Passarinho que come pedra sabe o que lhe advém. O João Batista Nunes meteu-se (ou foi metido) com os Berger e acabou vice-prefeito de Florianópolis. Passou um tempo bem faceiro. Mal sabia ele que, à sombra dos Berger, só cresce quem eles quiserem que cresça e enquanto eles permitirem que cresça.
Dário Berger deu uma porção de tarefas ingratas para o João Batista, que teve que oferecer a cara a bater em greve de ônibus, em remendos viários e outras nabas. No final, estava mais ou menos claro que o Dário tratava o vice como um subalterno de segunda classe. Principalmente quando ficou definido que o queridinho do Dário era o Gean Loureiro. Aí, para o Gean tudo e para o João Batista nada.
O tucano até pensou em concorrer à prefeitura. Mas os dirigentes do seu partido, pragmáticos e atentos às oportunidades, abraçaram-se com o governador e com o candidato do PSD, o Cesar Júnior. E também escantearam o JB.
Resultado: ao vice do Dário restou a tarefa de completar seu mandato administrando as engronhas que sobraram e manter funcionando a máquina que, direta ou indiretamente, beneficia o Gean.
Por falar nas “obras” do JB, aquele Mercado Público ficou uma ZONA!!!!! Deixaram uma pista para os veículos e liberaram o cantinho para os botecos e para a baderna generalizada dos entregadores. Sem falar que o povo não respeita muito o sinal neh, atravessando com o sinal fechado para os pedestres.
Bem feito. Quem manda ser bocó