Gostei muito da minha primeira noite de autógrafos. Claro, fiquei horas remoendo se deveria ter caprichado mais nas dedicatórias (a letra estava que era um garrancho só), se dei a atenção que todos os amigos mereciam, se falei bobagem, essas coisas de quem vive nadando de braçadas no mar gelado das inseguranças. Mas no final das contas, do meu ponto de vista, foi muito legal.
Foi muita gente, não só os amigos mais chegados e parentes, mas também leitores do blog (a pressão pela volta foi grande), fontes, velhos e novos amigos e muitos coleguinhas. Estiveram lá dois deputados: Ada Lili de Luca e Elizeu Matos, ambos do PMDB. O advogado Gley Sagaz, além do próprio livro, ainda colheu autógrafo num exemplar para o ex-governador Esperidião Amin (PP). O presidente do Tribunal de Contas, conselheiro Wilson Wandall, e diretores do Sindicato dos Auditores Internos do Poder Executivo, foram bons representantes dos órgãos que ficam “de olho” nas contas públicas. Ah, vi por lá pelo menos um juiz federal, alguns estudantes de jornalismo e vários servidores públicos. Ou seja, bastante gente mesmo.
O velho amigo e figura lendária do rádio catarinense, Walter Souza, fez a gentileza de atuar como mestre de cerimônias, sem script e sem roteiro. Achei que um material escrito poderia transformar a cerimônia numa coisa meio formal demais e, como eu esperava, o Walter criou do nada uma historinha, catou aqui e ali algumas informações a meu respeito e animou a noite com inconfidências familiares.
No meu breve discurso, pra variar, esqueci de agradecer e mencionar a Associação Catarinense de Imprensa, responsável direta por aquele evento. O presidente Ademir Arnon foi a campo com toda a disposição e conseguiu o local, o coquetel e toda a infraestrutura necessária. Mas, como ele é uma pessoa generosa certamente acabará, um dia, perdoando a minha falha.
E, não bastasse a alegria de rever e abraçar tantos amigos e beijar tantas amigas, ainda tivemos uma venda espetacular: noventa e tantos livros! E eu estava pensando, antes da festa, que se conseguissemos vender uns 20 já teria sido muito bom.
Bom, espero que o pessoal não tenha se arrependido, nem de ter ido até lá, nem de ter comprado o livro. No lançamento do próximo, mais experientes, vamos (Lúcia, eu e o pessoal da Multitarefa) certamente melhorar muita coisa. Inclusive a minha letra.
Muito obrigado.
Olá, Mestre,
Quero me justificar porque tinha programado a ida ao lançamento, mas a minha pequena Julia exigiu atenção redobrada por conta de uma gripe muito forte.
Cato um exemplar ´peraí´.
Sucesso
O lançamento estava muito bem frequentado mesmo! Parabéns pelo livro, mais uma vez! Aguado o retorno festivo do “De Olho”.
Carissimo Ilustrissimo Jornalista Cesar Valente.
Parabéns pelo seu esfoço contínuo em ficar de olho na capital e mostrar com bom humor suas verdades.
Foi muito engraçado te encontrar já com o teu “chip” frito depois de tantas dedicatórias, não sabendo que dia era e trocando ou perdendo os papeizinhos com os nomes e tentando lembrar, em vão, o nome de sujeitos como eu, que pouco conheces. Ao menos a dedicatória lembrou meu caso patológico, minha idéia fixa… hehehe Mesmo sem meu nome nela, gostei!
A obra é no mínimo uma delícia de ser lida.
Está, já, ora na cabeceira da cama, ora no bidê, fazendo companhia à biografia de Carl Hopecke, ao “Piloto de Bernunça” e ao Livro dos Espíritos. Lugares e companhias nobres, ao meu sentir.
Beleza, espero não destoar muito dos companheiros. Obrigado pela compreensão e, mais uma vez, pela presença.
Tio.
Apesar de blogueiro duro, levei dois D olho, Um foi presente para o Zé Lima – Diretor Superintendente Senior da TV Mosquito.
O livro já virou leitura obrigatória na minha rede na varanda.
Também fiquei feliz,que depois de nossos últimos arranca-rabos, o Tijoladas apareceu nas tuas indicações de leitura online.
Fui.
Musca
só não fui ao lançamento, pois ainda estou em recuperação de uma grande cirugia
mais dou as boas vindas a voce aqui com seus comentarios
abraços
paulo dutra
Aqui de dentro dos muros do órgão que está sempre “de Olho que Tudo Vê” nas contas públicas, constato, alegre, o teu retorno.
Mal posso esperar pra ler o livro.
Abraço