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	<title>De Olho na Capital &#187; Amigos</title>
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	<description>O blog do Cesar Valente</description>
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		<title>Jair Hamms</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 23:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Morreu um bom sujeito. Jair Francisco Hamms foi sepultado hoje à tarde, em Florianópolis. Generoso, gentil, bom contador de histórias, florianopolitano de boa cepa, deixou-nos a todos mais pobres. Ficamos órfãos todos os que nos deliciamos com seus contos e crônicas. No começo da década de 70, o jornal O Estado fez uma grande reforma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10657" class="wp-caption aligncenter" style="width: 363px"><img class="size-medium wp-image-10657" title="donc-jairhamms-cor" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2012/01/donc-jairhamms-cor-353x450.jpg" alt="Jair Hamms" width="353" height="450" /><p class="wp-caption-text">Jair Francisco Hamms. Foto: Palhares Press</p></div>
<p>Morreu um bom sujeito. Jair Francisco Hamms foi sepultado hoje à tarde, em Florianópolis. Generoso, gentil, bom contador de histórias, florianopolitano de boa cepa, deixou-nos a todos mais pobres. Ficamos órfãos todos os que nos deliciamos com seus contos e crônicas.</p>
<p>No começo da década de 70, o jornal O Estado fez uma grande reforma editorial e gráfica e reuniu um time de cronistas que se revezava numa das páginas do Caderno 2, que era como se chamava o suplemento cultural e de variedades.</p>
<p>Eram, na maioria, cronistas consagrados: Jair Hamms, Sérgio da Costa Ramos, Júlio de Queiroz e Raul Caldas. Decerto para completar o número (cada um escrevia num dia), chamaram também um novato que estava começando a publicar suas crônicas: eu. E só aceitei porque, aos 19 anos, a gente mete a cara, sem ligar muito pro que vão pensar e se vamos dar conta do recado.</p>
<p>Jair Hamms tinha 35 anos quando o conheci. Era um grande nome, conhecido e respeitado, tinha tudo para esnobar o moleque aprendiz que, meio deslocado, entrara para aquele time de craques. Mas nunca ouvi dele senão palavras de incentivo, tratando-me como se eu fosse um velho amigo e estivesse à altura deles todos.</p>
<p>Ao longo desses quase 40 anos, sempre que nos encontrávamos ele tinha alguma coisa boa para dizer e era sempre um prazer poder ouvi-lo. Depois de termos sido colegas em O Estado os contatos ficaram mais espaçados, mas ele conseguia fazer com que a conversa como que fosse retomada a cada nova reunião, sem se importar com o tempo decorrido entre uma e outra.</p>
<p>Amante das palavras, do significado delas, do seu som e do que elas podiam construir quando agrupadas adequadamente, deixou uma obra importante, que vale a pena conhecer. Porque ali está boa parte da alma florianopolitana.</p>
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		<title>Daniel Piza. Já?</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 17:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fui colega do Daniel Piza na Gazeta Mercantil em São Paulo e durante alguns anos fomos vizinhos de &#8220;baia&#8221;. Como todos que o conheceram, fiquei chocado com a notícia da sua morte. E transcrevo a seguir o texto que um outro colega publicou no Facebook, no grupo dos &#8220;Sobreviventes da Gazeta Mercantil&#8221;. Acho que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui colega do Daniel Piza na Gazeta Mercantil em São Paulo e durante alguns anos fomos vizinhos de &#8220;baia&#8221;. Como todos que o conheceram, fiquei chocado com a notícia da sua morte. E transcrevo a seguir o texto que um outro colega publicou no Facebook, no grupo dos &#8220;Sobreviventes da Gazeta Mercantil&#8221;. Acho que o Sérgio, que foi editor-assistente do Piza, fez um bom perfil e expressou adequadamente o que muitos de nós pensam.</p>
<div id="attachment_10613" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-10613" title="donc-danielpiza" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/12/donc-danielpiza.jpg" alt="Daniel Piza" width="500" height="313" /><p class="wp-caption-text">Daniel Piza. Foto publicada no grupo &quot;Sobreviventes da Gazeta Mercantil&quot;, do Facebook</p></div>
<blockquote><p><strong>Por Sergio Vilas-Boas</strong></p>
<p>&#8220;Precisei de alguns minutos até absorver a notícia da morte do DANIEL PIZA e me manifestar a respeito. Fui editor assistente dele no caderno &#8220;Fim de Semana&#8221; da GZM entre 1997 e 2000, quando ele foi para o Estadão (continuei até novembro de 2001). Devo a ele a minha mudança de Belo Horizonte para São Paulo (algo que estava na minha lista de desejos para aquele ano). Ele me contratou no momento em que o &#8220;Fim de Semana&#8221; começava a adquirir um prestígio considerável no ambiente da cultura &#8211; Artes &amp; Espetáculos, primeiramente, e depois a cultura em sentido amplo, com ensaios e reportagens também sobre ciência, tecnologia, esportes, design, arquitetura, urbanismo etc.</p>
<p>Em termos profissionais, foi o melhor chefe que tive: conhecedor, competente, operoso, visionário, profissional até a alma. Pegava no pesado, embora fosse extremamente vaidoso e auto-referente. Nesse ponto (e talvez por isso), a tolerância dele com a vaidade alheia me deixava impaciente, porque às vezes me sobrecarregava no fechamento das 14 páginas (que depois passaram a 24 na época em que o “Valor Econômico” foi lançado).</p>
<p>Incontestável, porém, a maneira suave e até bem-humorada com que ele lidava com os freqüentes “ataques de estrelismo” de vários membros auto-referentes da grande equipe, que tinha vários correspondentes, colunistas, repórteres, críticos, tradutores etc. E o Piza era um dos mais jovens daquele time supereficaz (graças a ele, com certeza). Compenetrado, escrevia a coluna “Sinopse” com rapidez e perspicácia impressionantes. Sabia desfrutar o que há de melhor no mundo da literatura e das artes visuais, principalmente, mas errava a mão com freqüência quando se metia em política e economia.</p>
<p>Um homem mais de gabinete que de rua, raramente sujava os sapatos, mas possuía uma antena de captação global sugando tudo o que acontecia de importante, e sendo capaz de digerir tudo aquilo com a velocidade de uma transmissão. Acho que, em qualquer carreira, os profissionais mais determinados e contínuos nunca são “indistintos” ou “incontroversos”. Ao contrário: são específicos e nada fáceis de definir. O que mais me choca nisso tudo, no entanto, é estarmos diante de uma partida tão precoce quanto ele próprio.&#8221;</p></blockquote>
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		<title>A Itália nunca mais será a mesma&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 12:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="500" height="284" src="http://www.youtube.com/embed/s4gGPm2nRs0?rel=0&amp;hd=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Morreba calabresa</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 17:51:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Talvez alguns de vocês tenham desconfiado, mas não estou em Florianópolis. Embarquei, há alguns dias, como uma espécie de clandestino, na viagem em que dois amigos fazem à terra de seus avós. O Mário Medaglia, como o próprio nome diz, é de origem italiana. Seus avós são de Morano Calabro. E o Medaglia nunca tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez alguns de vocês tenham desconfiado, mas não estou em Florianópolis. Embarquei, há alguns dias, como uma espécie de clandestino, na viagem em que dois amigos fazem à terra de seus avós. O Mário Medaglia, como o próprio nome diz, é de origem italiana. Seus avós são de Morano Calabro. E o Medaglia nunca tinha tido a oportunidade de fazer essa romaria devota às encostas nascentes de sua família. Conseguiu agora, depois de vencer vários desafios e uma doença grave. E aí, para tornar a coisa mais divertida, resolvemos, Lanzetta e eu, acompanhá-lo. A família do Luiz Lanzetta também é de Morano. E ele, embora já tivesse vindo à Itália outras vezes, também nunca se animara a ir à Calábria, visitar o vilarejo de onde saíram seus bisavós.</p>
