Se os aeroportos funcionarem direito, logo mais estarei em Chapecó para participar da Semana da Imprensa Catarinense, em comemoração aos 179 anos da publicação do primeiro jornal no estado (mais detalhes aqui).
A Associação Catarinense de Imprensa, o jornalista Marcos Bedin (que é o organizador local da festa) e o curso de Jornalismo da Unochapecó reservaram-me o privilégio de fazer a primeira palestra do evento. Será hoje à noite, às 19:30, no auditório do blogo G, no campus daquela universidade.
Se tem uma coisa que a vida ensina, é que simplificar é sempre melhor (e mais difícil) que complicar. Por isso, vou provocar o auditório com um “jornalismo trocado em miúdos”. Qual é, afinal, a essência dessa arte (ofício?) tão mal compreendida? O que se esconde sob os fru-frus das abundantes teorias e sob o charme dos rostinhos bonitos (ou nem tanto) que aparecem na TV como se fossem celebridades artísticas? E qual o papel da internet nisso tudo?
Naturalmente, vou também tentar levantar algumas questões sobre o presente e o futuro da profissão, aproveitando o momento dramático que a crise internacional dos jornais oferece. E a perplexidade criada nos jovens e veteranos com a extinção da regulamentação profissional no Brasil.
Na mala estou levando perguntas e dúvidas. Mas espero que os presentes aceitem as provocações e do debate surjam algumas respostas. Ou, no mínimo, novos questionamentos.
A PROGRAMAÇÃO
Os festejos da ACI serão realizados em várias cidades, de hoje até agosto. Abaixo, o programa:
DE OLHO NA CAPITAL, O LIVRO
O tal “lançamento” do livro que está previsto no programa significa que, depois da palestra, autografarei os exemplares do “De Olho na Capital” que a turma do oeste tiver adquirido. Claro que, prum autor independente, que não tem grandes esquemas de divulgação e distribuição, essas oportunidades de vender uns livrinhos são importantes. Mas eu acho que o fundamental, hoje à noite, é o debate e a conversa sobre jornalismo. É pra isso, principalmente, que estou indo e é pra isso que espero que vocês todos estejam lá.
Tenho vários(as) ex-alunos(as) que vivem em Xanxerê, Chapecó e arredores que, se aparecerem, não só me darão grande alegria, como poderão ajudar, rindo de novo daquelas velhas piadas sem graça que o tio sempre usa pra manter a platéia acordada.
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