Parágrafo retirado, sem muita pesquisa, de um documento oficial do Tribunal de Contas da União:
“Na auditoria realizada, no entanto, verificou-se que o Ibama, entidade federal responsável pelo licenciamento de grande parte das obras fiscalizadas, não avalia e não acompanha sistematicamente os impactos ambientais das obras licenciadas, o que induz à carência de parâmetros, padrões e critérios de avaliação do processo de licenciamento. Essa ausência de padronização pode ocasionar a elaboração de Estudos de Impacto Ambiental (EIA) de má qualidade, uma maior discricionariedade nas decisões dos analistas ambientais e a liberação de licenças sem o cumprimento das condicionantes exigidas.
A ausência de padrões para a análise e expedição de um licenciamento ambiental, além de constatada in loco pela equipe de auditoria, é amplamente reconhecida pelo próprio corpo técnico da entidade, conforme apontado nas entrevistas e questionários que serviram de base para o gráfico apresentado a seguir. A despeito de apontar essa ausência, o corpo técnico do Ibama avalia que seria muito importante a adoção de parâmetros.”
É, estamos mesmo muito bem arranjados…
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