<p>Para nós, portanto, não deixa de ser uma viagem romântica. Afinal, somos amigos há décadas, companheiros de algumas tantas aventuras (Lanzetta e eu trabalhamos no Bom Dia, Domingo, lembram? E Medaglia e eu trabalhamos em O Estado, só pra citar duas das várias empreitadas comuns) e em épocas diferentes, moramos juntos, dois a dois, por maior ou menor tempo.</p>
<p>Abaixo, um pequeno registro dessa aventura. O dia em que subimos pelas ladeiras de Morano Calabro, até o ponto mais alto da cidade, as ruínas de um antiquiquíssimo palácio normando. A música que usei para cobrir as bobagens que diziamos na &#8220;trilha sonora&#8221; não tem nada a ver, mas foi o que consegui, na pressa, entre as músicas de uso livre, sem restrições de direitos autorais. Ah, nos créditos aparece um &#8220;directed by Cesar Valente&#8221;, mas isso não é totalmente verdade: eu só dirigi o carro. O cinegrafista foi o Lanzetta.</p>
<p>Assim que der tempo, conto mais um pouco dessa aventura dos três patetas. Bacci a tutti.</p>
<p><iframe width="500" height="284" src="http://www.youtube.com/embed/sOFSKGbCT78?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Tudo que você queria saber sobre trânsito&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 11:09:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje tem lançamento de livro na Assembléia Legislativa de Santa Catarina. Às 19h30min, o engenheiro Bernardo Berka Filho lança &#8220;Nossas Dúvidas Sobre o Trânsito &#8212; 140 perguntas e respostas&#8221; no espaço cultura Jerônimo Coelho. É uma obra técnica, destinada a quem precisa ou quer conhecer melhor a legislação de trânsito, mas mesmo para o leitor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8947" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/10/donc-transito.jpg"><img class="size-full wp-image-8947" title="donc-transito" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/10/donc-transito.jpg" alt="..." width="400" height="588" /></a><p class="wp-caption-text">...</p></div>
<p>Hoje tem lançamento de livro na Assembléia Legislativa de Santa Catarina. Às 19h30min, o engenheiro Bernardo Berka Filho lança &#8220;<em><strong>Nossas Dúvidas Sobre o Trânsito &#8212; 140 perguntas e respostas</strong></em>&#8221; no espaço cultura Jerônimo Coelho.</p>
<p>É uma obra técnica, destinada a quem precisa ou quer conhecer melhor a legislação de trânsito, mas mesmo para o leitor comum, tem algumas informações úteis. Como esta:</p>
<blockquote><p>&#8220;Ao estacionar na chamada zona azul, o usuário tem alguma garantia?</p>
<p>&#8230;o usuário tem o seu veículo protegido, principalmente, contra furto ou roubo.&#8221;</p></blockquote>
<p>E mais:</p>
<blockquote><p>&#8220;&#8230;é inconstitucional a criação de Zona Azul por simples decreto do prefeitura Municipal. É indispensável a autorização legislativa, que não pode ser em forma de lei delegada, sob pena de nulidade da arrecadação com oe tacionamento rotativo pago em vias públicas&#8221;.</p></blockquote>
<p>Portanto, se não puder dar uma chegar à Alesc hoje à noite, não deixe de procurar nas livrarias.</p>
<p>Por que a recomendação? Ora, porque o livro tem a chancela da Multitarefa Editora (que também editou o &#8220;De Olho na Capital&#8221;) e o autor, além de meu cunhado, foi baterista do lendário conjunto Os Binos, que marcou época na Florianópolis da década de 70.</p>
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		<title>É hoje! (atualizado)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:26:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ATUALIZAÇÃO DA TERÇA A festinha de lançamento do livro ontem em São José, organizada pela Aemflo, foi um sucesso, com chops grátis, bolinhos de bacalhau e pasteizinhos. Como tinha também patrocínio da prefeitura de São José, claro que o início teve que atrasar um pouco para esperar o prefeito Djalma. E, depois, atrasar mais um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8621" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/08/donc-pbrito-sjose.jpg"><img class="size-full wp-image-8621" title="donc-pbrito-sjose" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/08/donc-pbrito-sjose.jpg" alt="Roberto Alves e Paulo Brito esperam vocês lá!" width="500" height="322" /></a><p class="wp-caption-text">Roberto Alves e Paulo Brito esperam vocês lá!</p></div>
<p><strong>ATUALIZAÇÃO DA TERÇA</strong></p>
<p>A festinha de lançamento do livro ontem em São José, organizada pela Aemflo, foi um sucesso, com chops grátis, bolinhos de bacalhau e pasteizinhos. Como tinha também patrocínio da prefeitura de São José, claro que o início teve que atrasar um pouco para esperar o prefeito Djalma. E, depois, atrasar mais um tantão, pra esperar o irmão dele, prefeit-o-Dário, de Florianópolis, que decerto ficou preso no congestionamento.</p>
<p>Mas o pessoal aguentou firme não só o atraso, como até mesmo os discursos dos dois irmãos. O Djalma voltou a afirmar que o grande ídolo político dele é o Dário. E o Dário elogiou o prefeito da cidade-anfitriã. Como eu estava lá apenas como amigo do Paulo Brito, pra projetar o audiovisual que fiz com uma colagem das fotos usadas no livro, procurei manter uma certa distância e nem fui perguntar por onde ele tem andado.</p>
<p>Ah, dona Rose Berger esteve lá também, conversou na boa com o Djalma, mas caiu fora pouco antes do ex-marido chegar. O que pode não significar nada, porque nem todo mundo ficou satisfeito em esperar por ele mais de uma hora, em pé.</p>
<p>Pelo jeito, mais gente gostaria de ter perguntado coisas ao Dário e evitou, como a Aline informa nos comentários: <em>&#8220;Quase que eu entrei no recinto para perguntar quando ele vai terminar de asfaltar a minha rua, que começou em maio e até agora só tem metade…&#8221;</em></p>
<p>A Aline, por falar nela, teria ainda mais coisas pra perguntar pro prefeito: ela foi vítima de uma carrada de brita despejada criminosamente no elevado do CIC e quase foi pro beleléu. Deveria ser indenizada pela prefeitura, que, por sua vez, teria que ir atrás do imbecil que &#8220;deixou cair&#8221; a coisa e se escafedeu.</p>
<p>Bom, pra terminar: é impressionante que um &#8220;ídolo político&#8221; não saiba se expressar nem em público, nem em privado. Um legítimo &#8220;desmancha rodinha&#8221;, fenômeno amenizado pelo número espetacular de puxa-sacos que sempre aparecem para aliviar a &#8220;solidão do poder&#8221;.</p>
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		<title>Roberto Alves e Paulo Brito em São José</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 11:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8621" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/08/donc-pbrito-sjose.jpg"><img class="size-full wp-image-8621" title="donc-pbrito-sjose" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/08/donc-pbrito-sjose.jpg" alt="Segunda agora. Não esqueçam." width="500" height="322" /></a><p class="wp-caption-text">Segunda agora. Não esqueçam.</p></div>
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		<title>É hoje!</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 12:43:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje, na Assembléia, lançamento do livro do Paulo Brito sobre a vida do Roberto Alves. Para a abertura do &#8220;evento&#8221; preparei um pequeno filminho com as fotos que o Brito conseguiu reunir para o livro. E uns trechos de programas de TV do Roberto. Inclusive aquele, famoso, da invasão do estúdio do canal 6, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, na Assembléia, lançamento do livro do Paulo Brito sobre a vida do Roberto Alves. Para a abertura do &#8220;evento&#8221; preparei um pequeno filminho com as fotos que o Brito conseguiu reunir para o livro. E uns trechos de programas de TV do Roberto. Inclusive aquele, famoso, da invasão do estúdio do canal 6, no morro da cruz, pelo soldado Sílvio. Taí o convite:</p>
<div id="attachment_8515" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/donc-capa-pbrito.jpg"><img class="size-full wp-image-8515" title="donc-capa-pbrito" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/donc-capa-pbrito.jpg" alt="A capa do livro, com foto do Lauro Maeda." width="450" height="372" /></a><p class="wp-caption-text">A capa do livro, com foto do Lauro Maeda.</p></div>
