu.</p>
<p>Por falar nisso, continua dando, com roubos de caixas eletrônicos a cada 48 horas, polícia militar invisível, 190 ocupado, falta de efetivo, etc e tal.</p>
<div id="attachment_10314" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10314" title="donc-sf-sheriff" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/donc-sf-sheriff.jpg" alt="SF Sheriff" width="500" height="298" /><p class="wp-caption-text">Foto: Palhares Press</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/24/la-como-ca-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como assim, dois passaportes?</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/13/como-assim-dois-passaportes/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/13/como-assim-dois-passaportes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 07:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10264</guid>
		<description><![CDATA[Depois de 11 de setembro de 2001 o mundo mudou. E uma das atividades humanas mais atingidas pela natural e compreensível paranóia (ou temor real) que se instalou, foi o turismo. Ficou mais chato viajar, principalmente para quem não é louro alto de olhos azuis. As histórias que começaram a correr mundo, de maus tratos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de 11 de setembro de 2001 o mundo mudou. E uma das atividades humanas mais atingidas pela natural e compreensível paranóia (ou temor real) que se instalou, foi o turismo. Ficou mais chato viajar, principalmente para quem não é louro alto de olhos azuis.</p>
<p>As histórias que começaram a correr mundo, de maus tratos nas fronteiras, de vistorias vexatórias nos aeroportos, acabaram desanimando alguns viajantes.</p>
<p>Eu perdi, por muito tempo, interesse nos Estados Unidos. Sempre que tinha oportunidade de viajar, escolhia outros destinos.</p>
<p>Até que este ano resolvi quebrar um jejum de mais de uma década. E já estava até com entrevista agendada, no consulado norte-americano, para requerer o visto, quando descobri, num velho passaporte, um velho visto ainda válido.</p>
<p>Tinha sido emitido em 2002, ano em que fui ao Canadá (para ter o visto canadense era preciso ter o visto dos Estados Unidos, porque o avião, ora vejam só, sobrevoa o território de tio Sam) e vale até 2012.</p>
<p>Livre da chateação (e das despesas) de ter que ir até São Paulo para a entrevista, a viagem já começou a ficar mais interessante. Com visto válido, mesmo em passaporte antigo, basta viajar levando os dois passaportes: o que está em vigor e o que tem o visto.</p>
<p>E, a esta altura, passar pelas inspeções de segurança já virou rotina: tira o cinto, tira o sapato, tira o laptop da mochila, coloca tudo (mochila e casaco incluídos) na esteira e passa pelo detetor de metais.</p>
<p>Anteontem, para pegar o vôo doméstico entre Chicago e San Francisco, passei pela primeira vez pelo scanner corporal, aquele que nos mostra sem roupa para um policial. A imagem que ele vê é esquematizada. Não aparecem com nitidez os detalhes anatômicos. Mas aparece tudo o que está nos bolsos. Ou se tem alguma coisa em outros orifícios. Como tudo isso é inevitável o jeito, como bem recomendou a Marta Suplicy, é relaxar.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/13/como-assim-dois-passaportes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Viajandão, hem?</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/10/viajandao-hem/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/10/viajandao-hem/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 22:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10258</guid>
		<description><![CDATA[Na coluna &#8220;De Olho na Capital&#8221; que o DIARINHO publica amanhã, inicio uma seção &#8220;Na estrada com tio Cesar&#8221;, para falar um pouco de viagens. Não necessariamente das minhas viagens, mas principalmente do que aprendi viajando. Quem acompanha este blog já deve ter desconfiado que gosto muito de viajar. E gosto de falar sobre viagens. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na coluna &#8220;De Olho na Capital&#8221; que o DIARINHO publica amanhã, inicio uma seção &#8220;Na estrada com tio Cesar&#8221;, para falar um pouco de viagens. Não necessariamente das minhas viagens, mas principalmente do que aprendi viajando.</p>
