Um leitor atento avisa que tá no blog do Moacir Pereira, a última do menino mimado que levou um puxão de orelhas porque estava metendo a mão no baleiro.
“A Árvore da Fortuna
Prefeito Dário Berger anunciou durante cerimônia na inauguração de espaço social na Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem que mandará desmanchar a polêmica árvore de Natal da Beira Mar, cancelará as festas do reveillon e o espetáculo pirotécnico da virada do ano, caso não haja cassação das liminares pelo Tribunal de Justiça”.
Não é o máximo? O que será que ele pretende com isso? Mostrar que está acima da lei? Que Tribunal de Contas, Judiciário e todas as pessoas de bem precisam ir se roçar nas ostras?
Sai pra lá, raivinha! Ridículo!
Aí então teremos um lindo ano novo, com fogos familiares e simplórios, sem a tal árvore, sem show, mas com o orgulho no peito de termos vencido pelo menos uma.
A verdade vazia há de ser melhor do que a mentira inchada.
Atentai Tribunal de Justica.
Conta tudo pra sua mãe, Dário!!
Conta tudo pra sua mãe, Dário!! [2]
eu ri!
É o próprio dono da bola…
Quer dizer que está tudo no mesmo contrato? Empresa boa essa. Será que eles vendem bolas também?
Ale, pelo jeito as bolas já venderam faz tempo…
É um per(pre)feito pateta
…a nossa cidade é maior que isso sr Dário, não esqueça os governos são transitõrios…
Caso para psiquiatra.O cara se acha o tal, acima da Lei, da moral, da ética, dos órgaos constituídos, acima das evidencias.Pegaram eles (Mario-Dario) com a mao na massa, ou melhor, com a mao na árvore.
Dário cometeu um ato falho? Ou confessou descaradamente que só faz festa se “alguém” puder faturar 100% em cima das despesas pagas com dinheiro público? Ele não tem o direito de fazer o que está ameaçando. Ele que mande pagar só o que Florianópolis deve às empresas que são as verdadeiras fornecedoras da árvore e estamos conversados. A árvore não pertence a ele, a cidade não pertence ao prefeito.
Ontem ainda estava eu parado no semáforo ém frente à polêmica árvor, e me perguntava o que tem àquele monstro de especial pra custar 3,7 milhões?
Observando melhor percebi que àquele monstrengo não tem um enfeite sequer. É apenas um plástico pintado com desenhos, e os cordões de lampadazinhas.
O valor que pagaram deve ser pela estrutura metálica que sustenta àquele monstrengo, só pode!
Esse é um legitimo “piá de bosta”.
Se acha que está tudo certo, então mostre a quem tem que mostrar.
Como sabe que fez cagada fica batendo o pé e fazendo beicinho.
Tenho pena é do Homero Gomes, secretário executivo municipal de turismo, que realmente está tentando trabalhar, na medida do que lhe permitem, pelo desenvolvimento do turismo em Florianópolis, mendigando verbas para vários bons projetos de custo decente, enquanto vê recursos públicos sendo desperdiçados/roubados na maior cara de pau. Sinuca de bico.
Era só o que estava faltando: fazer chantagem emocional com a Justiça e com o Ministério Público.
Como registrou hoje em sua página o Sérgio da Costa Ramos: Que cidade precisa de uma árvore de R$ 3,5 milhões?
- e ainda com “superfaturamento de R$ 2 milhões”, como sustenta o MP e desconfia o TCE…
Ora bolas, estragaram o Natal mais descentralizado da humanidade! Puxaram o tapete da modernidade e, assim, podem criar problemas com as relações internacionais – fruto das incontáveis Missões Internacionais de LHS.
Isso é “culpa” da oposição que não permite os caminhos “práticos e objetivos” isentos de licitações e outras “frescuras”.
Sem essa árvore como ficaremos diante de Dubai? E a nossa imagem em relação à mágica de Marrocos? E as produtoras de cinema? E as escolas internacionais com filiais em SC? Ora, essa perseguição à uma arvorezinha de apenas R$ 3,7 milhões é um ranço da “perigosa” e “implacável” oposição à modernidade.
Essa implicância é coisa de pessoas recalcadas, que carregam um complexo (ciúmes mesmo) de não terem participado daquela noite “histórica” na Casa da Marlene Rica. São pequenos, não sabem como “obter” grandes recursos, pensam em patamares baixos e não têm grandes aspirações (em todos os sentidos)…
Mas, com sinceridade, espero que Papai Noel exista. Ansiamos por um presente. Um presente da isonomia, da legalidade e da justiça.
Ele acha que está brincando de banco imobiliário. Tomou um revés e ficou brabinho. Agora quer acabar com o jogo e levar o tabuleiro pra casa.
Estranho, mas ontem foi mudado o relator do Pedido de Suspensão da Liminar…