<div id="attachment_8516" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/donc-convite-pbrito.jpg"><img class="size-full wp-image-8516" title="donc-convite-pbrito" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/donc-convite-pbrito.jpg" alt="Apareçam. E não esqueçam de ler o livro. É bem legal." width="500" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Apareçam. E não esqueçam de ler o livro. É bem legal.</p></div>
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		<title>Esse Gayoso&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 13:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O lendário diretor de Imprensa do governo do estado, José Augusto Gayoso, deixa o governo e retorna às origens, como assessor do candidato LHS. Queria, por isso, aproveitar a oportunidade para falar, de novo, nesse colega que sempre soube separar alhos de bugalhos e mesmo nas épocas em que eu tratava o LHS com menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O lendário diretor de Imprensa do governo do estado, José Augusto Gayoso,<a href="http://wp.clicrbs.com.br/moacirpereira/2010/06/13/gayoso-deixa-governo/?topo=67,2,18,,,67" target="_blank"> deixa o governo</a> e retorna às origens, como assessor do candidato LHS. Queria, por isso, aproveitar a oportunidade para falar, de novo, nesse colega que sempre soube separar alhos de bugalhos e mesmo nas épocas em que eu tratava o LHS com menos cortesia (pra não dizer que descia o cacete), tratou-me com correção. No máximo se queixava, com bom humor, do meu mau humor. E sempre tinha uma informação ou uma explicação para tentar mostrar o contexto das coisas e sua gênese. Transcrevo abaixo uma notinha que publiquei em <a href="http://deolhonacapital.blogspot.com/2006/02/quarta_22.html" target="_blank">22 de fevereiro de 2006</a> no blog (e no dia anterior no Diarinho), que demonstra o que penso do Gayoso e o jeitão solidário com que ele tocava sua espinhosa tarefa.</p>
<div id="attachment_8176" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/donc-gayoso1.jpg"><img class="size-medium wp-image-8176" title="donc-gayoso1" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/donc-gayoso1-300x269.jpg" alt="Fotos: Ivone Marcarini/Secom - Clica que amplia" width="300" height="269" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Ivone Marcarini/Secom - Clica que amplia</p></div>
<p><strong>DIÁRIO DE CAMPANHA<br />
OU, A FOTO POR TRÁS DO FATO</strong></p>
<p>A assessoria de imprensa de político tem suas desvantagens, mas também tem suas vantagens. Quando, por exemplo, o assessorado resolve, de repente, visitar uma draga no meio de um rio, cujas margens estão que é pura lama, o assessor vive momentos de grande alegria. Como fazer com que os repórteres, tanto da casa quanto de outros veículos tenham condições razoáveis de trabalho em ambiente tão inóspito? E não saiam falando mal do político, da draga, da lama, do rio e do assessor?</p>
<p>O José Augusto Gayoso, assessor do governador LHS, é conhecido pelo esforço que faz para facilitar a vida dos colegas e das colegas. Na foto menor (e), ele segura os sapatos enlameados que uma fotógrafa quase perdeu nas barrancas do rio Itajaí-Mirim. E enquanto o pessoal passeava de barco (na foto maior à direita), ele ficava na lama (lá em cima, dentro do círculo branco – se clicar na foto dá pra ver melhor), com os sapatinhos na mão, exposto a todo tipo de interpretação maldosa de quem achava que ele, de fato, estava andando de salto alto na lama.</p>
<p>Puxei esse assunto dos sapatinhos perdidos só pra ter um pretexto pra falar no Gayoso, que nesse episódio da prisão do Sarará e do Pomar, teve um papel importante na liberação mais cedo dos dois.</p>
<p>Eu sei que tem uma fofoca rolando que diz o contrário. Só que eu conheço o Gayoso há mais de 20 anos e acho que ele é um profissional decente e correto, que sempre fez o possível para ajudar os colegas. Jogar lama no Gayoso, neste caso, só serve para desviar a atenção de quem de fato foi arbitrário, violento e injusto.</p>
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		<title>Lanzetta e a vingança do araponga</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 21:03:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de começar, acho bom dizer (para que vocês saibam exatamente onde me situo) que sou amigo do Luiz Lanzetta desde a década de 70, trabalhamos juntos no Bom Dia, Domingo (jornal semanal do George Daux), entramos juntos na UFSC como professores, fizemos mestrado na UnB juntos e na década de 90 ele me levou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8079" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/donc-cv-daniel-lanzetta.jpg"><img class="size-full wp-image-8079" title="donc-cv-daniel-lanzetta" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/donc-cv-daniel-lanzetta.jpg" alt="Daniel Herz, Lanzetta e eu, jovens, na longínqua década de 80" width="450" height="324" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Herz, Lanzetta e eu, jovens, na longínqua década de 80 (acervo de família)</p></div>
<p>Antes de começar, acho bom dizer (para que vocês saibam exatamente onde me situo) que sou amigo do Luiz Lanzetta desde a década de 70, trabalhamos juntos no Bom Dia, Domingo (jornal semanal do George Daux), entramos juntos na UFSC como professores, fizemos mestrado na UnB juntos e na década de 90 ele me levou para trabalhar na CDN, empresa de assessoria de imprensa da qual era um dos diretores, em São Paulo. Durante alguns meses morei no apartamento dele. Depois, fui para a Gazeta Mercantil e nos afastamos um pouco, cada um com seu caminho, com muito pouco contato nos últimos tempos. Mas, para o bem ou para o mal, eu o considero meu amigo. E é com olhos e coração de amigo que tenho acompanhado o noticiário envolvendo seu nome. Portanto, não acredito em muita coisa que nas últimas semanas têm sido dita sobre ele e sobre a forma como teria conduzido seu trabalho.</p>
<p>Acho que ele explica o caso nesta <a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/746071-jornalista-sai-da-campanha-de-dilma-apos-polemica-sobre-dossie.shtml" target="_blank">entrevista ao Fernando Rodrigues</a>, da Folha, que transcrevo abaixo, de uma forma bem consistente. E é nisso que acredito: um araponga tentou vender seus serviços, não conseguiu e resolveu criar um caso. Como qualquer coisa que se fale envolvendo comando de campanhas presidenciais ganha repercussão, o troço decolou. Naturalmente, turbinado pelo fato nada desprezível que o Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte, que foi quem levou Lanzetta para a campanha, estar sob fogo cerrado de outros petistas graduados, desejosos de tomar-lhe o lugar. Os inimigos internos ajudaram a repercutir a história do araponga e a coisa teve resultado: Pimentel enfraquecido e Lanzetta fora da campanha, chamado até de &#8220;aloprado&#8221;.</p>
<blockquote><p><em>05/06/2010-15h05</em><br />
<strong>Jornalista sai da campanha de Dilma após polêmica sobre dossiê</strong></p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/746071-jornalista-sai-da-campanha-de-dilma-apos-polemica-sobre-dossie.shtml" target="_blank">FERNANDO RODRIGUES</a><br />
DE BRASÍLIA</p>
<p>O jornalista e consultor Luiz Lanzetta pediu hoje desligamento da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT) a presidente. A sua empresa, a Lanza, era usada até agora pelo PT para contratar a maioria dos integrantes da equipe de comunicação dilmista.</p>
<p>Hoje de madrugada, depois de ler uma entrevista do delegado aposentado da Polícia Federal Onézimo Sousa à revista &#8220;Veja&#8221;, acusando-o de ter proposto a montagem de um esquema de espionagem contra tucanos, Lanzetta oficializou sua saída enviando uma carta a Helena Chagas, coordenadora da assessoria de imprensa de Dilma.</p>
<p>À Folha Lanzetta negou ter proposto a montagem de um esquema de espionagem contra tucanos. Apesar das acusações, disse ter ficado aliviado com a entrevista de Onézimo. Assumiu toda a responsabilidade pelo episódio. &#8220;Tudo o que aconteceu diz respeito a mim. A reunião foi um ato feito voluntariamente por mim. E agora ficou claro que não tem central de arapongas e dossiês porque ninguém foi contratado. Então eu posso me desligar e me aliviar e ir embora&#8221;.</p>