<p>Quem acompanha este blog já deve ter desconfiado que gosto muito de viajar. E gosto de falar sobre viagens. Nem sempre me sinto à vontade, porque acho que tem gente que pensa que, ao falar sobre turismo no exterior, estou me exibindo. E não é nada disso. Viajar é uma necessidade vital. Assim como respirar e alimentar-se. E se engana quem pensa que a principal coisa para viajar é o dinheiro. Tem gente rica que faz viagens horrorosas. Tem gente com dinheiro sobrando que não consegue ver graça em conhecer lugares novos e nem sente prazer ao descobrir cidades, bares, museus ou cantinhos esquecidos mundo afora.</p>
<p>Viajar e gostar de viajar, portanto, não tem nada a ver com dinheiro. Tem a ver, claro, com cultura, com curiosidade, com informação, com aprendizado.</p>
<p><strong>MARAVILHAS DA INTERNET</strong></p>
<p>Minha primeira viagem ao exterior, nos idos da década de 70, foi muito difícil de ser planejada. Era preciso encontrar mapas (impressos em papel), folhetos nas embaixadas e consulados, alguns artigos de revistas, colecionados ao longo dos anos, talvez livros (escritos, em alguns casos, décadas antes).</p>
<p>Há alguns dias, terminei uma viagem sentimental à Itália, com dois grandes amigos, que pude planejar integralmente sem sair de casa, apenas utilizando o computador. Google Maps, Google Earth e mais uma meia dúzia de ferramentas, permitiram que eu conhecesse cada palmo da viagem antes de começá-la. E aviões, trens, carros e hotéis foram lozalizados, reservados e, quando era o caso, comprados, também pela internet. E, como conseguimos comprovar na prática, com minúscula margem de erro.</p>
<p>O planejamento foi tão minucioso, que embora tenhamos feito grandes percursos de carro, não precisei de GPS (a mágica maquininha que diz por onde devemos ir para chegar onde queremos). Do sul ao norte da Itália sem GPS. E sem ficar perdido por mais de dez minutos. A única vez em que perdi a entrada de uma autoestrada (queriamos ir para Veneza), acabei parando em Florença. E ninguém se queixou desse pequeno desvio.</p>
<p>Claro que é preciso um certo cuidado, ao planejar uma viagem pela internet. Há inúmeros sites onde usuários comentam hotéis, cidades, restaurantes. Não se deve ignorar o que dizem, mas também não se pode tomar ao pé da letra.</p>
<p>Vejam só: em Milão, ficamos num hotel ótimo que tinha a particularidade de ter cada quarto de um tamanho. Por causa do formato triangular do prédio, os quartos mais à direita eram maiores e os à esquerda eram menores. Como dei sorte de pegar um dos grandes, com sacada, achei tudo fantástico. Mas imagino que o ocupante do quarto mais à esquerda, não deve ter uma opinião muito legal do hotel.</p>
<p>Ou seja, tem que tomar um certo cuidado tanto com opiniões muito negativas, quanto muito positivas. E tentar encontrar um certo padrão, relacionando qualidade e preço, para poder achar na internet lugares que não nos decepcionem quando conhecemos &#8220;ao vivo&#8221;.</p>
<p><strong>NA ESTRADA, DE NOVO</strong></p>
<p>Este ano acabei viajando mais do que tinha planejado. Depois de ter começado o ano na Escócia, achei que ficaria quieto o resto do ano. Mas acabei acompanhando Medaglia e Lanzetta à Itália. Eles foram em busca dos lugares de onde seus antepassados saíram para ir para o Brasil e eu fui de curioso. E agora, depois de quase 30 anos, vou voltar a San Francisco, nos EUA. Foi lá que comprei minha primeira filmadora super 8. E são de lá as primeiras imagens em movimento do acervo familiar. Agora vou tentar registrar os mesmos lugares, com minha pequena câmera que, apesar do tamanho e da simplicidade de operação, grava em alta definição. E nem precisa mandar para um laboratório para revelar.</p>
<p>Na volta, pra matar a saudade das redações e desacelerar, vou passar uns dias em Itajaí, ajudando a editar o DIARINHO. O que não deixa também de ser uma viagem.</p>
<p>Agora tenho que ir, que estão chamando para o embarque. Boa semana para vocês.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/10/10/viajandao-hem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Ferrari no pedágio</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/30/o-problema-da-ferrari/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/30/o-problema-da-ferrari/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 17:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10217</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="500" height="284" src="http://www.youtube.com/embed/xWPnEWWYmK8?rel=0&amp;hd=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/30/o-problema-da-ferrari/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Roteiro</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/30/roteiro/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/30/roteiro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 04:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10212</guid>
