Estou com um enorme dilema, por favor me ajudem a solucioná-lo. Explico. Em terra, quando alguém faz uma coisa apressadamente, antes de tomar as providências devidas, a gente fala que “colocou o carro na frente dos bois”.
Como a gente vai classificar o que aconteceu em Joinville? Lembram que o LHS inventou de fazer uma hidrovia entre Joinville e São Francisco do Sul? Chegou a inaugurar duas vezes (uma delas ainda sem barco) e quando o barco começou a trafegar, descobriram que o canal estava assoreado, cheio de lixo e não deu pra ir muito longe.
Agora leio no Diário Oficial do dia 21 de janeiro que, finalmente, a Secretaria do Desenvolvimento Regional de Joinville contratou, sem licitação (claro!) uma empresa para fazer estudos de navegabilidade, batimetria e outros parangolés necessários ao estabelecimento de uma hidrovia (inclusive a sinalização requerida pela Capitania dos Portos).
Este é, portanto, o dilema: quando o sujeito coloca o barco antes da hidrovia, como se diz? Porque fizeram tudo ao contrário: só agora estão tratando de ver se o rio de fato comporta uma hidrovia e o que é necessário para transformar aquele curso dágua num trajeto seguro para um barco de passageiros. Botaram o motor de popa na frente? Qual o equivalente náutico para “colocou o carro na frente dos bois”?
Grato desde já pela colaboração.
Acho que a melhor designação é “CAGADA” mesmo. Outro absurdo é o preço de uma viagem dessa R$12,00 joinville até São Chico . Essa mania idiota do governo de só fazer obra pra turista .
Dessa forma, vale mais a pena ir de carro.
Seria a popa na frente da prôa? O adágio popular ficaria: “de vento em proa”, algo como “vento nos córnos”? Não dá César, a natureza é sábia, se o vento é contra, ali não está a popa e alguém caminhou com dedo nos calcanheres…
Ele deu foi com os burros n´água! Ou melhor, no lixo que entupiu o canal. Vou começar a ler você a tarde, pra não me irritar logo pela manhã com o “El Bigodon”. Abraço
A Vaca nadou no brejo.
Nesse caso foi: “muito uísque e pouca água”.
O LesPaul respondeu por mim: o projeto vai de vento em proa.
Contrataram projeto sem licitação, depois contratarão a dragagem sem licitação e, da mesma forma a sinalização.
Terminada essa fase, descobrirão que ainda faltará alguma situação a ser atendida para que se implemente o projeto.
Quando estiver tudo redondinho entregam para alguma empresa privada explorar.
E assim caminha a humanidade.
tio cesar mais tu é “lerdo das ídeias” né!Tu não ve q o governador não gosta de planejamentos,ele primeiro experimenta,depois faz o caminho de volta,ele é “amiguinho” do dário!
Certa vez defendi alguns funcionários que tiveram peito de inabilitar uma empresa aparentemente da preferência de um Reinado e tal e que por isso, foram acusados de improbidade etc etc… Detalhe, dentre as obras que a empresa desqualificada apresentava em seu acervo técnico havia uma ponte, uma ponte sobre um rio que não existia. Nonsense puro, porque sequer estrada sob a tal ponte também havia para que ela pudesse ser chamada de vaiduto. Não fosse a gravidade dos fatos seria cômico.
Não é por outra razão que o Luiz 15 já sugeriu para o Dário fazer “uma experiência” com o Jetbuss em Florianópolis !
Vexame em Joinville vai ser “experiência” em Florianópolis, por certo sem antes ser feita a “inauguração” como ocorreu na “Manchester Catarinense” !