<p>A reunião à qual Lanzetta se refere foi um encontro no dia 20 de abril, no restaurante Fritz, em Brasília. Além dele próprio, estavam presentes outras quatro pessoas: o delegado Onézimo, o jornalista Amaury Ribeiro Jr., Idalberto Matias de Araújo, o Dadá (sargento da reserva e ex-agente do serviço secreto da Aeronáutica) e Benedito de Oliveira (empresário de Brasília com boas ligações no governo petista).</p>
<p>Segundo Onézimo relatou à &#8220;Veja&#8221;, no encontro no Fritz foi feita uma proposta de operação de espionagem de adversários políticos do PT. Lanzetta nega: &#8220;O importante disso tudo é que há duas coisas que se confirmam. Primeiro, os cinco dizem que não houve negócio. Segundo, dos cinco presentes só um diz que eu propus algo para ele. Os outros relatam que algo foi proposto a nós&#8221;.</p>
<p>Lanzetta relata o que teria ouvido de Onézimo: &#8220;Ele veio se oferecer para acompanhar o Marcelo Itagiba [deputado federal pelo PSDB do Rio e ligado a José Serra, pré-candidato tucano a presidente]. Disseram que sabiam que o Marcelo Itagiba estava trabalhando porque já trabalharam na equipe dele e o conheceram. Falaram que o Marcelo Itagiba estava fazendo cem dossiês contra a base aliada. Estaria fazendo isso com uma série de ex-agentes da Polícia Federal e da Abin no gabinete dele. Essa informação era o que eles queriam dar e depois se ofereceram para ir atrás disso. Era uma coisa um pouco pirotécnica. Mas da nossa parte nada prosperou. É impressionante: é uma coisa da qual caímos fora e ficou como se tivéssemos feito&#8221;.</p>
<p>Lanzetta exime de responsabilidade todos os integrantes da cúpula petista nesse episódio do restaurante Fritz. Nega também que seu principal contato na direção da campanha, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, soubesse do encontro previamente.</p>
<p>A seguir, trechos da entrevista:</p>
<p><strong>Folha &#8211; Quem estava na reunião de 20 de abril no restaurante Fritz, em Brasília?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Cinco pessoas. Onézimo, Amaury, o Dadá, o Benedito e eu.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Quem marcou a reunião e fez os convites?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Eu não me lembro.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Por que pessoas como o Benedito e o Amaury estavam nessa reunião?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; O Benedito estava lá até para me servir de testemunha agora. Até porque o Onézimo parece ter sido acometido por uma crise de ética que ficou retida por dois meses. Ele chegou ao encontro dizendo que transportava dinheiro. Os dois, ele e o Dadá, falaram ter conhecimento de que o Marcelo Itagiba estaria montando cem dossiês. Ofereceram-se.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Como foram os contatos seguintes?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Nunca mais vi os dois. O fato a ser dito é que não foi feito nenhum contrato.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Numa entrevista, Onézimo falou ter sido proposto a ele grampear e espionar pessoas. Isso não é fato?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Ele que ofereceu serviços de espionagem. Eu fui lá ouvir. Levantei e fui embora.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Mas Onézimo é muito assertivo ao dizer que foi proposto a ele buscar dados da vida pessoal do pré-candidato José Serra.</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Não é verdade. Não se tratou de Serra. Ele montou essa reunião agora para dar essa mídia toda. Não teve isso. Eu fui para uma reunião, ouço um monte de coisa, levanto e vou embora. Não faço contrato. Nunca mais falo com a pessoa. De repente aparece como se fosse uma proposta minha? Eu nunca mais quis encontrar com ele.<br />
Ele veio se oferecer para acompanhar o Marcelo Itagiba. Disseram que sabiam que o Marcelo Itagiba estava trabalhando porque já trabalharam na equipe dele e o conheceram.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Mas Onézimo se ofereceu explicitamente para investigar Marcelo Itagiba?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Explicitamente.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Qual serviço exatamente foi oferecido?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Eles começaram a falar o que eles têm de serviço. Demonstram como seguem, como gravam. Essas coisas todas. Eu comecei nem prestar mais atenção. Eles falaram que o Marcelo Itagiba estava fazendo cem dossiês contra a base aliada. Estaria fazendo isso com uma série de ex-agentes da Polícia Federal e da Abin no gabinete dele. Essa informação era o que eles queriam dar e depois se ofereceram para ir atrás disso. Era uma coisa um pouco pirotécnica. Mas da nossa parte nada prosperou. É impressionante: é uma coisa da qual caímos fora e ficou como se tivéssemos feito.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Onézimo diz ter sido convidado para a reunião no Fritz pelo Pimentel. Isso ocorreu?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; É delírio. O Pimentel nem sabia disso. Só fui falar depois, quando começou a aparecer essa reunião. Falei para ele como tinha sido e que nada havia sido acertado.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Há uma informação de que Fernando Pimentel tinha conhecimento sobre a finalização da apuração que Amaury Ribeiro Jr. fazia, sobre privatizações e negócios de Verônica, filha de José Serra. Como se dava essa troca de informações?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Não tinha. De minha parte, não.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Mas o Amaury poderia falar diretamente com Pimentel?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Ah&#8230; só se houve algo assim. Porque nunca houve reunião que eu tenha visto dos dois.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Há também uma informação de que por algum canal, da pré-campanha ou do PT, Amaury Ribeiro teria sido remunerado regularmente para continuar suas apurações. Essa informação é real?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Não tenho conhecimento. Pelo que eu sei não houve nada. O Amaury tem recursos para tocar a vida dele.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Quais serão seus próximos passos na pré-campanha?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Hoje devo soltar uma nota a respeito de tudo. Tudo o que aconteceu diz respeito a mim. A reunião foi um ato feito voluntariamente por mim. Hoje [ontem] eu mandei uma carta para a pré-campanha e me desliguei. E agora ficou claro que não tem central de arapongas e dossiês porque ninguém foi contratado. Então eu posso me desligar e me aliviar e ir embora. Ninguém foi contratado, não existe. Mandei uma carta hoje [ontem] de madrugada. Quando eu vi as entrevistas [de Onézimo e uma reportagem sobre Dadá] eu pensei: &#8216;Dá para falar&#8217;. Fiquei tranquilo porque tudo está no meu âmbito. A carta foi para algumas pessoas, mas basicamente para a Helena Chagas.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Mas o seu contrato não vai até o final de junho?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Eu estou saindo pessoalmente. O meu contrato eu estou abrindo mão e com grande alívio.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Mas se ao seu juízo nada errado foi feito, por que então sair da campanha?</strong><br />
Luiz Lanzetta &#8211; Por que não tenho como ficar na campanha nessa situação. É melhor para todos a minha saída. Foram 40 dias dizendo que eu fiz uma coisa que eu não fiz. E o principal é que ficou esclarecido que nenhum negócio foi feito como nos acusaram.</p></blockquote>
<p><strong>EM TEMPO</strong></p>
<p>O Paulo Brito, que tem memória melhor que a minha, informa que a foto acima foi tirada durante um aniversário do Daniel (filho dele, xará do Herz) celebrado no restaurante do Coxinha, localizado na praia da Saudade em Coqueiros, &#8220;bem ali naquela curva do Tritão, hoje Trintão&#8221;. Ele acha que o fotógrafo foi o Pedro Melo, que na época era servidor da UFSC e trabalhava no curso de Jornalismo.</p>
