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Corujices

O tempo voa

“Neto, como venho dizendo há cinco anos, é o maior barato, caro é o filho…”
Paulo Stodieck

Meu neto já escolhe seus próprios utensílios

Meu compenetrado neto já escolhe seus próprios utensílios

O jovem de boné na foto acima é o Augusto Prina Valente, filho do André e da Alice. Ela explicou o que ele estava fazendo, na cartinha que acompanhou a foto (um belo presente de aniversário): “estamos estimulando a independência e senso crítico dele. Hoje ele visitou a farmácia e fez suas primeiras compras.”

Botar boné nas crianças parece que é coisa de família... :-)

Botar boné nas crianças parece que é coisa de família... :-)

E esse aí é o André, que agora é o pai do Augusto, numa foto não muito antiga, com a Lúcia, mãe dele e minha mulher.

Como se não bastasse a chegada do primeiro neto, ficamos sabendo há poucos dias, que já está sendo gestado um segundo neto. Desta vez de autoria da Marta, a filha mais moça e do Danilo Leite. Já fiquei preocupado: o sujeito que tem dois netos é bisavô?

Esta é a Martinha. Ontem. Anteontem, no máximo.

Esta é a Martinha. Anteontem.

A Marta com a mãe Lúcia, em foto recente.

A Marta com a mãe Lúcia, ontem.

A filha (ou filho?) da Marta e do Danilo ainda vai demorar um pouco a nascer. Está sendo esperada para janeiro de 2011.

Ver os filhos procriando é uma coisa estranha. Não parece ter passado tempo suficiente. Ou, se passou, parece que a gente não prestou atenção direito. É tudo muito rápido. Até das noites em claro a gente acaba tendo saudades. Num instante eles viram uns galalaus e, se duvidar, daqui a pouco é a gente que está pedindo colo.

Da esquerda: André, Marta e Pedro. Em foto de 2005.

Da esquerda: André, Marta e Pedro. Em foto de 2005.

Agora, inevitavelmente, a pressão da parentada vai se transferir para o Pedro, que faz de conta que não é com ele. Até porque está ocupado criando outro tipo de filho: é um dos pais do Meme do Yahoo, neto cibernético que também tem nos dado grandes alegrias.

Desculpem ter esquecido por algum tempo dos problemas da cidade e do estado e fugido um pouco do propósito deste “De Olho na Capital”. Mas eu sou assim. Um pai coruja que está aprendendo (rapidamente, espero) a ser avô coruja.

André com o Augusto, no começo de maio. E eu tentando fazer gracinhas.

André com o Augusto. E eu tentando fazer gracinhas. No começo de maio.

Discussão

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  1. Caro César,

    Quando tú diz: “Num instante eles viram uns galalaus”, é a pura verdade. Pois agora estou com o coração na mão, pois minha filha mais velha, 22 anos, tá indo pro Rio de Janeiro estudar e trabalhar. Até ontem era a minha pequena, na quinta estará no mundo, criando sua história. O tempo realmente é imperdoavel.
    Abraços. Beto Tillmann

    Posted by Beto Tillmann | maio 24, 2010, 21:16
  2. César, a mãe do Augusto é a Alice, mas quem está vivendo no “país das maravilhas”, curtindo netos, é vc. Neto, César, é como venho dizendo há cinco anos, é o maior barato, caro é o filho…Abraço, Paulo

    Posted by paulo stodieck | maio 25, 2010, 08:49
  3. Ser avô é a melhor coisa do mundo. A gente chega a ficar até meio tolo. Cada dia que passa fico mais apaixonado pelo Caetano, meu netinho de 9 meses. Um abraço

    Posted by Gilberto Gonçalves | maio 25, 2010, 11:36
  4. É a gente ficando mais velho, mais relaxado, vendo nossas ‘crias’ felizes, criando vidas… parabéns pelo novo neto(a), pelo novo ano.
    E nossos meninos(as) crescendo a familia!

    Posted by Maria Lucia | maio 26, 2010, 01:31
  5. Ai, que delícia, Cesar. Também quero passar por isso. Bj!

    Posted by Aline | maio 26, 2010, 22:13

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