		<description><![CDATA[A pedido, um resumo do nosso roteiro italiano (em várias cidades demos uma passada relativamente rápida, de meio dia ou algumas horas): Começou em Roma, porque &#8220;todos os caminhos&#8230;&#8221; Ou, &#8220;quem tem boca&#8230;&#8221; De trem para Napoli e de lá, de carro. SUL: Napoli &#8211; Cava dei Tirreni (pra visitar a península amalfitana) &#8211; Morano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pedido, um resumo do nosso roteiro italiano (em várias cidades demos uma passada relativamente rápida, de meio dia ou algumas horas):</p>
<p>Começou em Roma, porque &#8220;todos os caminhos&#8230;&#8221; Ou, &#8220;quem tem boca&#8230;&#8221;</p>
<p>De trem para Napoli e de lá, de carro.</p>
<p>SUL: Napoli &#8211; Cava dei Tirreni (pra visitar a península amalfitana) &#8211; Morano Calabro (onde ficamos hospedados) &#8211; Castrovillari &#8211; Cosenza &#8211; Pizzo &#8211; Catanzaro &#8211; Marina di Sibari &#8211; Trebisacce.</p>
<p>Trem para Bologna e, novamente, carro.</p>
<p>NORTE (sem o Lanzetta, que teve que voltar pra trabalhar): Bologna &#8211; Castel San PIetro Terme (hospedagem) &#8211; Florença &#8211; Veneza &#8211; Modena (com Maranello, claro).</p>
<p>Trem Bologna &#8211; Milão. E, se der, uma visita a Locarno, na Suíça, pro Mário ver o saldo das contas bancárias. E comer um chocolatinho.</p>
<p>O retorno será de Milão.</p>
<p>Experimentamos a culinária local (que tem a estranha propriedade de fazer a roupa encolher) e o dinheiro contado só deu pra tomar vinhos e cervejas nacionais. Mas não anotamos receitas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/30/roteiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Máquina do tempo</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/20/maquina-do-tempo/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/20/maquina-do-tempo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 22:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10171</guid>
		<description><![CDATA[Imagino que todos vocês conheçam essas fantásticas ferramentas de descobrir o nosso mundo e de viajar de graça, que são o Google Maps (maps.google.com) e o Google Earth (earth.google.com). O primeiro está disponível em qualquer “browser”, o programa com que vocês acessam a internet (Explorer, Firefox, Chrome, Safari, etc). O segundo, precisa “baixar” e instalar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagino que todos vocês conheçam essas fantásticas ferramentas de descobrir o nosso mundo e de viajar de graça, que são o Google Maps (maps.google.com) e o Google Earth (earth.google.com). O primeiro está disponível em qualquer “browser”, o programa com que vocês acessam a internet (Explorer, Firefox, Chrome, Safari, etc). O segundo, precisa “baixar” e instalar no computador, para só então poder  “navegar”.</p>
<p>Pois bem, o Google Earth, entre outras novidades, agora nos dá a possibilidade de ver a mesma região em fotos mais antigas. Nas vistas de Itajaí, por exemplo, tem-se duas opções: a “atual”, que é de 2009, e a anterior, que é de 2004. Em outras cidades e regiões, há mais opções e fotos até  mais antigas. Dá pra ver se o “progresso” está fazendo bem ou mal.</p>
<div id="attachment_10172" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10172" title="donc-itajai2004-googlearth-cor" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/09/donc-itajai2004-googlearth-cor.jpg" alt="Itajaí 2004" width="500" height="257" /><p class="wp-caption-text">Área do mercado público de Itajaí em 2004</p></div>
<div id="attachment_10173" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10173" title="donc-itajai2009-googlearth-cor" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/09/donc-itajai2009-googlearth-cor.jpg" alt="Itajaí 2009" width="500" height="241" /><p class="wp-caption-text">Área do mercado público de Itajaí em 2009</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/20/maquina-do-tempo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Futebol e política</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/02/futebol-e-politica-2/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/02/futebol-e-politica-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 13:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10112</guid>