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		<title>Pronto pra mais um ano&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 00:43:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje fiz aniversário. Gêmeos, com ascendente gêmeos, sempre fui um sujeito de muita sorte. Tirante um pequeno incidente cronomatográfico (a cada ano fico mais velho alguns meses), não posso me queixar da vida que me coube levar. E, em geral, não me queixo. Exceto por um ou outro resmungo passageiro. Passei o final de semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje fiz aniversário. Gêmeos, com ascendente gêmeos, sempre fui um sujeito de muita sorte. Tirante um pequeno incidente cronomatográfico (a cada ano fico mais velho alguns meses), não posso me queixar da vida que me coube levar. E, em geral, não me queixo. Exceto por um ou outro resmungo passageiro.</p>
<p>Passei o final de semana com grandes amigos, numa espécie de comemoração que começou sexta à noite e terminou há pouco. E embora tenha sido planejado meio às pressas, acabou dando tudo muito certo. É claro que Santa Catarina, este estado tão cheio de coisas boas, ajudou bastante.</p>
<p>Olha só que roteiro legal que fizemos. Vou contar resumidamente, porque acho que tem muita gente que vive por aqui e ainda não conhece as possibilidades da Santa e Bela.</p>
<p>Chegamos sexta à noitinha a Timbó (não sabe onde fica? <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;g=Rua+Quinze+de+Novembro%2C+350+-+Pomerode+-+SC%2C+89107-000%2C+Brazil&amp;q=timb%C3%B3&amp;btnG=Search+Maps" target="_blank">vá ao Google Maps</a>, ora). Direto para o <a href="http://www.thapyoka.com.br/" target="_blank">Thapyoka</a>. Não se deixem enganar pela grafia brega do nome: o lugar é ótimo. Fica à beira do rio Benedito. Serve o espetacular chops fabricado em Timbó mesmo, o <a href="http://www.borck.com.br/boteco/" target="_blank">Borck</a>. E tem muita coisa pra beliscar, comer e ficar entretido horas e horas.</p>
<p>Normalmente não gosto de bar com música ao vivo. Quando um trio começou a montar seus instrumentos (ali pelas oito da noite e a gente já estava na segunda torre de chops), ficamos todos meio cabreiros. Mas quando começaram a tocar, o céu se abriu e a noite ficou ainda melhor. Excelente repertório, vozes afinadíssimas, arranjos bem cuidados e, sobretudo, um volume sonoro adequado ao ambiente. Tratava-se do &#8220;<a href="http://www.dazavessa.com/" target="_blank">Dazavessa</a>&#8220;. Novamente, não liguem para o nome estranho. São três músicos competentes que, por coincidência, tocaram exatamente aquilo que a nossa turma queria ouvir.</p>
<div id="attachment_7970" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/donc-dazavessa.jpg"><img class="size-full wp-image-7970" title="donc-dazavessa" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/donc-dazavessa.jpg" alt="Da esquerda: Cláudio, Lêny e Edson" width="450" height="219" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda: Cláudio, Lêny e Edson</p></div>
<p>Outra grande vantagem do Tapioca: fica a, se tanto, 300 metros do Timbó Park Hotel. Que tem quartos com varanda voltada para a floresta, com direito a ouvir, ao fundo, o ruído do rio passando pelas corredeiras. Ir a pé ao bar e, principalmente, poder voltar a pé, é fundamental. Uma sexta à noite e uma madrugada de sábado perfeitas, portanto.</p>
<p>No sábado, o pessoal foi ao <a href="http://www.schutze.com.br/galeria.html" target="_blank">supermercado Schütze</a>, em busca de conservas, enlatados e embutidos da região que não se encontra nas redes pasteurizadas e homogeneizadas que servem a capital. Ainda bem que estávamos em dois carros, porque senão ia ser complicado trazer tudo o que encontraram lá.</p>
<p>O principal programa do sábado seria ir, à noite, a Pomerode, visitar a choperia Schornstein. Por isso, fizemos uma rápida parada no Tapioca (ou Thapyoka, se preferirem) para uma feijoadinha básica antes da sesta. Era preciso dar uma cochilada, porque senão os cinquentões não conseguiriam enfrentar a segunda noitada.</p>
<p>Pomerode é um capítulo à parte. É muito mais do que &#8220;apenas&#8221; chops. Mas conseguimos manter o foco e fomos direto. A <a href="http://www.schornstein.com.br/site/home/home.html" target="_blank">Schornstein</a> não é apenas um lugar que fabrica excelente cerveja e a serve com cuidado e profissionalismo: também é muito boa como restaurante. Petiscos e comidinhas feitas no capricho, ajudam a saborear melhor a cerveja. E quando digo no capricho, estou falando de <em>onion rings</em> (rodelas de cebola) crocantes, sequinhos, empanados com uma arte que faria jus aos melhores <em>fish and chips</em> do Reino Unido (que também usam a massa à base de cerveja).</p>
<p>Mais uma noite de grande sucesso. Bebidas de primeira qualidade e comidinhas de lamber os beiços e repetir (coisa que fizemos). Graças a duas boas almas abstêmias, percorremos os 20km que separam Pomerode de Timbó, em segurança. Uma outra opção teria sido pernoitar em Pomerode mesmo. Daria para ir a pé, por exemplo, da cervejaria até a pousada do Max, em poucos minutos. E mesmo em zigue-zague.</p>
<p>Hoje, para encerrar o passeio e matar as saudades, marcamos almoço no <a href="http://www.frohsinn.com.br/index.php" target="_blank">Frohsinn</a>, lendário restaurante de Blumenau, encarapitado num morro à beira do Itajaí-Açu, com vista panorâmica da cidade. Para ir de Timbó a Blumenau, fomos por dentro, passando por Pomerode: tinha gente no grupo que não conhecia a região e na ida até lá, à noite, não conseguiu ver muita coisa. Uma parada obrigatória: Torten Paradies (o paraíso das tortas), uma confeitaria que honra seu nome.</p>
<p>Quase cancelamos a reserva no Frohsinn pra mergulhar no cinematográfico <em>brunch</em> da Torten Paradies. Mas resolvemos seguir viagem.</p>
<p>Sempre tivemos (meus amigos e eu) o Frohsinn em alta conta, então não sei direito como contar a má impressão. Bom, vamos torcer para que a gente tenha ido numa má hora. Estava quase vazio, mas isso também não precisa significar muita coisa. Vai ver que o forte é o jantar. Mas restaurante vazio para o almoço de domingo&#8230;</p>
<p>O fato é que tudo indica que aquele Frohsinn da nossa memória (nem de tão longe, almoçamos ali, quase com a mesma turma, poucos anos atrás), parece não existir mais. O cardápio teve mudanças, os preços estão ainda mais salgados. Não foi completamente ruim, mas não correspondeu às nossas altas expectativas. E nos arrependemos de não ter almoçado por Pomerode mesmo&#8230;</p>
<p>Todo o resto da programação estava tão legal, divertido e de alto nível, que esse percalço não conseguiu estragar a impressão geral. Nem impedir que a gente recomende, a quem a gente encontre, fazer o circuito das cervejarias. Pode ser compacto como esse nosso, concentrado numa área específica, ou mais completo. Existem pelo menos cinco boas cervejarias na região que merecem ser visitadas.</p>
<p>Prosit!</p>
<div id="attachment_7971" class="wp-caption aligncenter" style="width: 318px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/donc-tapioca.jpg"><img class="size-full wp-image-7971" title="donc-tapioca" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/donc-tapioca.jpg" alt="Eu e o Valdir, um timboense simpático e animado " width="308" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Eu e o Valdir, um timboense simpático e animado </p></div>
<blockquote><p><strong>Nota do Editor:</strong> apesar das referências a marcas, produtos e lugares, este post não foi patrocinado de nenhuma forma. O autor viajou às suas próprias expensas e pagou todas as suas contas. Por isso está à vontade para elogiar (ou criticar) o que lhe der na telha.</p></blockquote>
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		<title>Esse Frank&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 00:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A xarj acima nasceu de uma coisa que eu falei no tuíter. O Frank pegou no ar a idéia básica e a completou. Mesmo assim, creditou generosamente. E, no blog dele, ainda fez mais uns agradinhos. Obrigado, então. Disponha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7965" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/donc-frank-fl.jpg"><img class="size-full wp-image-7965" title="donc-frank-fl" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/donc-frank-fl.jpg" alt="Tá n'A Notícia desta sexta" width="450" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">Tá n&#39;A Notícia desta sexta</p></div>
