O Dauro Veras anuncia o lançamento de mais uma edição do “Observatório Social em Revista“:
“A 15ª edição de Observatório Social Em Revista é resultado de nove meses de investigação jornalística que mostraram como funcionam redes de negócios implicadas em crimes ambientais e trabalhistas na Amazônia. As informações colhidas permitiram fechar os elos de uma corrente perversa, que começa no interior da floresta e termina na casa de consumidores em todos os continentes.”
O pessoal que fez as reportagens é bem conhecido (e respeitado): André Campos, Carlos Juliano Barros, Dauro Veras, Leonardo Sakamoto, Marques Casara, Paola Bello e Sérgio Vignes.
Para ler a nota completa que o Dauro colocou no seu “DVeras em rede”, clique aqui. Lá tem várias formas de acessar o conteúdo da revista, que tanto pode ser baixada em pdf, quanto encomendada em papel.
Grato pela menção, Cesar. Aproveito pra pinçar um trecho da reportagem que diz respeito a uma empresa daqui:
“Com matriz em Santa Catarina e filiais em São Paulo, Paraná, Miami e Porto Rico (EUA), a Sincol está entre as maiores empresas do setor madeireiro no país. Produz portas, janelas, batentes e casas pré-fabricadas tanto para o mercado interno quanto para a exportação. Entre 35% e 40% de suas vendas destinam-se a outros países. Atua através de marcas próprias de portas como Silentia, Sinkit, Indoor e Corta Fogo.
O problema da Sincol está em uma das empresas que ela controla, a madeireira Sulmap Sul Amazônia Madeiras e Agropecuária, sediada em Várzea Grande (MT). A Sulmap, fabricante de esquadrias e peças de madeira para instalações industriais e comerciais, foi autuada por diversos crimes ambientais. É acusada pelo Ministério Público Federal de envolvimento em grilagem de terras, uso de planos de manejo ilícitos e invasão de área indígena em Colniza (MT), onde fica a Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo. No local ocorrem conflitos violentos e a madeireira é acusada de incentivar atividades de associação de posseiros para expulsar os índios do território.”