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Bloguices

DONC em dia de Caras

No domingo (ontem), a Associação Catarinense de Imprensa fez sua festinha de final de ano. Boca livre, claro, para manter a tradição. Também fui lá. Por mais que torça o nariz para esses eventos para jornalistas cheios de patrocinadores, sabia que boa parte dos meus colegas e vários dos amigos e considerados estaria lá. Levei uns livrinhos para sortear, como modesta contribuição para a festa, que estava bem divertida.

A certa altura, vendo tantas celebridades ao redor, resolvi exercitar-me como paparazzo. Mas, preguiçoso e acomodado, fotografei apenas quem estava próximo da minha mesa, ao alcance da minha minúscula teleobjetiva. Se em vez de ficar sentado, tomando chope,  experimentando ostras e mariscos defumados e me empapuçando de bolinhos de bacalhau na companhia do Rodrigo Lossio eu tivesse me movimentado um pouco mais, naturalmente teria mais caras e bocas para esta edição extra do DONCaras. Fica pra próxima. Enjoy.

ATUALIZAÇÃO DA TERÇA À NOITE

O diretor da ACI, Marco Aurélio Gomes (@Magomarco), não gostou muito (ou melhor, não gostou nada) do que eu disse acima. Principalmente, da parte relativa aos patrocínios. Ele expressou seu desagrado no tuíter, parecia pessoalmente ofendido e disposto a também ofender o autor dessas “insinuações”.

Viram como não existe almoço grátis? Pelo que entendi da bronca do diretor, se aceitei o almoço grátis (onde, segundo ele, enchi “os cornos”), não poderia ter escrito o que escrevi. Minha motivação, pelo que ele disse, teria sido “inveja”.

É claro que essas farpas no tuíter não podem ser levadas muito a sério. Primeiro porque, embora seja um meio de comunicação público e de amplo alcance, muita gente tem a impressão que se trata de uma comunicação privada, quase pessoal. E depois porque, em 140 toques, não dá pra explicar nada direito e as coisas em geral ficam mal paradas, quando se quer discutir a sério qualquer assunto.

Por isso tudo espero que algum dia, em torno de uma mesa de café (ou mesmo de chope), as coisas se esclareçam melhor. E que eu consiga demonstrar que não tenho por que ter inveja de quem consegue reunir os principais jornalistas da cidade numa festa de final de ano. Que, como se pode ver nas fotos abaixo, foi bem legal.

Hélio Costa

Hélio Costa matando a fome. Fotos: Palhares Press.

Raul e Osmar

Raul Sartori e Osmar Schlindwein tricotando

Raul e Osmar

Momento da conversinha ao pé do ouvido

Gilberto

Gilberto Gonçalves reabastece a serpentina

Carol, Imara e Hélio

À esquerda a Carol (do Fenelon). E a Imara conta as últimas pro Hélio

Moacir e Mafalda

O AC Mafalda (de barba), atualiza o Moacir Pereira

Fenelon, Osmar e Roberto

Fenelon, Osmar Teixeira e Roberto Alves. Papo animado.

Fenelon, Osmar e Roberto

A conversa tava boa, deu até pra fazer uma série

Fenelon, Osmar e Roberto

Esses três guardam boa parte da história do rádio e da TV de SC

Thomas

Olhaí o Cláudio Thomas (que saiu da RBS em novembro)

Lúcia Helena e Rossani Thomas

Lúcia Helena põe a conversa em dia com a Rossani Thomas

Roberto e Rossani

Roberto (do Fluminense) ouve, concentrado, a Rossani

Débora

A simpática Déborah Almada, feliz com o sucesso da festa

Discussão

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  1. Adorei as fotos, as insinuações e a camisa do Moacir. Mas gostei mesmo foi da conversa ao pé do ouvido do Raul com o Osmar que tricotou a tarde toda com o Moacir Pereira. Fiquei com inveja: não teve nenhuma foto minha. Um beijo na Déborah e no Roger. Obrigado pelo reencontro.

    Posted by Brito | dezembro 12, 2011, 23:51
  2. Muito boas as fotos!!! Foto sua tb não tem!!!

    Posted by Aline Graziela | dezembro 13, 2011, 13:58
  3. Vc só esteve na festa para tentar tirar um trocado com a venda do seu livro. Que fase, hein!!! Vc é um puta cara de pau, véio. Vai na festa e fala mal dela.

    Posted by Marco Aurélio Gomes | dezembro 13, 2011, 21:30
  4. Marco Aurélio, todo livro que é feito sem patrocínio precisa ser vendido. Pelo menos para pagar os custos. Por isso coloco meu livro em livrarias e vendo onde tiver oportunidade. Quanto à minha motivação para ir à festa, continuas mal informado: levei só três livros, como doação para a ACI. Não levei livros para vender.
    Vou tentar explicar: fui à festa para rever amigos e conversar um pouco com os colegas. Coisas normais de uma festinha de final de ano. Ainda acho que não falei mal da festa, como insistes em dizer que falei. Mas, mesmo que tivesse descido o cacete, estaria no meu direito, não? Assim como tens direito de me xingar, caluniar e ofender, aqui e no tuíter se isso te dá prazer.

    Posted by Cesar Valente | dezembro 14, 2011, 13:06
  5. Caro César, nem sempre gosto ou concordo com tudo que escreves (só na maioria das vezes!), mas defendo teu direito de falar o que bem entendes à tua maneira. Como já tinha dito no twitter, fostes à festa como meu convidado. E tenho muito orgulho de ser tua amiga, pois sempre te admirei, desde os tempos de O Estado. Também gosto muito do Marcão, acho um cara superboa praça. Porém, não concordo com a opinião dele sobre o teu post. Mas a opinião dele é a opinião dele, não é mesmo? Não vou deixar de gostar dele por isso. Mas quero dizer que enquanto eu for da diretoria da ACI, você será sempre convidado para as nossas festas – pelo menos por mim. Podia terminar este post com um “beijo no coração”. Mas acho isso muito ridículo. “;-)

    Posted by Déborah Almada | dezembro 14, 2011, 15:32
  6. De fato, Déborah, beijo no coração é o ó do borogodó. Mas encontraremos outras formas de ósculo que sejam socialmente aceitáveis como demonstração pública de afeto entre dois velhos amigos ;-)

    Posted by Cesar Valente | dezembro 15, 2011, 00:22

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