Entrosamento, disposição e troca eficiente de passes, virtudes raras em um time de futebol, são a marca atual do Inter, credenciais de um candidato ao título brasileiro. O Avaí atacou pouco, não marcou e defendeu mal. Mesmo com dois jogadores a menos o Inter dominou a partida e deu poucas chances ao adversário. A boa vitória de 2 a 0 foi construída graças à qualidade do seu grupo, com Magrão, Guiñazu e D’Alessandro fazendo muita diferença.
Foi um jogo bonito de ver, embora o árbitro e o auxiliar que corria na frente da arquibancada social quase tivessem estragado o espetáculo de um time só. Árbitro sem critério e bandeirinha sem conhecimento da regra abundam neste Campeonato Brasileiro. As expulsões de Índio e Bolívar foram corretas, mas Marquinhos e Eltinho, também teriam que receber cartão vermelho. As faltas em sequência cometidas por vários jogadores do Avaí durante toda a partida não mereceram punição.
A beleza do futebol do Inter foi correspondida pela paz entre as torcidas que fizeram a festa nas arquibancadas. A mistura do vermelho com o azul e o branco mostrou que é possível futebol sem brigas. Pena que o presidente da Federação Catarinense, Delfim Peixoto, esteja de férias na Europa. Se botasse o olho na Ressacada domingo veria o tamanho da bobagem que faz, junto com a Polícia Militar, criando dificuldades para que torcedores visitantes compareçam aos estádios uniformizados e com suas bandeiras.
De agora em diante a caminhada do Avaí, que já era difícil, ficou ainda mais complicada, graças a duas derrotas consecutivas – Coritiba e Inter -. O próximo obstáculo é o São Paulo no Morumbi, ainda faltando doze pontos para os avaianos não pensarem em rebaixamento. Reclamando menos e jogando mais o capitão Marquinhos pode ajudar seus comandados nesta missão.
“Concessa venia”, achei as expulsões injustas e por pouco a arbitragem não comprometeu o resultado … do meu ponto de vista, o Avaí vem se firmando cada dia mais como um time de maricas: seus jogadores se atiram ao chão por qualquer coisa, simulam pênaltis e agressões, enfim, uma coisa deprimente de se ver.
Humm, senti um Mimimimimi Buabuabua no comentário (Pedro Lemos), a primeira expulsão o cara deu um carrinho, vai dizer que nem pegou o jogador do Avai? Ou para ser expulso tem que quebrar a perna? E no segundo o Bolívar já chegou dando botinada (abrindo a caixa de ferramenta).
Abraço Rafael.
O time é de frouxos. O galego da meia é bravateiro, mas se esconde quando a coisa aperta. O Silas teve que engolir na marra o esquema de três zagueiros – QUE NÃO QUERIA!!! mas que estava deixando o Avai na lanterna. Ou teria ido embora há muito (são vozes de dentro da Ressacada que asseguram). Quando pode jogar novamente com 2 zagueiros, a fragilidade reapareceu. Nem com dois a menos o time foi corajoso. E foi de pouco.
Medaglia, confessa q vc ficou vermelho, vermelho, durante toda a partida. besos