		<description><![CDATA[Entre as poucas coisas que acho que aprendi ao longo da minha já cansativa vida, foi que os fanáticos (ou que nome tenham os fãs apaixonados, os militantes e os torcedores) se parecem, independentemente do objeto de sua adoração. Um corintiano doente quer que o palmeirense morra (e vice versa) pelo simples fato de não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as poucas coisas que acho que aprendi ao longo da minha já cansativa vida, foi que os fanáticos (ou que nome tenham os fãs apaixonados, os militantes e os torcedores) se parecem, independentemente do objeto de sua adoração.</p>
<p>Um corintiano doente quer que o palmeirense morra (e vice versa) pelo simples fato de não torcer pelo curínthia. As brigas entre <em>hooligans</em> não ocorrem por algum motivo específico, mas pela simples e genérica razão de que &#8220;os outros&#8221; precisam apanhar por serem &#8220;os outros&#8221;.</p>
<p>Na política é a mesma coisa: &#8220;os outros&#8221; são o demônio. Basta ver como tucanos ressentidos se referem ao Lula e como os petistas encravados se referem ao FHC. Os militantes dos ídolos da política nem sempre chegam às vias de fato, em quebra-quebras e agressões físicas como seus colegas do esporte, mas conseguem ser igualmente agressivos na sua intolerância. E, como todos os demais, cegos.</p>
<p>Faço blogs desde 2001. Meu primeiro blog foi feito durante uma greve de jornalistas, para falar da greve e mobilizar e informar os companheiros. Desde aquela época, portanto, sei como os comentaristas se comportam. Ou não se comportam. Porque, ainda que a maioria estivesse em greve, havia colegas irritados conosco porque a greve poderia terminar (como terminou) na demissão de todos e alguns fura-greves nos atribuíam a autoria de todos os males da empresa e do mundo.</p>
<p>Depois, com outros blogs, sempre que tocava num assunto sensível, recebia uma enxurrada de comentaristas de ocasião. São aqueles que não frequentam o blog, não o lêem com frequencia mas, estimulados por alguém &#8212; &#8220;vai lá, o cara tá falando isso, vamos dar uma resposta a ele, ele não pode ficar falando essas coisas sem ter uma reação, conto com vocês&#8221; &#8211;, aparecem naquele post específico e deixam uma canelada, uma patada ou uma chifrada, dependendo do assunto.</p>
<p>Farra do boi, por exemplo. Atrai carradas de gente. Posts de catarinenses sobre gaúchos, também. O fato é que muitos leitores de blog (e de qualquer coisa na internet) lêem superficial e apressadamente, formam um juízo definitivo em poucos segundos e em menos de um minuto já estão escrevendo seu comentário, descendo o cacete ou elogiando. Ninguém pensa muito. E como o analfabetismo funcional é um fenômeno mais ou menos disseminado, poucos conseguem ler e entender corretamente. Mesmo assim, emitem suas sentenças de morte ou de danação perpétua, instantaneamente.</p>
<p>Sem falar que, ao que tudo indica, a crítica, o debate, não são coisas muito bem vistas em muitos círculos. Querem exemplo mais claro do que a reação ao &#8220;deputadômetro&#8221; que a Facisc tentou implantar? Tratava-se da visão crítica de um setor da sociedade, sobre seus representantes. E foi tratado como ofensa inaceitável. O sujeito que inventou o inacreditável (e, pra mim, inaceitável) conceito de &#8220;crítica construtiva&#8221;, conhecia a alma dessa gente que morre de medo de uma boa e acalorada discussão.</p>
<p>Até mesmo em ambientes universitários, quando acontece alguma discussão (que seria, de qualquer forma, uma coisa boa, porque é da discussão que nasce a luz), muita gente tenta encerrar o assunto, &#8220;separar&#8221; os contendores, porque considera &#8220;baixaria&#8221;. Nas campanhas políticas, sempre que um candidato começa a falar mais criticamente sobre outro e o debate fica realmente interessante, porque os ânimos se aquecem e os podres podem aparecer, a turma do pântano de idéias mornas vem com a lenga-lenga da &#8220;baixaria&#8221; pedindo para &#8220;baixar a bola&#8221;.</p>
<p>Numa discussão (ou debate), mesmo em altos brados, a gente aprende muito. Tanto com quem eventualmente acusa (que, ao acusar, revela-se mais do que talvez gostaria), quanto com quem se defende, porque o modo como estrutura sua defesa também demonstra muita coisa. Defender-se acusando, defender-se desqualificando, defender-se quebrando coisas para distrair a atenção, são dados relevantes que o observador pode usar para ampliar seu conhecimento do mundo, da vida e daqueles contendores em especial.</p>
