A gritaria do Palmeiras deu resultado menos de uma semana depois dos acontecimentos no Maracanã. O gol de empate contra o Sport quarta à noite aconteceu graças a um erro gravíssimo do árbitro goiano Elmo Alves, que viu impedimento no lance e apitou, enquanto seu auxiliar dava o lance como legal. Os jogadores do Sport pararam – o goleiro Magrão nem foi na bola -, mas Elmo voltou atrás e confirmou o gol.
É a pressão de um time grande sobre um árbitro que não deveria estar ali. O diretor da Conaf, Sérgio Corrêa gosta de viver perigosamente e por isso arruma tanta confusão. Simon merecia geladeira faz tempo, e árbitros mais qualificados é deveriam ter ido a sorteio para a partida entre Palmeiras e Sport. Afinal, tinha muita coisa em jogo. Um time lutava para se manter com chances de disputar o título, o outro esperneava para fugir do rebaixamento.
O que tem de aspirante à Fifa nesse quadro da CBF é uma grandeza. Não sei que critérios são utilizados pelo senhor Sérgio Corrêa, mas por tudo que tem acontecido e ainda vai acontecer, certamente não são os mais indicados. O homem ainda não se deu conta que estamos na reta final do Campeonato Brasileiro, nas duas séries.
O que vai acontecer ao Elmo? Nada. Com a comissão de arbitragem? Menos ainda. O Palmeiras fica com o resultado que melhor lhe convém, embora não tenha sido o ideal, e o Sport vai chorar até o ano que vem os prejuízos do rebaixamento.
O Avaí que se cuide domingo na Ressacada diante do Corinthians. Vem aí o desconhecido Francisco de Assis de Almeida Filho, árbitro representante do fortíssimo futebol cearense.
Qualé, Medaglia? Foi impedimento, oras, o cara acertou. Dureza ia ser se não fosse.
Ops, NÃO FOI IMPEDIMENTO!
Mário, se for colocar na geladeira cada árbitro que comete uma cagada desse tipo, daqui a pouco não sobra ninguém pra apitar. O nível da arbitragem mundial – não é só aqui, lá fora também é sofrível – não acompanhou a evolução do esporte.
só faço uma ressalva no teu comentário quando falas do “fortíssimo futebol cearense”. O Ceará não é uma das potências do futebol nacional, mas tem tanta tradição quanto Santa Catarina. Ceará e Fortaleza são times médios importantes no cenário nacional, assim como são Avaí, Figueirense, Joinville e Criciúma. E erros podem vir de todos os lados, sejam do Rio Grande (Simon), de Goiás (Elmo), etc.
“seja do Rio Grande…”
Pela primeira vez, confesso, tenho que concordar com os termos de seu ¨post¨; cordialmente o cumprimento, é uma vergonha os absurdos que têm sido cometidos pelas exdrúxulas, facciosas e têndenciosas arbitragens nos jogos de todas as séries no futebol brasileiro. Por outro lado não deixa de ser o reflexo do que se passa nos governos brasileiros, do Presidente da República ao Inspetor de Quarteirão; e tudo acontece sem nenhuma punição; somos mesmo o País das e dos bananas. Por fim, nada comentaste da periclitante situação do teu Figueira? Abandonaste o furado barco?
Saudações Avaianas
Seba Martins.
Caríssimo Seba: tua imaginação é fértil, tua percepção é falha. Um abraço, meus respeitos
Caríssimo Medáglia,
Procuro usar minha imaginação de forma fértil e criativa, com pitadas de ironia e apimentadas, tudo com a melhor das percepções que a experiencia dos meus sessenta e tantos anos de vida, vividos com muita alegria,boas leituras, muita informação, seriedade e da forma mais honesta possível, neste País onde impera a lei de Gerson.
Por isso, sempre que posso acompanho alguns blogs de jornalistas inteligentes e não vinculados e não perco tempo com imprensa comprometida e/ou alugada, de todas as formas; por tudo isso e muito mais, é que só faço comentários de textos e jornalistas que julgo enquadrados nos conceitos que me permito estabelecer como confiáveis e inteligentes.
Respeitosamente,
Seba Martins.
Apoiado Seba. Concordo contigo em gênero, número e grau. Mas, por favor, pára de me identificar como torcedor. Também tenho meus sessenta e cinco, quase quarenta de profissão e isenção. Imparcial é claro que não sou, se é que me entendes. Abs, Medaglia