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Florianópolis

Ecos da inauguração

Dário e Colombo

Dário (e) e seus partners. Fotos: James Tavares/SECOM

Pelo que se vê na foto acima, distribuída pela secretaria de Comunicação do governo do estado, o prefeit-o-Dário tava bicudo na inauguração. Devia estar treinando pra dizer o nome do viaduto elevado: Carl Hoepcke. No lado do Raimundo aparece seu mais novo amigo de infância, o ex-governador Paulo Afonso.

Abraçadinhos

O viaduto do Dário despertou súbitos acessos de afeto entre os políticos presentes.

Pose de campanha na inauguração do viadutinho: o prefeito de São José, Djalma Berger (irmão do Dário), agarrado ao Raimundo e, de gravata e tudo, o Gean Loureiro, candidato do Dário à prefeitura de Florianópolis. Taí uma cena que, com certeza, vai aparecer no horário político obrigatório.

FRASE DA QUINTA

“Quando você pega um ponto e faz uma solução de engenharia, normalmente resolve só o problema naquele ponto. E corre-se o risco de comprometer outra região da malha viária.”

José Leles de Souza, doutor em Engenharia do Tráfego, ontem, no jornal online dos gaúchos.

Discussão

Comentários estão desativados para este post.

  1. O que nos espera na eleição do ano que vem. Cruzes. Pobre cidade, pobre bela e Santa

    Posted by Mário Medaglia | dezembro 8, 2011, 17:52
  2. O Governador Raimundo está parecendo um poleiro, com duas penosas penduradas nele…
    Haja paciência para a população ano que vem…

    Posted by Renan | dezembro 9, 2011, 11:16
  3. Cesar,

    Não achei seu email para enviar este comentário de uma aluna. Abs!
    ______________

    Sou um dos 3.882 alunos de EAD da UFSC (15 cursos, dados do DC, dia 14-out-2011). Estas eleições aprofundaram minha decepção com a universidade, onde curso uma segunda graduação (licenciatura, para ser mais professora ainda, insana escolha). Se nos tempos do Jornalismo (onde Moacir foi Coordenador e professor) vivenciamos democracia, participação, debate, agora somos meros números na burocracia.

    Quando peguntamos sobre a votação, não obtivemos resposta a vários emails. Depois um coordenador ligado ao curso, no CCE, nos disse que não votaríamos. Depois vimos nosso nome na lista dos eleitores. Afinal, aluno de EAD está regularmente matriculado. Para fechar em clima de absurdo, recebemos a informação de que poderíamos votar, mas teríamos que comparecer na urna em Florianópolis.

    A verdade é que fomos ignorados. Se fazemos QUATRO ANOS de faculdade pela internet, espalhados em várias cidades pólo, com tudo online, inclusive provas que valem absurdos 60%, por que viajaríamos até a ILha? Quem pode dar-se a este luxo, saindo lá do oeste? E por candidatos que nos ignoraram…

    A UFSC até acaba de sair da Ilha, mas não desce do salto. Teria sido fácil para o grande aparato técnico bolar uma maneira de registrar nosso desprezado votinho. Não recebemos um email, folder, ou qq material de nenhum dos dôutos candidatos.

    Estamos no terceiro ano e até hoje nenhum representante do DCE se apresentou, mandou uma mensagem, nos convidou para qq coisa.

    Só consegui ver fragmentos de entrevistas no Programa Educação e Cidadania, patrocinado pela UFSC, e apresentado por Maria Odete Olsen, na TV. Chamou-me a atenção o dia em que vi o candidato Irineu defendendo gratificação salarial para os 40 e poucos coordenadores de curso, já que são os únicos que ficam de fora desta benesse. Parece que são mais de 700 cargos comissionados. Fiquei pasma e me perguntei. Se o sujeito já recebe salário, tem emprego garantido, pagam-lhe condução se mora longe, por que ainda tem que ganhar gratificação? Virou um cabidão de emprego como o governo em geral?

    Que tal esta gente olhar além do umbigo e ver a miséria dos colegas professores do estado, da própria prefeitura da capital (edital na Fepese-UFSC), os ACT-bóia fria? Esta gente da UFSC que veio em boa parte para levar vidão de turista na Capital-Ilha da Fantasia, juntamente com as oligarquias, é responsável pela tardia expansão (ridícula até o momento…) da universidade, num estado com quase 300 municípios. Tivemos um até um ministro da educação, sr Bornhausen. E não por acaso quem se expandiu foi o ensino privado, dito comunitário, onde a Univali se destaca pela ausência completa de eleições livres, diretas, abertas. O Kadafi já se foi, quem sabe a primavera chegue à Univali também. Eleição indireta através de conselho de pessoas nomeadas não vale. Até nosso velho reitor Edson Villela submeteu-se uma vez à eleição direta.

    Posted by Marcia Costa (mensagem privada) | dezembro 9, 2011, 11:41
  4. César Valente realmente voce nao existe. Lendo seu comentario em relacao a inauguração do elevadinho nao lembro de ter me divertido tanto nos últimos anos.
    Ate parece que a SECOM escolheu as poses para encaixar em teus comentários. Perfeito.

    Posted by Maristela | dezembro 9, 2011, 22:24
  5. O elevado não tem acostamento. Quebrando em carro vai parar tudo. Quebrando um onibus ou um caminhão vai parar toda a cidade.

    Posted by pedro de souza | dezembro 12, 2011, 10:06
  6. Ainda me atormenta uma dúvida, desde os tempos pré obra: se eu venho do sul e quero ir para o Centro, e alguém vem da ponte e quer ir para a Beiramar (e não são poucas situações do gênero), como faz? Cruza tudo como antes? Diminuiu o fluxo como antes? O que foi feito, que uma simples retirada do semáforo não resolveria? Eu disse “uma” dúvida, né…?

    Posted by @rottoweb | dezembro 12, 2011, 11:34

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