Parabéns a todas. As que têm filhos, as que não têm filhos mas exercem a função, as que sonham em ter, as que um dia quiseram mas não puderam, ou tiveram e perderam. Das relações humanas, a que a gente tem com a mãe é uma das mais complexas. É óbvio que assim seja. E é natural que, por mais comerciais que sejam os motivos de uma data como esta, a gente fique sem jeito de ignorá-la.
De vez em quando alguma mulher olha pra gente desafiadora e diz que jamais conseguiremos sentir, imaginar, viver a maternidade. Em alguns casos fazem isso orgulhosas, cheias de soberba, felizes por poderem nos colocar em nosso lugar. É, de fato, provocação à qual não temos resposta. E geralmente causada por maus tratos ancestrais. Uma espécie de troco atrasado que às vezes recebe quem não foi a causa única de tanta mágoa.
As mulheres, e as mães em especial, têm razão em verem nos homens criaturas incapazes de compreendê-las. Nem vou entrar na questão de que a maioria de nós foi educado para ser como somos por mulheres e mães, mas o fato é que a gente tem a tendência a achar que são simples essas criaturas complicadas.
A maternidade, a gestação e o parto, são fenômenos de extraordinária beleza. E os sentimentos associados a esse período (que tem começo, mas nunca termina) são igualmente interessantes e únicos. Sob qualquer ponto de vista que a gente examine o que acontece com os seres humanos ao se reproduzirem (medicina, física, química, psicologia, culinária, biologia, o que seja), temos sempre um marco, um conjunto de eventos espetaculares. Não é à toa que as mulheres se sentem o máximo, quando compreendem a extensão do que viveram ao dar a luz. Mesmo ao assumir a maternidade de quem foi parido por outrem. Ou quando recebem um abraço carregado de afeto de quem, sem ser, acabou sendo como se fosse filho.
A gente, os homens, somos criaturas relativamente toscas. Custamos para compreender e sentir algumas coisas. Mas, por favor, não nos neguem a capacidade de entender a maternidade. Nem nos afastem, por inúteis e desastrados, dos seus momentos mais grandiosos. Porque a gente, mesmo sendo amante, marido, namorado, amigo, nunca deixa de ser, também, uma espécie de filho. Incesto disfarçado. Afeto tutti-frutti. Uma complicação a mais, daquelas que torna a vida tão maravilhosa, complicada, triste e alegre.
Parabéns, companheiras. E que pelo menos hoje a gente trate vocês como deveríamos tratar todos os dias.
Obrigada pela parte que me toca. E como toca…
Beijos
Lúcia
Cesar Valente,pai e avÔ!!!
Parabéns pela linda mensagem. Pura emoção e tão frontal como tua escrita.
Um abraço grande e esticado até a Lucinha,que foi uma aluna brilhante nos tempos que o Coração era tradição.
Cesar permites que eu publique este texto na minha coluna Pedra de Toque,no Jornal Portuguese Times, que circula às quartas-feira em New Bedford,RI (USA) para a comunidade portuguesa?
Se sim, por favor confirme ainda hoje?
Obrigada e outro abraço
Lélia
Ô Lélia, que eu saiba, ainda não sou avô. Embora tenha cara de. E é claro que podes republicar a crônica.
cesar esse é + 1 daqueles emails q circulam por ai….q s sabe q é span…olha só,esse é da gripe suína:
Camila, lhe enviou esta mensagem.
Recebi esse video e me senti na obrigação em compartilhar com você pois na TV não fala a verdade sobre isso e nem explica os cuidados necessarios contra a “GRIPE SUINA” nesse video explica direitinho como evitar e se prevenir QUEM AMA CUIDA cuide-se e cuide de quem voce ama!!!! Já existem casos da gripe no Brasil mas não esta sendo divulgado para não causar pânico entra ai da uma olhada nesse video a coisa é mais séria do que parece.Não deixe de ver é pro seu proprio bem…
CARREGANDO….
Se voce esta tendo problemas em visualizar, entre no site e veja o video.
veja aqui sua mensagem —> http: //portal.saude.gov.br/portal/saude/gripesuina
abraços
Marcos
…assim é fácil…
Marcos: e-mail é fajuto, o endereço não existe e provavelmente quem clicar no link vai ter mais incômodo do que se tivesseficado gripado.
Ô Cesar achei que já eras afinal sou quase bisavó…
A minha neta já tem 17 anos.
Que fora,desculpa amigo.
Abração e obrigada pela permissão
Lélia
Lindo texto Cesar. Até eu me senti homenageada!
; )