Eestou demorando a retomar o ritmo de atualizações no blog porque ainda estou lendo, avidamente, duas grandes obras literárias que adquiri nas férias. Para que vocês não fiquem imaginando que sou um preguiçoso que fica refestelado no sofá assistindo à sessão da tarde e roncando, não necessariamente nesta ordem, vou comentar rapidamente sobre os livros que, no momento, centralizam minha atenção cultural.
Naturalmente, como se tratam de obras da mais alta relevância universal, foram publicadas em inglês. O título deste aí, quando vertido para o idioma de Camões, fica mais ou menos como “A história do mundo no tuíter”. O tuíter, não preciso explicar, é aquela coisa onde a gente pode escrever no máximo 140 caracteres e tem escassa utilidade prática, exceto dizer resumidamente bobagens que demorariamos mais para escrever num e-mail.
Os autores resumiram todos os principais momentos da história mundial em capítulos (hashtags, em tuitês) e em notinhas que aparecem como tendo sido escritas pelos participantes daquele momento histórico. É fascinante, porque permite que a gente aprenda muita coisa, em pouco tempo. A 140 caracteres por vez.
Este outro livro, igualmente de enorme relevância social, aborda uma das mais controversas áreas da ciência social e do comportamento: “Como fazer cocô no trabalho”. É preciso, naturalmente, levar em conta que os povos do hemisfério norte, de onde esse estudo se originou, são um pouco mais tímidos e reservados que alguns malas que a gente conhece aqui na vizinhança tropical. Em todo caso, é sempre um momento delicado, ir ao banheiro na empresa. E podem surgir situações muito constrangedoras, mesmo para brasileiros sem vergonha na cara.
Fartamente ilustrado, com imagens de fácil compreensão mesmo quando estamos muito apurados, o livro apresenta situações-problema e a seguir propõe a melhor solução. Poderia mesmo dizer que, além de permitir o estudo das reações humanas em situações-limite, o livro é um verdadeiro salva-vidas.
Pois bem, espero ter acalmado os leitores mais indóceis, ao compartilhar um pouco dos momentos de erudição que tenho vivenciado recentemente. Fico por aqui, porque se apresenta, neste exato momento, uma situação semelhante àquela descrita na página 86. Até breve.
Ave Caesar
As vantagens do jornal de papel poderiam complementar How to poo at work…
Não creio que vc gastou dinheiro com isso…
Até fui conferir se este post estava no grupo das bloguices… hehehe
Quanta bobagem!
Trabalhei num escritório no qual o dono proibia as pessoas de defecarem nos banheiros da empresa. Ele achava que, como ele, os funcionários deveria deixar o “sólido” nas suas casas. Mas neguinho não queria saber, e continuava “agando” nos vasos santiários do patrão. Que, então, adotou uma medida radical: mandou recolher o papel higiênico. No dia seguinte a essa ação, ao percorrer investigativo os banheiros, viu algo que quase lhe provocou um infarte: na falta do PH, limparam o “u” com papel ofício!!!! O homem saiu gritando pelos corredores: “Vou botar na rua esse agão. Aposto que em casa limpa o “u’ com sabugo de milho e vem pra cá limpar com folha de ofício, caríssima como tá!!”.
Para sorte do agão, ele nunca descobriu com o de quem aquele ofício andou se esfregando.
Entrar na net, já não é a mesma coisa, tem cada coisa…essa mesmo, como pode alguem colocar na net, isso..e ainda se dizer jornalista.
É verdade, Matheus. Também achei um absurdo. Mania que essa gente tem de achar que na internet também dá pra fazer ironias, ser bem humorado e sarcástico, né? É o fim do mundo…