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Jornalismo, Design Editorial, Consultoria em Comunicação e Produção Gráfica

Muitos dos que passam por aqui conhecem o blogueiro metido a colunista de política, que produz material jornalístico (e pseudo-jornalístico) para o Diarinho e para alimentar este espaço. Pois agora permitam-me apresentá-los a uma outra face profissional deste mesmo sujeito: o sócio-atleta da Multitarefa.

Uma das atividades relacionadas com jornalismo e comunicação que tem me ocupado nas últimas décadas é a realização de projetos gráficos de revistas, boletins, newsletters, jornais, cartazes, livros e o que mais aparecer. Desde a década de 80, quando comecei a me envolver com os computadores utilizados na confecção de material gráfico, fui cultivando essa atividade paralela que, em alguns momentos ocupa a maior parte do tempo, em outros recolhe-se a algumas poucas horas por semana (como quando tenho alguma atividade editorial em jornais e revistas, que requeira uma dedicação maior).

Fui um dos primeiros “desktop publishers” de Florianópolis, ainda nos bravos tempos da reserva de mercado e do Ventura, programa de editoração eletrônica da Xerox. Passei, como todos, pelo PageMaker e hoje utilizo o InDesign, da Adobe, que é sem dúvida o melhor e mais completo programa para as artes gráficas.

Assim, se vocês ou algum de seus amigos e amigas precisar de serviços de produção gráfica, design de jornais e revistas, consultoria editorial, diagramação ou treinamento nessas áreas, por favor entrem em contato. Tenho me especializado em resolver problemas gráficos (há, no mercado, excesso de criadores de problemas). Da idéia ao fechamento dos arquivos para a gráfica, acredito que consiga atender qualquer necessidade.

Consultas e orçamentos sem compromisso pelo e-mail multitarefa arroba terra.com.br. Depois de atuar por quase 20 anos com design gráfico em computador (e mais de 30, se contar o tempo da diagramação com régua, lápis e calculadora), estou em condições de oferecer precinhos camaradas, prazos rigorosamente cumpridos e apuro técnico.

Discussão

Comentários estão desativados para este post.

  1. Tio César,
    Sugestão para ganhar (mais tem que dividir) dinheiro: procure a fórmula da PROSUL e da ESPAÇO ABERTO e seja fornecedor exclusivo do Governo de/por toda SC!

    Posted by lh | junho 12, 2009, 08:52
  2. Cesar, também estou há 18 anos nesse mesmo mercado. Posso falar um pouco nisso, nessas memórias do desktop publishing?

    Usei muito o ventura, no PC, sobre o DOS. Eu não tinha o windows. E, na época, comprei um programa que revolucionou: o coreldraw 1.0!!!! Que também rodava sobre o DOS e tinha com ícone um bonequinho bigodudo.
    Olha, o InDesign é bom, mas o Ventura, que depois foi comprado pela Corel, se continuasse a ser desenvolvido, não teria pra mais ninguém. Lembras o que se podia fazer com as frames dele? Deixar linha só em cima ou só embaixo, por exemplo.
    Parágrafos podiam ser selecionados sem estarem em sequência e com dois ou três cliques, o título atravessava quantas colunas de texto fosse necessário. Não se precisava fazer outra frame só para o título. Aliás, nem era frame que se falava, era outro termo, que eu não lembro.
    Se não me falha a memória, Cesar, o Ventura tinha tudo que o InDesign tem, e mais umas coisinhas bem legais.
    Ah, o que ele não tinha era um bom textwrap. Se não me engano, precisávamos fazer várias frames o que queríamos deixar fora do texto…
    Cesar, se não quiseres publicar isso, não publica. É coisa de nerd….

    Posted by Eduardo Faria | junho 12, 2009, 09:56
  3. Eduardo: concordo contigo. E mais, o Ventura Data Base, que vinha junto das primeiras versões, permitia editorar catálogos a partir de bases de dados, com grande rapidez e facilidade. Nunca mais encontrei programa igual.

    Posted by Cesar Valente | junho 12, 2009, 10:06
  4. Agora, me empolguei.
    Pra banco de dados, o ventura era ótimo, não só pelo Ventura Data Base. O negócio é que, no texto que ia pro Ventura, no início de cada parágrafo, se podia colocar o estilo – “tag” – que esse parágrafo levaria.
    Daí, de um banco de dados dbase – mais comum na época – se extraia um texto contendo tudo que tinha nele já com os estilos encaixados (parecido com html – se usava um escript em dbase mesmo pra transformar os dados nesse texto com estilos).
    Esse texto já entrava no ventura todo formatadinho… era uma beleza.
    No InDesign (ou no pagemaker) nem sei como os estilos se integram ao texto…
    Só não me lembro como descobríamos essas coisas, naquele, tempo sem internet…..

    Posted by Eduardo Faria | junho 12, 2009, 10:47
  5. Eduardo, no InDesign dá pra configurar que todo parágrafo que no word é “normal”, seja importado como “texto1″ (ou que nome a gente tenha dado ao parágrafo de texto) e assim por diante, com títulos e outros estilos. Desde que, no arquivo-fonte, os estilos estejam atribuídos corretamente, chega tudo já pronto. Mas as tags facilitavam bastante. Naquela época a gente descobria as coisas por necessidade mesmo. E, acho, porque tinha mais tempo. Acho que mais adiante vou voltar ao assunto da arqueologia do desktop publishing, pra gente rememorar mais algumas coisa. Bom finde.

    Posted by Cesar Valente | junho 12, 2009, 11:05
  6. Cesar, agora entendo suas interessantes “instalações vernaculares ‘a live’, em sala de aula”, exclusividade de seus incautos alunos e de platéias bastante interessantes, presas facilitadas pelas sacaÇões que vinham (e poucos sabiam) do mundo dos frames, do 0 & 1, da linguagem lisérgica dos primitivos PCs (PCs um caraglio, quase ninguém tinha máquina – aqueles monstros esquisitos do tamanho de uma TV 29 polegadas). Ainda bem que vc não bate bem, do contrário, muito pouco dos que valem alguma pena entenderiam a matemática escondida na ironia…

    Posted by LesPaul | junho 12, 2009, 12:37

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