Os nomes que foram anunciados na nota para ocupar a presidência da Celesc Holding (Sérgio Rodrigues Alves) e Celesc Distribuição (Ricardo Rabello), têm toda a aparência de interinos.
A fofoca mais recorrente nos últimos dias, em alguns corredores da empresa, levanta uma hipótese ligada ao DEM: o ex-presidente da Centrais Elétricas de Goiás (Celg), o catarinense Ênio Branco (foto). A visita que ele fez à Celesc há pouco tempo agitou a rapaziada.
Ênio Branco já trabalhou na Telesc, na Celesc, na Codesc, foi secretário de Estado e deputado federal (eleito pelo PDS e depois mudou para o PFL) em 1983. Depois foi para Goiás, acabou assumindo a presidência da Celg e em 2008 até foi homenageado com o título de cidadão goiano, numa grande festa política à qual estiveram presentes Ângela Amin e Jorge Bornhausen.
Homem de confiança do governador Alcides Rodrigues (PP) é considerado por muita gente, como “o salvador da CELG”. Mas, em março, pediu pra sair da empresa. Disse que estava “encerrando um ciclo” (para ler a carta de demissão, clique aqui).
Em Goiás publicaram-se notícias onde se falava da possibilidade de Branco voltar a Santa Catarina, para dirigir alguma empresa privada.
Pode ser que seja apenas especulação, mas é daquelas que tem grande potencial de animar rodinhas de conversa pelo estado afora, até que fique mais clara a situação da Celesc e do governo LHS em relação à empresa.
Agora eu acredito em imortalidade…
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