Na foto acima, salinha de aula estalando de nova, na filial da tal ENA (escola francesa de administração), que o LHS inaugura na Ilha. Aposto que na escola de vocês não tem todo esse luxo: ar condicionado, conexão com internet, tomada para lépitópi, poltrona confortável… E só 28 aluninhos por sala, pro professor não ter que gritar…
Abaixo, o sempre oportuno comentário da Lia:
“Nofffaa, que chic, né não?
Em matéria de burocracia a França é mesmo um modelo…
Ri muito quando o Janer contou a novela pra pegar o diploma de doutorado dele lá na terrinha do papier… Acabou desistindo.
E o correio então? Nofffffa, chose de loque. Na França um cartão ficou perdido atrás de um armário durante décadas. Não faz muito tempo foi achado por conta de uma mudança de local dos armários e voilà, entregue no destino. A Destinatária já havia morrido há 40 anos, o cartão levou 72 anos pra andar. E ainda queriam cobrar da família o tempo de “guarda” da correspondência,uma pequena fortuna.
Tsktsk
Já tivemos um Ministério da Desburocratização que se tivesse vingado estaríamos melhor no filme da gestão da coisa pública.Acabou justamente porque atrapalhava o circuito de criar dificuldades para vender facilidades… Quem não tivesse um parente, amigo ou conhecido nas repartições estava ferrado. Tinha de ter padrinho ou morria pagão sem conseguir o que queria ou precisava. Eram tempos do carimbo, dos manuscritos e máquinas de escrever “Underwood”.
Mudou alguma coisa? Vai mudar com a francesada?
Duvideodó. Em vez de gastar com frescuras que pagassem digitadores para digitarem portarias, por exemplo, no Iprev. Será que a tal escolinha francesa vai ensinar como um processo não ficar 3 meses num Ipesc da vida?
Não seria mais barato e simples lançar desafios entre os funcionários para que achem modos de racionalizar procedimentos? Quantas ideias boas perdidas, gente talentosa que não é vista e ouvida, pelo contrário, quando tenta fazer melhor é logo colocado de escanteio, pra não fazer “sombra” aos chefes…
A diferença agora é que burocracia com sotaque e biquinho ficará muito ulalá…Não sem razão o termo “bureaucratie” vem donde, donde? Ganha uma balinha azedinha quem souber…
Lia¬¬
Agora a Ideli não terá desculpas para justificar um curso de R$ 70 mil no exterior sendo que temos essa filial aqui. Enquanto isso professor apanha na cara de aluno e mãe em escola pública na capital. É isso ai
Onde está publicado o valor mensal do aluguel deste espaço? Teve licitação? Quem é o proprietário?
O pior foi que a UDESC engoliu essa história na boa (ou teria abrido as pernas?).
Nós somos mesmo um bando de índio sem cultura que precisam da salvação dos iluminados europeus!
Cesar,
Procurei informações sobre a ENA de FLorianópolis na ENA da França. Olha o que achei sobre as Américas – NADA. NEm exisitmos. Só pagamos. Mais uma vez. e As fotos das salas de aula, ouvindo o novo diretor da ENA Florianópolis, é de doer. A nossa, diz ele, é padrnao francês. Quase chorei ao ver as salas da França.
Les relations entre la France et le continent américain
Les activités de l’ENA sur le continent américain sont très diversifiées. Tout à la fois porte-parole de l’Union européenne et conseiller pédagogique, l’ENA a dernièrement concentré ses activités sur la zone latine ; en particulier dans un cadre multilatéral lors de la réalisation de programmes de la Banque interaméricaine de développement ou encore dans le cadre du projet Euro-Brasil 2000, cofinancé par l’Union européenne.
Aux Etats-Unis, l’ENA entretient des relations privilégiées avec la School of Public and Environmental Affairs de l’Université d’Indiana et avec la J.F.Kennedy School of Government de l’Université d’Harvard.
Au Canada, un échange régulier de professeurs existe entre l’ENA et l’Ecole nationale d’administration de Québec.
A ENA só está vindo para cá pq a França está em plena decadência. Viva Luís XV. Viva este povo tupiniqueim.