<p>A xarj acima nasceu de uma coisa que eu falei no tuíter. O Frank pegou no ar a idéia básica e a completou. Mesmo assim, creditou generosamente. E, <a href="http://xinelao.blogspot.com/2010/05/charge-parceria.html" target="_blank">no blog dele</a>, ainda fez mais uns agradinhos. Obrigado, então. Disponha.</p>
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		<title>Da arte do encontro</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 19:28:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tal &#8220;lançamento&#8221; do livro em Brasília era pra ser, desde o começo, uma reunião de amigos que não se viam há tempos. E, maravilha das maravilhas, foi exatamente isso. Nem vou entrar em detalhes, porque iria me estender muito. Afinal, tenho alguma historinha pra contar de praticamente todas as pessoas que estiveram lá. Quer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7817" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/donc-brasilia5-alice.jpg"><img class="size-full wp-image-7817" title="donc-brasilia5-alice" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/donc-brasilia5-alice.jpg" alt="Foto: Alice Prina" width="450" height="264" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Alice Prina</p></div>
<p>O tal &#8220;lançamento&#8221; do livro em Brasília era pra ser, desde o começo, uma reunião de amigos que não se viam há tempos. E, maravilha das maravilhas, foi exatamente isso. Nem vou entrar em detalhes, porque iria me estender muito. Afinal, tenho alguma historinha pra contar de praticamente todas as pessoas que estiveram lá.</p>
<p>Quer um exemplo? A Graça Seligman. Moravam, ela e o Milton em Florianópolis, em 1977, no Portinari (r. Esteves Jr, perto da Rio Branco), onde Lúcia e eu compramos o apartamento para morar depois de casados. Acabamos amigos e a Graça nos fotografou com tal arte que usei a foto no convite de casamento. Um convite impresso na rotativa do jornal O Estado, numa folha de jornal standard, grandona. A foto ocupava o tamanho todo da folha, num dos lados.</p>
<p>Depois eles vieram morar em Brasília e acabamos, graça e eu, trabalhando juntos na EBN (Empresa Brasileira de Notícias) em 1985. Há uns dez anos, pelo menos, não nos víamos. Esteve lá ontem (o Milton, executivo da Ambev, estava no Chile ou coisa parecida). E assim foi, com a maioria, numa noite de muitas emoções.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados, votações importantes que se estenderam noite adentro retiveram vários amigos e colegas. Mesmo assim, a deputada Ângela Amin (PP) deu um jeito para dar uma passadinha rápida e não perder as votações. O deputado Coruja (PPS), leitor inveterado, mandou seu assessor de imprensa (não por acaso ex-aluno do jornalismo da UFSC) buscar um livro.</p>
<p>Na mesma hora, em outro local, estava sendo lançado um livro com textos de vários autores, sobre o Beirute, lendário bar brasiliense. Mesmo assim o Lourenço Cazzarré, velho amigo,  também avô recente e autor consagrado apareceu, com sua Luíza, para conversar um pouco, antes de ir para seu próprio lançamento.</p>
<p>Tem até quem esteja se tornando <em>habitué</em>: o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murilo, amigo e ex-aluno, esteve no lançamento de Florianópolis e também no de Brasília. Em agradecimento, dispensei-o de comprar dois livros.</p>
<div id="attachment_7818" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/donc-CV-5-lucia.jpg"><img class="size-full wp-image-7818" title="donc-CV-5-lucia" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/donc-CV-5-lucia.jpg" alt="Foto: Lúcia Valente" width="450" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Lúcia Valente</p></div>
<p>O &#8220;evento&#8221; ocupou o pátio do Martinica Café, ao ar livre (nesta época não chove mais em Brasília). Quem escolheu o local e se ocupou de boa parte da &#8220;produção&#8221; e dos convites foi o Zanoni Antunes, esse que aparece na foto, comigo. É também um velho companheiro de redação. Nos conhecemos em 1985 na EBN (ele era chefe de reportagem e eu editor geral) e depois trabalhamos juntos na Gazeta Mercantil, sucursal de Brasília, há exatos dez anos. Ele dirigia a redação e eu era o secretário de redação. Nossa missão era reforçar a sucursal, para enfrentar a concorrência do Valor Econômico, jornal que foi lançado em 2000. E, graças à habilidade do Zanoni, conseguimos montar uma equipe de craques que fez o Valor comer poeira por um bom tempo (até que a Gazeta, ferida de morte por seus próprios erros administrativos, implodiu).</p>
<p>Na foto lá em cima, que mostra duas das mesas aparecem, na mesa em primeiro plano, da esquerda para a direita, a Simone Garcia, jornalista catarinense, de Itajaí, que agora está trabalhando na Presidência da República, o namorado dela e fotógrafo do Estadão, André Dusek (sim, sim, irmão do Eduardo), o Lúcio Lambranho, repórter do premiado site Congresso em Foco e o presidente da Fenaj.</p>
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		<title>Reage, Mosquito!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 13:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Canga informa que o Mosquito reagiu e já não está mais com o pé na cova.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://cangarubim.blogspot.com/2009/12/mosquito-reage.html" target="_blank">Canga informa</a> que o Mosquito reagiu e já não está mais com o pé na cova.</p>
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		<title>Mosquito ainda tá maleixo</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 19:33:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não são nada tranquilizadoras as informações que o Jorge Oliveira (amigo que está atualizando o Tijoladas) publicou sobre o estado de saúde do inseto. O fato dele ter sito transferido hoje à tarde para a UTI do Hospital Florianópolis (é crônica a falta de vagas em UTIs, em Florianópolis) tanto pode significar um melhor acompanhamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não são nada tranquilizadoras as informações que o Jorge Oliveira (amigo que está atualizando o Tijoladas) <a href="http://tijoladasdomosquito.com.br/" target="_blank">publicou</a> sobre o estado de saúde do inseto. O fato dele ter sito transferido hoje à tarde para a UTI do Hospital Florianópolis (é crônica a falta de vagas em UTIs, em Florianópolis) tanto pode significar um melhor acompanhamento de sua situação, quanto que não houve melhora e, por isso, ainda precisa de cuidados intensivos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diga lá, Olsen Jr.!</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 19:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vários blogs republicam a crônica semanal do Olsen Jr, normalmente publicada no jornal A Notícia, tablóide regional do norte do estado, da RBS. Hoje eu também me uno aos demais, por uma razão muito simples: a RBS censurou a crônica do velho viking. E, pelo que se lê no texto, por uma imbecil subserviência e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vários blogs republicam a crônica semanal do Olsen Jr, normalmente publicada no jornal A Notícia, tablóide regional do norte do estado, da RBS. Hoje eu também me uno aos demais, por uma razão muito simples: a RBS censurou a crônica do velho viking. E, pelo que se lê no texto, por uma imbecil subserviência e uma caolha noção do que deve ser e para que serve a liberdade de expressão.</p>
<p>Ele mesmo informou o caso:</p>
<blockquote><p>“Olá, camaradas, salve!<br />
O texto que vocês irão ler agora acaba de ser censurado pelo jornal A Notícia&#8230;<br />
Há 12 anos escrevendo para este jornal ainda me surpreendo, não sei porque ainda insisto&#8230;<br />
Talvez porque um poeta é semelhante a uma vela, se extingue iluminando&#8230;<br />
É o que me anima, mas dói&#8230;<br />
A respeito do editor, você não vê o sujeito defendendo uma única ideia, aliás, você não percebe o cara ter uma única ideia para defender&#8230;<br />
Mas dói&#8230;<br />
Até!”</p></blockquote>
<p>Taí, então o “perigosíssimo” texto do Olsen, que alguém queria ver engavetado. Mas que, só pra inticar, a gente coloca nos alto-falantes:</p>
<blockquote><p><strong>CARTA À ANITA PIRES</strong></p>
<p>Por Olsen Jr.</p>
<p>Há muito estou para lhe escrever. Demorei-me, todavia, porque acreditava, depois de certo tempo, tomando pé da situação, a senhora iria levar a bom termo a empreitada, isto é, dirigir a Fundação Catarinense de Cultura.</p>
