A proposta de privatização da Zona Azul continua rendendo apitaços, paralisação e muito agito. Hoje os manifestantes fecharam o trânsito na Tenente Silveira, para alegria do eleitor/contribuinte que não tem nada com a gestão incompetente daqueles que foram eleitos para resolver problemas em nosso nome.
Ainda há pouco foram pra frente da Câmara, com carro de som e apitos, alegrando a tarde de todos que trabalham por ali. Parece que vão conseguir conversar com os vereadores.
Ah, no caixão não está nenhuma autoridade: é só pra simbolizar a morte dos empregos.
Cesar Valente, por que será que os funcionários da zona azul, que nem são funcionários públicos (e mesmo que fossem) são contra a privatização da zona azul? Eu não tenho opinião a esse respeito mas, como gostaria de ter, queria entender porque os azuizinhos são contra a privatização. O que será que isso significa para eles?
Independentemente da legalidade da tal “privatização” da Zona Azul e dos interesses (republicanos ou não) que envolvam essa medida, é sempre impressionante ver o desespero em se perder o Estado como patrão. Nada contra os funcionários públicos, mas poucos deles suportariam trabalhar para a iniciativa privativa, principalmente depois de alguns poucos anos trabalhando no funcionalismo público. E, por ironia, são eles os que mais exercitam o tal “direito de greve”.
Cesar, para que foram criadas as Zonas Azuis? Para dar emprego ou para permitir que mais pessoas usassem as ruas para estacionar seus carros? Parece-me que o primeiro objetivo é permitir a rotatividade de carros nos mesmos pontos de estacionamento. Antes da Zona Azul, havia os flanelinhas cuidando e cobrando. A Zona Azul, não acabou de vez com flanelinhas, mas muitos deles, me parece, foram contratados pela Aflov. Só que houve um certo exagero. Pelos dados que li, realmente é um exagero de funcionários, e mesmo assim, quando se estaciona o veículo em alguma rua de Florianópolis, não é fácil encontrar um azulzinho por perto. Agora, privatizar? Isto é sinal de quem não sabe administrar a coisa pública, é proposta de alguém que enriqueceu às custas de serviços terceirizados. Agora, querer transformar uma arrecadação mensal de R$ 300.000,00 por mês, em um lucro mensal de R$ 500.000,00 para o Município, é querer duplicar ou triplicar o valor da hora do estacionamento. A propósito: será que já tem alguma casvig da vida prontinha para assumir?
O caixão não tem nome de ninguém , por que os azulzinhos foram indicados por politicos da Câmara e Prefeitura.
São todos filhos, parentes e amigos de cabos eleitorais.
Não tem ENEM para acesso. É zona mesmo desde que nasceu. Filhos da zona.