O Moacir Pereira comentou, no blog dele, sobre o drible que o prefeitoDário estava dando no pobre do oficial de Justiça que tenta entregar-lhe a intimação expedida pelo juiz de segundo grau Carlos Alberto Civinski.
Aí lembrei de uma história, praticamente uma lenda, que corre no Judiciário: o então deputado federal Djalma Berger conseguiu evitar, por dois anos (dois anos!) os oficiais de justiça que tentavam entregar-lhe uma citação numa ação popular contra a Casvig. Ao final, teve que ser citado por edital, recurso que a Justiça utiliza quando o sujeito está em lugar incerto e não sabido.
Claro que o deputado estava assiduamente em seu gabinete de Brasília, atendia aos compromissos como diretor ou sócio de empresas, aparecia na imprensa, poderia ser encontrado, entrevistado e fotografado por quem o procurasse. Mas os oficiais de Justiça não deram sorte (ou então deram, jamais saberemos) e quando iam num lugar, ele estava em outro.
Agora, certamente municiado desse know-how familiar, o irmão Dário também se torna inatingível ao longo (mas não muito esperto) braço da lei. Decerto daqui a dois anos será citado por edital.
ATUALIZAÇÃO DA NOITE
Às cinco e pouco da tarde o Paulo Alceu informava que o oficial de Justiça ainda não tinha conseguido cumprir sua tarefa. Posso estar sendo maldoso em excesso, mas acho que a intimação só chegará ao seu destino se e quando algum tribunal superior reformar a decisão do TJ. Se fosse um Mosquito qualquer, seria encontrado até caminhando no calçadão, mas como é Berger, tudo fica mais difícil. Ou mais fácil, dependendo do ponto de vista.
Tio César o Andrino mandou o oficial de Justiça me pegar no calçadão.
Se não acharem o Dário eu vou atrás dele e entrego para o dotô
juiz
tá tio cesar e a reunião de ontem as 19hs na OAB,tas sabendo alguma coisa?