<p>Bom, mas porque a turma lê mal e às pressas e ofende com facilidade, dei-me ao trabalho, durante algum tempo, de moderar previamente os comentários aqui no blog: só liberava os que eu achava que devia e jogava no lixo os que não gostava. Afinal, este não é um espaço público. E quem quiser falar mal de mim, pode perfeitamente abrir um blog (é grátis). Não precisa depender da minha infraestrutura para isso. Mas cansei disso. É um trabalho a mais. Além de eventualmente escrever alguma coisa, ainda tinha que ler e aprovar ou reprovar.</p>
<p>Aí, no começo deste ano, resolvi liberar os comentários e vi que houve uma evolução. Diferentemente dos primeiros tempos dos blogs, quando o nível de ofensas e bobagens era grande, agora elas ocorrem num nível e num volume perfeitamente aceitável. E se estabelece um diálogo entre os comentaristas que às vezes é mais interessante que o próprio post que os originou.</p>
<p>Claro que aquele fenômeno dos visitantes ocasionais, que aparecem apenas para dar um cacete num determinado post que mexeu com alguma sensibilidade especial ainda continua, mas mesmo esses têm se comportado de forma razoável. Deixam, por exemplo, a mãe de fora. O que é um progresso.</p>
<p>Desde que comecei a fase mais recente, com o blog que transcreve a coluna &#8220;De Olho na Capital&#8221;, publicada no Diarinho, tenho falado mais de política regional. E aí, irritado mais os militantes. Comecei com isso em agosto de 2005 (opa, já completamos cinco anos!). E de lá pra cá, um mesmo grupo governa SC. Era LHS e agora seu sucessor, da mesma coligação, embora com estilo diferente, é o Raimundo. E, na prefeitura da capital, um aliado deles. Portanto, tenho inticado nesse tempo todo sempre com a mesma turma pela simples razão que eles são governo.</p>
<p>Aí, de tempos em tempos, aparece alguém, nos comentários, querendo saber por que não intico com o Amin. E que se só vejo a nudez rechonchuda do Colombo ou a magreza do Dário, é porque sou &#8220;do Amin&#8221;. Bobagem: quem tem a caneta, quem mexe com dinheiro, quem faz coisas que influem no nosso dia a dia, é quem está no poder. Querem dar, a quem está fora do poder e é minoria, uma importância que não têm, apenas para desviar a atenção de quem realmente importa? Acredito que só colunistas a soldo da oposição ficarão o tempo todo falando de quem não está no governo. Se o governador fosse o Amin, seria a careca dele que estaria nas fotos do blog e seria sobre sua irritante mania de falar apontando o dedo, que faria piadas. Conformem-se: vocês venceram a eleição, vocês quiseram assumir o poder. Agora aguentem. A fiscalização, as piadas, a gozação, a maledicência, faz parte.</p>
<p>Pena que a coluna, nesta fase, está sendo publicada só duas vezes por semana (terças e quintas). Aí não tem espaço, nem tempo, para dar atenção a todos. Um comentarista falou, acho que até com certa mágoa, que só bati no Cobalchini e no Raimundo e que &#8220;daqui a pouco vai ser o Cesinha&#8221;. Calma, não precisam fazer lobby. O Cesinha, que assumiu com ares de quem iria mudar a vergonhosa situação dos Fundos que sua pasta administra, até agora continua mantendo o esquema de privilégios na distribuição da grana pública do mecenato. Logo, portanto, pode merecer alguma atenção. Os demais secretários também têm seus telhados de vidro e à medida que o tempo permita, serão devidamente cutucados. Alguns não serão, por insignificantes. Ou ausentes.</p>
<p>E os elogios ao que fizerem de bom e o reconhecimento às ações bem intencionadas do governo? Ah, não faltam veículos, por toda Santa Catarina, nem colunistas, para prestar esse serviço. Press releases do governo são publicados na íntegra em inúmeros locais, notícias são produzidas diariamente sobre tudo o que o governo faz. Fala sério: vocês não precisam de mim para isso!</p>
<p>Aqui, como já disse várias vezes, reservo-me o direito de fazer o que bem entendo. Conquistei esse direito quando meus representantes escreveram e aprovaram a Constituição brasileira em vigor, que garante a liberdade de expressão. E até que a Constituição seja emendada ou reformada (para preservar das &#8220;más línguas&#8221; os corruptos e os incompetentes), vocês terão a opção, a alternativa, de digitar &#8220;<a href="http://www.deolhonacapital.com.br" target="_blank">www.deolhonacapital.com.br</a>&#8221; no seu browser e ver qual é a última do tio Cesar.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/02/futebol-e-politica-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Esclarecimento necessário</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/01/esclarecimento-necessario/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/01/esclarecimento-necessario/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 19:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10110</guid>
