A tecnologia está aí pra facilitar a vida de todo mundo. Em especial de quem sabe utilizá-la. Ontem, para aproveitar a noite em que os amadores deixam os bares para os profissionais, fui encontrar-me com o Frank Maia (o xargista d’A Notícia) em torno de algumas cervejotas.
E onde entra a tecnologia? Ora, sabedor que hoje a gente dificilmente lembraria as marcas das cervejas e as particularidades de cada uma das que foram experimentadas ao longo da conversa, o Frank tratou de fotografá-las. À medida em que a noite avançava, é claro que as fotos (no celular) iam ficando piores. Mas ajudam a lembrar, por exemplo, que a gente tomou a Eisenbahn 5 anos. Cerveja comemorativa do aniversário da fábrica blumenauense.
Claro que chega uma hora que não tem jeito. Ou melhor, tem: é só arrancar o rótulo e levar pra casa. No dia seguinte, escaneriza e pronto. Tá registrado, em foco e com todas as cores. Como foi o caso dessa cerveja de Ribeirão Preto, abaixo, que além de ter uma bela embalagem, também é bem boa.
Ah, agora lembrei por que comecei a falar neste assunto: é que fazia muito tempo que não conversava com o Frank. A gente trabalhou junto no século passado, lá no começo da década de 90, se não me engano. Depois cada um seguiu seu caminho e ontem, depois de alguns anos, sentamos pra (re) começar a colocar a conversa em dia.
tb te amo! ;_)
P…rra! A cerveja pode até ser boa, mas o rótulo é um balaio de gato. Tem um urso desenhado e chama-se Colorado. Até aí, ok. Mas tb tem uma figura do Taj Mahal e diz que é fabricada em Ribeirão Preto! Antes de tomar o cara já acha que tá vendo coisa!
aí q mora o segredo, Adriano. Dps de beber umas duas ou três (não ligue para os 7% de teor alcóolico) td começa a fazer o maior sentido do muuuuundo…Taj Mahal? Juro q eu achei q era a Basílica de Nossa Sra. Aparecida…hahahahaha. ó, te garanto q o líquido é apaixonante.