<p>Estive em sua posse. Muito concorrida, acrescente-se. Afinal, era uma mulher, foi guerrilheira. Bonita, inteligente, culta. Tinha uma história para contar. Já havíamos (eu e a minha família) lhe emprestado apoio quando de sua candidatura à prefeitura de Florianópolis, em outros tempos.</p>
<p>Nunca lhe pedi nada, não lhe devo nada, a não ser essa admiração por alguém que formou, como eu, fileiras no velho MDB de guerra, no tempo em que isso era sinônimo de esquerdismo, comunismo, anarquismo e não sei mais quanto “ismos” se poderia acrescentar a quem lutou por uma causa que se julgava justa. Portanto o que lhe digo é com a melhor das intenções.</p>
<p>O que me motiva agora foi uma excrescência que li no jornal. O governo do estado, através da FCC, elege uma “comissão” para escolher os escritores que irão a Feira do Livro de Porto Alegre. Estranho, penso. Se o “Governo” vai facilitar uma locomoção até a feira, bancando o veículo, natural seria se protagonizasse uma inscrição e que todos os interessados pudessem fazê-la, afinal, o governo, administra o Estado e não um feudo, de ungidos e diferenciados por apadrinhamento.</p>
<p>Depois, analisando os acontecimentos ligados a minha área, isto é, a literatura, deparei-me com apoteóticas coincidências, senão vejamos: se a senhora, dona Anita Pires por quem ainda tenho grande admiração, observar – basta por as listas dos nomes a sua frente – os membros que compuseram a comissão que selecionou os classificados no Edital Elizabeth Anderle, mais os nomes que integraram aqueles que escolheram os livros que deveriam ser adquiridos na “Lei Grando”(na Cocale – Comissão Catarinense do Livro) para abastecer as bibliotecas do Estado e ainda, esses agora que escolheram os nomes dos escritores para irem a Feira do Livro, nas três listas a senhora irá deparar com nomes que se repetem em todas elas.</p>
<p>Well, esses nomes ficaram conhecidos, grosso modo, como os “Mastins do Péricles”&#8230; Mastim, como a senhora sabe, são cães de guarda, existem desde a Idade Média, são subservientes e fieis a quem lhes garanta a sobrevivência e extremamente ferozes com quem ameace essa condição e´”Péricles”, naturalmente nada tem a ver com o político e estadista grego (490-429 a.C) discípulo de Anaxágoras e maior orador do seu tempo ou o criador do “Amigo da Onça”, genial personagem de Péricles de Andrada Maranhão que desde a década de 1940 inspirava o bom humor brasileiro, sempre pondo alguém em uma fria.</p>
<p>Isso posto, acrescente-se a má fé, como diria Sartre, em se “ungindo os agraciados com a ida a Feira do Livro com a indicação da cidade de origem, do nascimento, dos “eleitos” para dar uma ideia de “universalidade” e “abrangência” como se tivesse abarcado o Estado inteiro, assim, o sujeito nasceu em Blumenau (mas mora em Florianópolis), nasceu em Lages (mas está em Floripa), nasceu em Tubarão (mas reside em Floripa) e vai por aí&#8230; Puta que os pariu&#8230; (alô revisão, é puta que os pariu mesmo)&#8230;</p>
<p>O Estado ajuda muito quando não atrapalha.</p>
<p>Estive em Criciúma na semana passada, na Feira de Rua do Livro, pô! Existe uma aversão por esse compadrio que alicia indivíduos, apaniguados pelo Estado, para causas que deveriam ser de ordem coletiva e se tornam aparato de um grupelho, com a exceção de um e outro, inexpressivo de nossa literatura, por mais que insistam.</p>
<p>Por isso tudo, senhora Anita Pires, reveja essa condição, não se deixe dominar por maus aconselhamentos ou então nos explique por que quando se está dentro do poder se tem uma tendência de repetir mal o que se combatia bem quando se estava fora?</p>
<p>Aceite o abraço de quem lhe quer bem e lhe deseja sucesso!</p>
<p>O Estado ajuda quando não atrapalha.”</p></blockquote>
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		<title>Emanuel e seus livros</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ilhéu candango (ou, para os mais formais, o escritor catarinense radicado em Brasília) Emanuel Medeiros Vieira , pede pra avisar que vai lançar seu livro mais recente, o romance “Olhos Azuis &#8211; Ao Sul do Efêmero” (Thesaurus Editora/FAC, 2009), no próximo domingo, dia 18, a partir das 18 horas, na Feira do Livro da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ilhéu candango (ou, para os mais formais, o escritor catarinense radicado em Brasília) Emanuel Medeiros Vieira , pede pra avisar que vai lançar seu livro mais recente, o romance <strong>“Olhos Azuis &#8211; Ao Sul do Efêmero”</strong> (Thesaurus Editora/FAC, 2009), no próximo domingo, dia 18, a partir das 18 horas, na Feira do Livro da capital da República.</p>
<p>E, a propósito, no Diário da Manhã (de Goiânia, GO) de hoje, tem uma resenha emocionada de Ronaldo Cagiano, sobre outro livro do Emanuel, o <strong>“Cerrado Desterro”</strong>.</p>
<p>Trecho:</p>
<blockquote><p>“Ainda há pouco, Emanuel experimentou uma prova de fogo em sua caminhada. Vitimado por uma infecção que afetou todo seu metabolismo, viveu seu apartheid psicológico num leito de hospital por um longo período, considerado um divisor de águas em sua vida, quando esta quase lhe escapava, bombardeada por um desconhecido invasor. Foi quando escreveu um obra tão pungente quanto arrebatadora, em que passou em revis(i)ta à sua trajetória pessoal e intelectual, legando um testemunho literário emocionante, inventário e balanço dessa hercúlea travessia.”</p></blockquote>
<p><a href="http://www.dm.com.br/materias/show/t/catarse_e_testemunho_existencial" target="_blank">Para ler a íntegra do artigo, intitulado “Catarse e testemunho existencial”, clique aqui.</a></p>
<p>O Emanuel é colaborador deste blog e as <strong>“<a href="http://www.deolhonacapital.com.br/category/cartinha-do-emanuel/" target="_blank">Cartinhas do Emanuel</a>”</strong> são publicadas sempre aos domingos, às 11h.</p>
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		<title>Grande Merten</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2009/09/30/grande-merten/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 19:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheci pessoalmente o Luiz Carlos Merten em Porto Alegre, quando trabalhamos juntos no Diário do Sul, na década de 80. Ele já como um dos luminares do jornalismo cultural e eu na secretaria de redação. E passei a admirá-lo profissional e pessoalmente. Embora não tenhamos dado seqüência à amizade, depois que deixamos de ser colegas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheci pessoalmente o Luiz Carlos Merten em Porto Alegre, quando trabalhamos juntos no Diário do Sul, na década de 80. Ele já como um dos luminares do jornalismo cultural e eu na secretaria de redação. E passei a admirá-lo profissional e pessoalmente. Embora não tenhamos dado seqüência à amizade, depois que deixamos de ser colegas no mesmo jornal, continuei lendo-o sempre que possível. Mais tarde, com a internet e os blogs, ficou ainda mais fácil. E ele escreve muito. Em todos os sentidos.</p>
<p>Vale a pena colocar <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/merten/" target="_blank">o blog dele</a> nos seus favoritos. Como aperitivo e para que vocês, se ainda não o conhecem, entendam do que e de quem estou falando, transcrevo abaixo um de seus posts de ontem:</p>
<blockquote><p>“<strong>Nevermore</strong><br />
por Luiz Carlos Merten</p>