		<description><![CDATA[O artigo abaixo foi publicado pela primeira vez no dia 13 de outubro de 2006. Republiquei-o, no todo ou em parte, em outras ocasiões. Assim como o faço agora. Porque, sempre que aparecem novos leitores, indignados com o fato absurdo de alguém criticar seu político preferido, preciso repetir esse &#8220;mantra&#8221;. Esta coluna (e, naturalmente, eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>O artigo abaixo foi publicado pela primeira vez no dia <a href="http://deolhonacapital.blogspot.com/2006/10/sexta_4111.html" target="_blank">13 de outubro de 2006</a>. Republiquei-o, no todo ou em parte, em outras ocasiões. Assim como o faço agora. Porque, sempre que aparecem novos leitores, indignados com o fato absurdo de alguém criticar seu político preferido, preciso repetir esse &#8220;mantra&#8221;.</strong></p></blockquote>
<p>Esta coluna (e, naturalmente, eu próprio) não é “a favor” nem deste, nem daquele. Não está em campanha nem é militante. Mas é inevitável que, ao fazer alguma crítica, brincadeira ou piada, acabe produzindo notas e ilustrações que agradem a uns e desagradem a outros.</p>
<p>Tem material desta coluna sendo reproduzido, aqui e ali (o que não tem problema nenhum, desde que a fonte seja citada, e tem sido) por partidários de um ou de outro político. Isso não significa que eu me identifique particularmente com um ou com outro. Significa apenas que, sempre que tiver chance, farei brincadeira, piada e crítica a quem eu achar que devo.</p>
<p>A liberdade é a característica principal da experiência que tem sido feita aqui, sob o patrocínio corajoso e generoso do jornal que hospeda a coluna. Embora alguém possa achar que eu seja “pró-este” ou “contra aquele”, baseado no fato de que tenho dado mais espaço ou criticado mais um que outro, por favor tenham claro o seguinte:</p>
<p>1. “Jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos &amp; molhados” (Millôr Fernandes).</p>
<p>2. Em política, é sempre mais divertido “bater” em quem está no governo, lidando com dinheiro público. Mas, sempre que tiver oportunidade, também me ocupo dos outros.</p>
<p>3. Por incrível que pareça, vejo virtudes no Raimundo, no LHS, no Esperidião, no Dário&#8230; E, da mesma forma, vejo defeitos em todos eles.</p>
<p>4. Seja quem for o governante, terá em mim um crítico que não vai perdoar, como não tenho perdoado, nenhuma bola fora que chegue ao meu conhecimento. <em>Hay gobierno? soy contra</em>. Sempre que eu vir a bunda de alguém (do governo ou da oposição) de fora, leva ferro. No bom sentido.</p>
<p>Sei que tem gente, em vários partidos, que me odeia, me ignora ou só me detesta e isso não tem a menor importância. Tal como Lula, só me interesso pelo que o povo (o leitor) pensa.</p>
<p>Praqueles políticos que gostam de catalogar jornalistas (“este é nosso, aquele é do contra, o outro tá na folha de pagamento do fulano”), gostaria de dizer que “minha visão é dinâmica”: eu sou a mosca que posou na sua sopa. Ou seja, prefiro ser esta metamorfose ambulante.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/09/01/esclarecimento-necessario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O mágico do iPhone</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/08/23/o-magico-do-iphone/</link>
		<comments>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/08/23/o-magico-do-iphone/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 13:29:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deolhonacapital.com.br/?p=10066</guid>
		<description><![CDATA[Dia murrinha, chuva fria, preguiça por justa causa. Então taí, um bom vídeo educativo sobre a verdade e a mentira, para ajudar o tempo passar (é em inglês, mas tem figurinhas):]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia murrinha, chuva fria, preguiça por justa causa. Então taí, um bom vídeo educativo sobre a verdade e a mentira, para ajudar o tempo passar (é em inglês, mas tem figurinhas):</p>
<p><iframe width="500" height="311" src="http://www.youtube.com/embed/fumsXEuiLyk?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deolhonacapital.com.br/2011/08/23/o-magico-do-iphone/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

