Trouxe lá do Noblat (que por sua vez trouxe do IG), a seguinte notinha sobre a campanha eleitoral:
“Jorge Félix, do IG
Controle sobre a imprensa já começouNeste momento, os repórteres que acompanham Dilma Rousseff em evento em Bauru, interior de São Paulo, sofrem com as limitações impostas.
O almoço para 500 pessoas [foi] fechado à imprensa. Os repórteres [estiveram] com os seguranças no calcanhar – até mesmo para ir ao banheiro – e tiveram que ouvir o discurso da candidata pelas caixas de som do lado de fora.”
E a nota não diz, mas a gente imagina: aquele que ousar escrever alguma coisa que contrarie a imagem que os militantes fazem de sua candidata, será, de alguma forma, punido. No mínimo, com a proibição de ir ao banheiro.
Liberdade de expressão é uma coisa que só vale quando for pra falar mal dos adversários. Criticar o governo e a candidata governista é atentar contra a segurança nacional. Hum… acho que tive um “déja vu”!
O Heródoto foi mandado embora porque criticou os pedágios. Em Minas, jornalista que critica o Aécio, fica desempregado. É batata. Em termos de controle da “liberdade de expressão”, o PT não dá nem para a saída com o PSDB.