<p>Fui ao ex-Tom Brasil, que nem sei mais como se chama, HSBC alguma coisa, para a festa de premiação do troféu Comunique-se. Não ganhei. O vencedor, mais uma vez, foi Artur Xexéo. Meu colega Jotabê Medeiros, cansado de perder – e para o Xexéo –, nem se dignou a aparecer. Quero dizer que acho o Jota o maior repórter de cultura do País, para não dizer o único. Quando vejo essa gente forçando a barra, na concorrência principalmente, para fazer jornalismo de denúncia na área de cultura, tenho engulhos. É mais ou menos como partir do pressuposto de que são todos desonestos e só nós somos puros, o que me parece no mínimo estranho. Jornais que se beneficiam dos mecanismos de patrocínio para suas campanhas de marketing &#8211; DVDs ou livros &#8211; têm a cara de pau de denunciar os outros, como se a gente não soubesse dessas e outras histórias, muito piores. Deixa pra lá. Não me importo de ter vindo do Rio para perder. Estava com minha filha e amigos, bebemos bons vinhos, vimos um show do Chico Anísio que&#8230; Chico faz a dublagem do velho de &#8216;UP &#8211; Altas Aventuras&#8217;. A animação é maravilhosa e Chico dá conta do personagem. Seu stand up show no prêmio Comunique-se foi absolutamete escatológico. Só piada de negão, tomar no c&#8230; e por aí afora. Mas eu ri muito, confesso. Na mesa sobre TV de sucesso, no Festival do Rio, discutiu-se &#8211; discutimos &#8211; muito a questão da Globo como emissora familiar, onde certos temas (e expressões) são proibidos. Arregacei. Como vou muito a teatro, confesso que não tenho mais saco de ver essas peças com globais, a maioria de uma mediocridade aflitiva e que o público vai ver na expectativa do momento em que vai ouvir, sei lá, alguém bem novela das 8, mandar seu colega de elenco se f&#8230; Como isso e inviável na televisão, basta um m&#8230; de um global, no teatro, para a plateia vir abaixo. É uma pobreza tão grande que fico constrangido e por isso mesmo louvo a cotagem de um cara como o Tiago Lacerda, fazendo o Calígula de Albert Camus (e Gabriel Vilella), quando bastaria ele mandar alguém tomar no c&#8230;, em um besteirol bem zurrapa, para ganhar muito mais dinheiro. Tergiverso, eu sei. Quero chegar agora a um assunto que tenho engasgado, nos últimos dias. Roman Polanski foi preso, na Suíça se não me engano, e deve ser deportado para os EUA, onde terá de cumprir pena, condenado que foi num caso de abuso sexual. Não li nada na imprensa, mas, pelo que me contaram, a &#8216;menor&#8217; com quem Polanski fez sexo há não sei quantos anos &#8211; uns 20, pelo menos -, retirou a queixa, mas a maioria silenciosa, e conservadora, norte-americana, acha que houve um acordo por baixo do pano e quer ver o cineasta por trás das grades. Polanski é um grande artista, não há dúvida. Tive o privilégio de encontrá-lo algumas vezes. Poucos personagens públicos &#8211; &#8216;celebridades&#8217; &#8211; tiveram vidas tão trágicas. Polanski sobreviveu ao gueto, ao massacre de sua família pela família de Charles Manson. Tudo isso é muito trágico, mas não o absolve, claro, de suas responsabilidades. É verdade que a garota, de &#8216;menor&#8217;, como se diz, era uma cavalona. O caso é muito complicado, mas, não sei, do ponto de vista dramatúrgico, pensando em Polanski como &#8216;personagem&#8217;, talvez tenha sido um alívio para ele, que passou as últimas décadas fugitivo. A fuga acabou, É tudo ou nada. O pior, nisso tudo, é que, se Polanski for preso, sua carreira estará encerrada. Nunca mais os filmes de Polanski&#8230; Nunca mais é uma palavra, ou são palavras, demasiado fortes, mas podem ser uma realidade neste caso.”</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>TV UFSC se mexe</title>
		<link>http://www.deolhonacapital.com.br/2009/08/27/tv-ufsc-se-mexe/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 21:28:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Recadinho que acabo de receber da Andressa Braun, que faz parte da turma que está remodelando a programação da TV UFSC: “O Curso de Jornalismo e a TV da UFSC rendem homenagem a um de seus antigos professores, Daniel Herz, jornalista que fez história defendendo a democratização das comunicações no Brasil. Roteiro do documentário sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recadinho que acabo de receber da Andressa Braun, que faz parte da turma que está remodelando a programação da TV UFSC:</p>
<blockquote><p>“O Curso de Jornalismo e a TV da UFSC rendem homenagem a um de seus antigos professores, Daniel Herz, jornalista que fez história defendendo a democratização das comunicações no Brasil. Roteiro do documentário sobre a vida de Herz é do jornalista César Valente. Terça e sexta-feira (01 e 04/9), depois do UFSC Entrevista que inicia às 20 horas. Acompanhe pelo canal 15 da NET.”</p></blockquote>
<p>Bom, eu e todo mundo que não tem Net teremos que nos contentar em assistir no youtube:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OeQO_ScWFXo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/OeQO_ScWFXo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Pra quem tem NET, deixo o <em>press release</em> completo, pra verem as outras atrações:</p>
<blockquote><p>“<strong>TV UFSC relembra grandes nomes do Jornalismo e Cinema</strong></p>
<p>Destaque é a exibição do documentário sobre um dos maiores defensores da democratização das comunicações no Brasil, Daniel Herz. A 7ª Arte é representada pelo cineasta russo Sergei Einsenstein com o filme O Encouraçado Potemkin.</p>
<p>TV UFSC é variedade cultural, mas também informação. O novo programa “Auditório” vai ao ar nesta sexta-feira (28/8) com reportagem sobre a Semana da Cultura Pop Japonesa, entrevista com o pró-reitor de Infraestrutura, João Batista Furtuoso e a programação de eventos da universidade na Agenda UFSC.</p>
<p>O filme O Encouraçado Potemkin (1925), uma das obras mais importantes do Cinema Revolucionário Soviético, será exibido segunda e quarta-feira (31/8 e 02/9), às 20h30. Realizado em 1925, é o segundo longa-metragem do diretor Sergei Eisenstein e marcou a história do cinema por incorporar novas formas e ritmos cinematográficos à 7ª Arte.</p>
<p>“UFSC Entrevista” fala de cinema também. A apresentadora Débora Oliveira conversa sobre animação com o diretor Igor Pitta Simões. Com treze anos de carreira, Simões fala das técnicas e do mercado de produção desses filmes. O jovem diretor foi premiado 12 vezes pelo curta-metragem Pescador de Sonhos. Não perca, terça e sexta-feira (01 e 04/9),  às 20 horas.</p>
<p>Logo após o “UFSC Entrevista”, o curso de Jornalismo e a TV rendem homenagem a um de seus antigos professores, Daniel Herz, jornalista que fez história defendendo a democratização das comunicações no Brasil. Roteiro do documentário sobre a vida de Herz é do jornalista César Valente.  Terça e sexta-feira (01 e 04/9), depois do UFSC Entrevista.</p>
<p>O conhecido “Tome Ciência” estreia Alimentos em Crise, pautado pelo relatório do Fundo das Nações Unidas que revela a existência de 923 milhões de pessoas que passam fome no mundo. Em contraposição, diariamente se produz cerca de 6,7 bilhões de quilos de alimentos, quase 1kg por pessoa. Entre os participantes, está Cândido Grzybowski, um dos coordenadores do Fórum Social Mundial e diretor executivo do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas, o Ibase, fundado por Herbert de Souza. Estreia quinta-feira (03/9), às 21 horas.</p>
<p>Satisfação no ambiente de trabalho é o tema do conhecido “Justiça do Trabalho na TV”, transmitido sempre terça e quinta-feira, às 19h30. Logo após, no programa “Primeiro Plano” você assiste ao documentário Armações. Os jornalistas Rafael Carvalho e Dilson Branco mostram as vilas e povos que se dedicaram à caça da baleia no litoral catarinense. “Tivemos oportunidade de produzir o óleo da baleia e constatar o benefício de sua utilização nas construções da época”, lembra Carvalho. Quinta-feira (03/9), às 20 horas.</p>
<p>E se você perdeu a programação à noite, tem a oportunidade de assisti-la de manhã. De segunda a sexta-feira, a partir das 10 horas. Não esqueça, acompanhe tudo no canal 15 da NET.</p>
<p>A TV UFSC segue inovando. Em setembro, novo programa, o “Cotidiano”. Informação sobre a universidade na medida para você.”</p></blockquote>
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		<title>E olha que eu nem acompanho futebol&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 23:26:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sou um torcedor. Mas não posso ignorar a enorme alegria dos meus amigos avaianos e a boa figura que o Leão da Ilha está fazendo no campeonato. Tomara que a maré continue favorável. Uhuuu!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5454" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2009/08/deolho23-avai.jpg"><img class="size-full wp-image-5454" title="deolho23-avai" src="http://www.deolhonacapital.com.br/wp-content/uploads/2009/08/deolho23-avai.jpg" alt="Parabéns, avaianos!" width="450" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Parabéns, avaianos!</p></div>
<p>Não sou um torcedor. Mas não posso ignorar a enorme alegria dos meus amigos avaianos e a boa figura que o Leão da Ilha está fazendo no campeonato. Tomara que a maré continue favorável. Uhuuu!</p>
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