Na foto (da esquerda para a direita): Paulo Dutra, Jerry Bittencourt, Marcelo Fernandes, Sarará, Ricardinho Machado e Maria Odete Olsen.
Infelizmente não pude ir à entrega da medalha Dakir Polidoro deste ano. Valho-me da nota e da foto distribuída pela Assessoria de Imprensa da Câmara, pra fazer o registro do evento:
“Concedido desde 2004 para profissionais que atuam na mídia da Capital, a Câmara de Vereadores entregou em sessão solene, na noite de ontem, o Prêmio Dakir Polidoro, composto por uma medalha e um diploma. Em cinco categorias, foram homenageados Maria Odete Olsen (televisão), Ricardinho Machado (jornal), Marcelo Fernandes (rádio), Cláudio Silva da Silva/Sarará (repórter fotográfico) e Jerry Bittencourt (repórter cinematográfico). Na mesma solenidade foi prestada uma homenagem especial ao repórter fotográfico Clemente Paulo Dutra. Os homenageados foram selecionados a partir de lista de seis nomes, em cada categoria, enviada pela Associação Catarinense de Imprensa/Casa do Jornalista.
Os agraciados, convidados e familiares, depois de saudados pelo presidente do Legislativo, vereador Gean Loureiro (PMDB), ouviram do vereador Aurélio Valente (PP) um perfil de quem foi Dakir Polidoro, que fez história não só como vereador e prefeito interino mas como um dos mais festejados homens do rádio de Santa Catarina. Sua consagração, por décadas, deu-se principalmente através do programa radiofônico “A Hora do Despertador”, que começava às 6 horas da manhã e se notabilizava por dar noticias da cidade em primeira mão como por prestar serviços, realizando campanhas diversas.
O radialista Marcelo Fernando discursou em nome dos homenageados. Destacou ser amigo de todos os agraciados e que a honraria recebida aumenta a responsabilidade profissional de todos eles. A solenidade foi encerrada com pronunciamento do presidente da Casa do Jornalista e Associação Catarinense de Imprensa, Ademir Arnon, que enfatizou o fato da entidade que preside ter uma relação muito próxima com o Legislativo. Ambos não só promovem o Prêmio Dakir Polidoro como tem parceria em diversas ações e projetos, voltados especialmente para a área cultural.”
Taí uma postagem que merece um sonoro
SEM COMENTÁRIOS POR FAVOR!
Sarara, grande fotógrafo, que bom que mesmo numa lista sêxtupla tenha sido escolhido. Muito legal depois das sacanagens que teve que enfrentar (inclusive de ex-colegas de trampo).
Trabalhei com o Sarará em O Estado. O cara tinha um faro jornalístico apurado como o de poucos e facilitava a vida de qualquer repórter que fosse com ele atrás da notícia. O cara é literalmente PHLÓDÃO. Durante quase um ano, diariamente pelejavamos em 5/6 delegacias da gde Florianópolis + Deic, CPP (hoje o cadeião do Estreito) e algumas vezes na PF (com a “ajudinha” da excelente e hoje internacional Sonia Bridi, repórter da Globo em SC). Cachorrão ia às raias da loucura com nossas ‘rondas’. Não existia celular e as páginas eram riscadas à mão. Mas o material que chegava quase sempre era quente. Quem já foi ‘foca’, entrando no JORNALISMO pelas editorias de polícia ou geral sabe como o trabalho é facilitado por um repórter-fotográfico DE FATO. SARARA era um deles. Parabéns e um público muito obrigado que se espraia ao Cachorrão, Angelo, Pedro Fernando e Edson, companheiros da melhor época da editoria de polícia de O Estado (desculpem os pretéritos se imperfeito o julgamento e os sucessores que apagaram as luzes do mais antigo).
Gostaria de fazer coro às palavras do LesPaul.
Também tive o privilégio de trabalhar com o Sarará durante meus 11 anos de Diário Catarinense – sonhava em trabalhar em O Estado, mas na época (1998) não passei no teste de admissão.
O Sarará é o mais repórter de todos os fotógrafos com quem trabalhei, sem dúvida nenhuma. Ele e o Olívio Lamas, outro monstro com quem tive o privilégio de tomar muita cerveja, bater muito papo e fazer algumas matérias.
O que fizeram com o Sarará eu nunca vi na minha vida. Era o profissional que mais se dedicava, um cara que tem amor pelo que faz, que veio de baixo e conseguiu respeito e admiração pela excelência do trabalho.
Não merecia o que aconteceu.
Negão, não pude ir ontem à Camara te dar um abraço, mas o faço aqui, no blog do Professor, publicamente.
Meu abraço de admiração, respeito, carinho e amizade.
joão c.
Jornalistas recebendo prêmio da Câmara é o fim. Realmente sem comentários.
Pro esperto que não leu o post na íntegra e deslustra a premiação sem conhecer o homenageado que recebeu encômios aqui nas sendas do Tio Cesar, o Negão foi sacaneado (como reconheceu a justiça) no episódio que lhe rendeu demissão do jornal e daí a surpresa de sua escolha na Câmara:
“Os homenageados foram selecionados a partir de lista de seis nomes, em cada categoria, enviada pela Associação Catarinense de Imprensa/Casa do Jornalista.”