Vocês, que são florianopolitanos, vão reconhecer alguns elementos da história que o Ângelo Rigon, um blogueiro de Maringá, está contando na nota que transcrevo abaixo (o original está aqui). Ele notou que as mesmas maracutaias que envolveram a construção de um shopping na cidade estão acontecendo na construção de um shopping em Palmas, Tocantins. O que mais os dois empreendimentos têm em comum? O Amastha, cônsul da Colômbia, que também passou pela ilha da moeda, digo, da magia.
Olhaí:
“É Capim Dourado, mas pode chamar de Aspen…
25 agosto 2010Quando o Aspen Park começou a ser construído em Maringá, para que a construção fosse viabilizada do jeito que foi planejada, houve-se por bem comprar vereadores, que mudaram a legislação de uso e ocupação do solo (perguntem a um ex-presidente quando este estiver nos estertores, que, temente a Deus como diz, deve confirmar). Tempos depois, já na gestão do ímprobo e religioso Silvio Barros II, montaram uma audiência pública para uma nova infração à lei.
A grande figura por detrás do empreendimento, Carlos Amastha, agora aparece com o Shopping Capim Dourado, em Palmas (TO), sob a mesma circunstância: não é que descobriram que o empreendimento foi inaugurado sem habite-se e alvará de funcionamento? É Maringá, definitivamente, exportando norrau de malandragem.”
Não sei se foi neste empreendimento, mas foi num desses shopping do Consul Colombiano que o Prefeito de São José estava lá e devidamente fotografado.
Em Palmas, o Capim Dourado, como o Aspen, foi construído em área de preservação ambiental, causando grandes danos a um córrego que fornece água para a Capital. As autoridades, felizes e satisfeitas com o empreendimento, que – somos obrigados a reconhecer – possibilitará grande desenvolvimento ao Tocantins -, não tomam providências. O progresso é necessário, sim, mas não às custas do meio ambiente.
Pedro, ele foi visitar em Tocantins, quando ainda era deputado federal.
E o Amashta filiou-se ao PV do Tocantins…
Cesar, decididamente, em capim dourado burro não pasta…